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sábado, 8 de junho de 2013

Voar

Voar era o meu sonho. É um desejo difícil de realizar, pois, como sou pessoa, não tenho essa probabilidade, pois o meu corpo não o permite. Mas nunca vou desistir e já arranjei uma solução. Aqui vai:
Vou num avião, até lá acima, ter com os pássaros e, quando for a hora, faço como os paraquedistas.
O problema, o grande problema, é que eu tenho vertigens. Mas, se for muitas vezes a sítios altos, deixo de ter esse medo e, assim, posso realizar o meu sonho, sempre desejado desde que sou pequenina. Depois, hei de adorar e fazer paraquedismo várias vezes até ser uma profissional.
18-02-2013

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Um jogo inesperado



Um polícia andava a fazer a sua ronda, quando se deparou com dois meninos a jogarem ao berlinde, num passeio. Após o jogo, o polícia perseguiu um dos meninos, deixando-o muito assustado.

No entanto, não havia razão para tal, pois o polícia só queria que o menino ficasse ali a jogar ao berlinde com ele.

Afinal, para brincar a idade não importa!
27-09-2012

sábado, 13 de abril de 2013

História do pássaro que fala da árvore que canta e da água de oiro



Título: História do pássaro que fala da árvore que canta e da água de oiro
Autor: Não está indicado
Ilustrador: Hieronimus Fromm
Editora: Círculo de Leitores

Era uma vez um sultão e uma sultana que tinham três bebés (dois meninos e uma menina), mas tinham-nos perdido, pois as irmãs da sultana atiraram-nas a um rio.
No entanto, um jardineiro amável encontrou-os e cuidou bem deles.
Passado algum tempo, a antiga bebé, agora rapariga chamada Parizada, chamou um homem a sua casa para saber se ela estava perfeita.
Esse senhor disse que nela faltavam três riquezas: a árvore que cantava, o pássaro que falava e a água de oiro, os quais se encontravam junto do velho das barbas brancas.
Então, os dois rapazes partiram à aventura, mas Parizada não, e, se a rosa que esse homem lhe deu começasse a sangrar, eles estavam em perigo.
Os rapazes fizeram o percurso que o velho lhes tinha dito, mas olharam para trás. Como não podiam transformar-se em pedra, Parizada viu a flor a sangrar e então ela seguiu as instruções que o velho lhe deu, salvando os seus irmãos e a sua casa foi classificada como a melhor do mundo.
Um dia, o sultão descobriu que aquelas pessoas que estavam à sua frente eram os seus filhos.
Por fim, fizeram todos uma festa, o jardineiro recebeu uma recompensa e as irmãs da sultana foram castigadas.

A minha opinião sobre o livro:
Eu gostei do livro porque, mesmo com algumas maldades, as personagens ficaram sempre bem.
28-05-2012

quarta-feira, 20 de março de 2013

Retrato de uma cozinheira


Retrato físico

A cozinheira é uma mulher gorda de 40 anos. Usa carrapito e tem as faces rosadas. As suas mãos são ásperas, rijas e habilidosas. A sua barriga parece uma abóbora e as suas pernas são como uns cones agitados.

Ela veste blusa às flores, uma saia justa, pelo joelho, um avental branco. Traz um molho de chaves pendurado à cintura e usa calçado confortável.

Retrato psicológico

A cozinheira é resmungona e tem mau génio. Mas também é meiga, simpática, perfecionista e generosa, pois oferece bolos e barras de chocolate à Isabel.
18-04-2012