segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Como melhorar o ambiente na sala de aula

Um ambiente calmo e organizado é essencial para uma boa aprendizagem. Mas tal raramente acontece. O que poderemos fazer para melhorar o ambiente na sala de aula?

1.-Os alunos participarem na definição das regras de comportamento.
2.-Os alunos participarem na definição e distribuição de tarefas para cumprir na sala de aula.
3.-Criar sinais gestuais para avisar os alunos que não estejam a cumprir as regras.
4.-Envolver os alunos mal comportados na busca de soluções para melhorar o seu comportamento.
5.-Analizar histórias ou excertos de filmes sobre problemas de comportamento.
6.-Dar formação aos pais para educarem os seus filhos para saberem cumprir as regras.
7.-Premiar os alunos que cumpram as regras.
2013-08-21

O desaparecimento das florestas

A floresta é um bem essencial, no entanto, ano após ano, o espaço ocupado pelas florestas tem diminuído. A que se deve tal facto?

Causas do desaparecimento das florestas
As florestas têm desaparecido devido à ação humana e a causas naturais.
Corte de árvores
O abate de árvores deve-se à necessidade de aproveitar madeira, transformar em terrenos agrícolas e construir povoações ou estradas.

Fogos por causas naturais
A queda de raios é uma das causas naturais de fogos que destroem a floresta.
Fogos provocados
Um dos principais fatores de destruição da floresta deve-se aos fogos provocados por desleixo, por acidente e com intenção criminosa.

Pragas e doenças
A floresta é ainda atacada por pragas e doenças, tais como: parasitas, insetos, vírus, fungos, bactérias e poluição do ar e das águas.

Cabe-nos a nós, nas atividades diárias, preservar a floresta, sendo mais atentos e cuidadosos.

2013-07-12

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Entrevista a Luísa Ducla Soares



Luísa Ducla Soares, é uma das mais conhecidas autoras de livros infantis.
Eu sou uma aluna que sempre gostei muito de ler os seus livros. Então, para conhecer mais sobre ela, decidi fazer-lhe uma entrevista.

Leonor:
-Onde nasceu?

Luísa:
-Nasci na cidade de Lisboa, em 1939.

Leonor:
-Onde passou a sua infância e juventude?

Luísa:
Passei a minha infância e juventude à beirinha do rio Tejo. O rio é para mim um amigo inseparável.

Leonor:
-Quando é que entrou para a escola?

Luísa:
Entrei com 5 anos para um colégio inglês e com 10 fui para um francês
.
Leonor:
-Quando e como começou a escrever?

Luísa:
Comecei a escrever poemas mal saí da primária. Aprendi a inventar histórias para entreter o meu irmão mais novo, que era muito endiabrado e só parava quieto com as aventuras que lhe contava.

Cão impede assalto




Na passada noite de 20 de junho, um cão impediu o assalto à sua moradia, localizada em Óbidos.
O animal surpreendeu o assaltante, que tinha entrado por uma janela entreaberta. O cão ladrou tanto que assustou e chamou à atenção do seu dono, que chamou de imediato a polícia.
Enquanto o criminoso era levado para a esquadra, o homem dizia “ Tenho muita estima por este meu cão; ele é o meu herói!”.

                                                                      21-06-2013
                                                                                   

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Balada do 5º B



Nós somos o 5ºB
Nós somos uns artistas
Temos cá pessoas
Que são pianistas.

Vinte meninos e mais
Da turma do 5ºB
Não são uns bonecos
São bons alunos, ora vê.

Somos uma boa turma
Gostamos de Português
Mais do que ninguém
E lemos também muito bem.

Temos vários professores
Desde História a Matemática
Gosto muito de Inglês
E das questões de gramática.

Uma ida à praia


No dia 2 de junho deste ano, eu, a minha mãe e a minha amiga Elsa, fomos, pela primeira vez, em 2013, à praia da Foz.
Como foi uma ida à praia, não foi preciso prepararmos muita coisa. Eu e a Elsa vestimos o biquíni, que tínhamos comprado o ano passado, pusemos protetor solar, levámos alguns brinquedos de praia e fomos até à Foz do Arelho.
Lá, estendemos as toalhas e enfiámo-nos logo no mar, que estava frio. Aprendi uma coisa: há sítios no mar que têm muitas, muitas, muitas mais algas que outros! De seguida, fizemos forminhas com os baldes, mas, como era o primeiro de praia, fomo-nos embora. Mas antes, comemos um gelado Big milk!
O meu primeiro dia de praia foi extraordinário!
12-06-2013

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

My bedroom


My bedroom is medium. It has got a bed, two wardrobes, some lamps, some posters on the wall and one bookshelf. But there isn't a desk. My bedroom is coloured and beautiful. I like it. It is my second favourite place of my house.
31-05-2013

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Quadras populares


Onofre é o nosso santinho
Sempre está ao nosso lado
Come sempre um bolinho
E dá-me um bocado
André Vakarov

Santo Onofre gosto de brincar contigo
És muito brincalhão
Mas não me mordas o umbigo
Sem ele não posso viver não
André Vakarov

Vem cá ter comigo,
Ó meu querido S. João
Traz-me cá uma bola
Ou então um balão
Madalena Rebelo

S. Pedro, S. Pedro
Não venhas cá ralhar
Já no outro dia
Te vi papel a rasgar
Madalena Rebelo 


Hipopóptimos, uma história de amor

Um rapaz não conseguia dormir, porque não parava de pensar na rapariga ruiva de quem gostava. Ele sonhava ganhar a corrida de final de ano e que ela lhe entregasse o prémio. 
No dia da corrida, ele acordou com uma grande borbulha na cara. A mãe tentou tranquiliza-lo, mas ao dizer que ela podia ter aparecido por ele não comer carne nem peixe, ainda o deixou mais perturbado. 

A caminho da escola, no autocarro, sentou-se a seu lado uma mulher muito gorda, que o incomodou muito com histórias medonhas acerca de borbulhas e por lhe dizer que ele tinha uma erva no coração, o que significava que ele era uma das raras pessoas que respeitavam a natureza. Então o rapaz olhou à sua volta e reparou que havia tantas pessoas com nomes de animais, de plantas e de lugares que dava para faze um mundo só com elas. 

Na corrida, ele chegou a estar em 4º lugar, mas ficou tão cansado que pensou em desistir, mas surgiu-lhe uma força inesperada que o fez ganhar. Tudo se passou como ele sonhara até à altura em que ela lhe ia contar algo. Aí, ele sentiu-se estranho, e deu por si transformado num hipopótamo, que assustou a rapariga, e foi transportado para o zoo.

Lá, ele foi admirado por muitas pessoas e até pelos seus pais e por um rapaz que era ele próprio, que lhe falou numas asas.

Então, o hipopótamo ficou de novo com aquela força especial, ganhou asas e sobrevoou a cidade até chegar a um rio, onde estavam mais hipopótamos. E foi aí que pensou que poderia ter sido sempre um hipopótamo e o seu sonho seria ser rapaz. 

Entretanto, apaixonou-se por uma hipopótamo-fêmea, mas quando se preparava para lutar por ela, foi chamado pelo Grande Hipopótamo. Ele falou-lhe na Grande Mãe e contou-lhe também a história dos hipopótimos, que são os rapazes que têm de aprender uma lição sobre os outros animais, transformando-se num hipopótimo, ficando assim a ouvir a música e a participar da dança. Os outros humanos não dão por nada, porque os que têm a tal erva são substituídos por um hipopótamo, que se transforma numa pessoa igual. 

Depois, ganhou asas de novo e voou até ao telhado da casa da rapariga ruiva, onde estava o rapaz a escorregar numa grande aflição. Ela acordou e tentou salvá-lo, mas também escorregou. Subitamente apareceu a hipopótimo-fêmea e ele acabou por descobrir que ela era a hipopótimo daquela rapariga e que ela lhe queria dizer que sabia que era ele quem lhe escrevia as cartas.

Entretanto, o rapaz salvou a rapariga e estava quase a beijá-la. Foi então que os hipopótimos regressaram ao corpo deles. Ela disse-lhe que se iriam esquecer de tudo e recordar o que aconteceu apenas como um sonho. E, por fim, beijaram-se.

 09-05-2013

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Golfinhos e andorinhas


Golfinhos

Parecem pássaros sem asas
Têm leques esvoaçantes
Dão saltos empolgantes
Nas águas, as suas casas

Já vi vários na televisão
Nos livros e no Zoomarine
São ilustrados no magazine
Inspirando uma bela canção

Tenho um azul e branquinho
Na cama em cima da almofada
Nado com ele na noite encantada
Acordo e dou-lhe um beijinho


A partir do poema dos golfinhos, criei o das andorinhas, fazendo pequenas alterações.

Andorinhas

Parecem golfinhos sem asas
Têm leques esvoaçantes
Fazem voos empolgantes
Dos ninhos até às águas

Já vi várias na televisão
Nos livros e na cidade
Ilustram a liberdade
Inspirando uma bela canção

Partem para terras distantes
Em busca de calor e comida
Voltam na primavera florida
Trazendo mensagens amantes

Tenho uma preta e branquinha
Na cama em cima da almofada
Voo com ela na noite encantada
Acordo e dou-lhe um beijinho
07-05-2013

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Amor

É difícil para mim
Falar sobre o amor
É um sentimento sem fim
Tanto me dá frio como calor

Amar é saber ouvir
Estar disposto a ajudar
Partilhar momentos a rir
Ou pelos outros a vida dar

Sinto amor pelos meus pais
Pelos amigos e ainda por Deus
Gosto deles cada vez mais
São tesouros sempre meus

Espero, um dia, amar um rapaz
Bom, honesto e carinhoso
Que a cozinhar seja um ás
E que também seja jeitoso
17-04-2013

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Perpétuas-das-areias


Descobri as perpétuas-das-areias
Num dia de sol em que fui à praia
Baixei-me e curiosa cheirei-as
O seu aroma ficou na renda da saia.










Apanhei uns tranquinhos
Com as lindas flores amarelas
Para fazer uns raminhos
E oferecê-los à tia Manuela.














Estava assim tão entretida
Quando num rochedo dei uma pancada
Mas a avó disse logo decidida
As perpétuas são como uma pomada.


          22-04-2013

Alecrim

Foi logo o que eu vi
Um alecrim
Que tão bom aroma tem
No canto do teu jardim

Que bonita flor
É verde e lilás
Eu fui apanhar
Melhor que um ananás

Eu gosto de ti
Como de alecrim
Que encontrei
No teu jardim


18-04-2013