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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

A lira


DESCRIÇÃO

Caixa de ressonância construída a partir de um bloco único de madeira de tília em epícea (picea abies).
Cavete feito em acer pseudoplatamus.
Botão de fixação das cordas em madeira de buxo (buxus sempervirens).
Reforço da aresta do tampo em osso.
Cravelhas e chave de afinação em latão.
Cordas em nylon, mas as tradicionais eram feitas com tripas de carneiro.
Encontrei esta lira no ateliê de construção de cordofones, em Caldas da Rainha, no Largo João de Deus.
Trata-se de uma reprodução feita com todo o rigor pelo músico-construtor Orlando Trindade, em 2008.
A reconstituição foi baseada num instrumento original, do século V, que pertenceu a um soldado anglo-saxónico, encontrado numa escavação arqueológica, na Alemanha.



Na Grécia Antiga, as liras eram os instrumentos de cordas mais usados e a sua representação é comum em vasos cerâmicos e pinturas.
Podemos considerar este instrumento como precursor dos instrumentos de cordas ocidentais.
Era o símbolo de Apolo, o deus da música e da poesia; era também o instrumento preferido dos gregos para acompanhar canções e textos recitados.
                                                                                                2013-10-16

domingo, 23 de junho de 2013

A tartaruga e o cão



Um dia uma tartaruga e um cão estavam num piquenique. A tartaruga desabafou com o cão e contou-lhe:
- Olha, amigo cão, ontem tive uma grande discussão com o pássaro verde. Ele diz que a árvore é só dele, mas eu acho que também me posso servir dela para ficar à sua sombra. Podes-me dar uma ajuda?
- Eu concordo com os dois. – disse o cão.
- Mas, então, vamos lá ver, tu nunca discordas de ninguém? – perguntou a tartaruga.
- Eu não. Mas, agora, chega de conversa, tenho de ir para casa.
Os dois amigos despediram-se e foram para casa.
Quando o cão chegou à sua e viu que o seu irmão lhe tinha comido o osso, ficou furioso.
No dia seguinte, contou à tartaruga e ela respondeu-lhe:
-Eu não te disse: ninguém “agrada a gregos e a troianos”!  
13-03-2013

quarta-feira, 6 de março de 2013

O cavalo de Troia


Os troianos raptaram a rainha grega Helena. Este acontecimento provocou uma guerra entre os dois povos.

Os gregos cercaram Troia, com a certeza de que iria ser uma vitória fácil. Porém, isso não veio a acontecer. 

Então, Ulisses teve a ideia de construírem um cavalo de madeira e ele e alguns companheiros esconderem-se no seu bojo. Os gregos colocaram-no à porta da cidade e fingiram retirar-se.

Desconfiados e atentos, os troianos esperaram alguns dias e só depois é que abriram a porta da cidade. Viram um imponente cavalo de madeira. Inicialmente pensaram destruí-lo, mas depois resolveram ficar com ele. Arrastaram o cavalo para a praça principal e deram início aos festejos.

Ulisses e os companheiros, aproveitando a oportunidade de os troianos estarem cansados, saíram do cavalo e abriram a porta da cidade aos seus companheiros, que esperavam esta oportunidade.

Salvaram a rainha e Ulisses ficou conhecido como o “destruidor de Troia”.

28-11-2011

Resumo de: Ulisses, Maria Alberta Menéres

Ulisses


Quando chegaram à Ciclópia, os marinheiros sentiram-se como formigas perante plantas e animais tão gigantes. Além disso, também estavam aflitos, os gigantes poderiam comê-los e não saberiam como escapar-lhes.

Começaram cautelosamente a explorar a ilha e foram parar a uma gruta. Nesse preciso momento, entrou na gruta um gigante do tamanho de uma árvore e apenas com um olho no mio da testa. 
 
Logo que o vi, devorou dois marinheiros e, depois, tapou a entrada da gruta com um pedregulho.

Ulisses decidiu pôr em prática um plano para saírem dali:

- Vamos dar ao ciclope todo o vinho dos nossos cantis e cegamo-lo com as nossas espadas!

E assim fizeram.

Ao ficar cego, o gigante saiu da gruta a gritar cheio de dores e os marinheiros aproveitaram para fugir.

Correram depressa até ao seu navio e remaram a toda a velocidade em direção a Ítaca.


Conclusão do resumo de: Ulisses, Maria Alberta Menéres

24-12-2011
 

domingo, 27 de janeiro de 2013

O centauro



O centauro era um monstro fabuloso da mitologia grega. Tinha tronco e cabeça humanos e o restante corpo de cavalo.
De acordo com uma lenda, os centauros eram filhos de Zeus e Afrodite.
Os gregos viam nos centauros quer o lado animal e violento, quer o lado do prazer.
Quíron era o maior dos centauros.
04-11-2011