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segunda-feira, 8 de julho de 2013

O Brasil na época dos Descobrimentos


Para comemorar o Ano Brasil-Portugal, a EBI de Santo Onofre promove a semana do Brasil, de 22 a 26 de abril. A nossa professora de HGP propôs-nos a realização de um trabalho sobre o Brasil, na época dos Descobrimentos. Eu interessei-me por investigar como se vivia no Brasil, nessa altura.

Quando os Portugueses chegaram ao Brasil, encontraram pessoas que estavam nuas, usavam apenas uma faixa ou fio à cintura, que se enfeitavam com penas, plumas de cores muito vivas e pinturas e tinham arcos e flechas. No Brasil, viviam muitos povos que pertenciam a dois grandes grupos: os Tupi-Guarani e os Arawak, que se entendiam apesar, de falarem variantes da mesma língua. 

Moravam em aldeias com poucas casas ou malocas, mas que eram muito grandes (podiam ter até 200 pessoas)! Eles usavam troncos, ramos ou folhagens para as construírem. No seu interior, só havia uma escadaria e redes para toda a família dormir. Cada aldeia tinha um terreno para o convívio, as reuniões dos chefes e as cerimónias religiosas e era protegida por uma cerca.

Os homens podiam ter várias mulheres. As crianças pertenciam aos seus pais, mas toda a tribo era responsável por elas e ajudava na sua educação. Os órfãos nunca eram abandonados.

Nestes povos, os homens e as mulheres tinham tarefas distintas. As dos homens eram: derrubar árvores; preparar a terra para ser cultivada; fabricar canoas; construir as malocas; caçar; pescar; fazer fogo; lutar; fazer tatuagens numa das suas mulheres. As tarefas das mulheres eram: cultivar a terra; tratar dos animais domésticos; moer grãos para obter farinha; fiar algodão; fabricar redes de dormir, cestos e potes de cerâmica; tratar dos filhos; fazer tatuagens e pinturas nas crianças e nos adultos.

Eu gostei de fazer este trabalho, porque fiquei a conhecer melhor com viviam as pessoas no Brasil, quando os portugueses lá desembarcaram.


Bibliografia: Magalhães, Ana Maria e Alçada, Isabel, “: O Brasil”, Coleção Na crista da onda - nº11, ed. CNCDP e GT do ME p/ Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, set 1996.
2013-04-13

terça-feira, 30 de abril de 2013

Carta imaginária

Alcobaça, 10 de novembro de 2010
Queridos pais:

Ainda bem que participei neste passeio, porque gostei imenso!

Quando vi o castelo de Óbidos, fiquei espantada, pois era muito maior do que eu imaginava. A seguir, andei a passear no caminho perto das ameias e, quando espreitei nelas, observei tudo em meu redor.

Almocei e parti logo para Caldas da Rainha, onde comprei “Beijinhos”, na praça, e visitei as termas.

Dormi num beliche e, ontem, vim para Alcobaça. Vi marionetas e o mosteiro, onde apareceram inesperadamente duas pessoas mascaradas de Pedro e Inês, que nos fizeram uma visita guiada.

Um grande beijinho da vossa filha,

Mariana

PS.: Quando chegar a casa, mostrar-vos-ei umas belas fotos da minha visita.

terça-feira, 12 de março de 2013

D. Pedro I, o justiceiro



Túmulo de D. Pedro I, no Mosteiro de Alcobaça

Título: D. Pedro I, o justiceiro
Autor: Ana Oom
Ilustrador: André Letria
Editora: Expresso
História:
D. Pedro I tinha de casar-se com D. Constança, por ordem de seu pai, D. Afonso IV. Mas ao ver a beleza de D. Inês de Castro (que era dama de companhia de D. Constança), apaixonou-se por ela.
D. Pedro obedeceu a seu pai, mas declarou o seu amor a Inês e viu que era correspondido. No entanto, ambos não queriam trair D. Constança. Apesar disso, D. Afonso IV, logo que soube deste amor, tratou de enviar D. Inês para Castela. Mas, mesmo assim, D. Pedro não se esqueceu dela.
Quando D. Constança morreu, D. Pedro fez com que D. Inês regressasse a Portugal, e viveram aí uns tempos felizes. Mas, quando D. Afonso IV soube disso, mandou matar D. Inês e assim fizeram. Logo que D. Pedro descobriu, prometeu que honraria D. Inês e a sua morte seria vingada.
Passados alguns anos, D. Pedro tornou-se rei de Portugal. Nessa altura, mandou matar os assassinos de D. Inês e fez uma cerimónia, onde coroou a sua amada como “Rainha de Portugal”.
16-01-2012

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Uma viagem no tempo dos Descobrimentos



Se fosse até à Índia, seria uma grande aventura, porque demoraria um ano e meio e haveria muitos segredos para descobrir.
Nas naus, iriam capitães, pilotos, mestres, marinheiros, cirurgiões, padres, escrivães e militares, que comeriam carne, peixe, arroz, presunto e até biscoitos.
Levariam tecidos, azeite, vinho, açúcar, água e trariam especiarias, sedas, pérolas, pedras preciosas, porcelanas, obras de arte e alguns animais exóticos.
Nos tempos livres, fariam festas, onde jogariam xadrez, cartas e dados.

2012-03-02

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

O amor de Pedro e Inês


Título: O amor de Pedro e Inês

Autor: Vanda Marques, Susana Silva e Inês Ferreira

Ilustrador: Susana Silva

Editora: Livros Quetzal

História:

Era uma vez, no reino de Portugal, um príncipe chamado Pedro.

Os seus pais decidiram que ele se iria casar com a princesa Constança. Pedro não a amava e queria casar-se com a sua aia, D. Inês de Castro. Ao dar à luz um filho, D. Constança morreu.

Pedro e Inês tiveram 4 filhos e foram uma família feliz. Mas o pai de Pedro não queria que eles se casassem e por isso mandou 3 homens matarem Inês.

Quando Pedro chegou a casa, após a caçada, viu-a morta. Chorou tanto que jurou que iria coroá-la rainha, colocar-lhe o túmulo mais belo e quando ele morresse deitar-se-ia junto dela.

Cumpriu a promessa e, quando morreu, ficou junto dela, no Mosteiro de Alcobaça.

07-02-2011

Comentário:

Eu gostei deste livro, porque fiquei a saber como foi o amor de Pedro e Inês.