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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Uma ida à praia


No dia 2 de junho deste ano, eu, a minha mãe e a minha amiga Elsa, fomos, pela primeira vez, em 2013, à praia da Foz.
Como foi uma ida à praia, não foi preciso prepararmos muita coisa. Eu e a Elsa vestimos o biquíni, que tínhamos comprado o ano passado, pusemos protetor solar, levámos alguns brinquedos de praia e fomos até à Foz do Arelho.
Lá, estendemos as toalhas e enfiámo-nos logo no mar, que estava frio. Aprendi uma coisa: há sítios no mar que têm muitas, muitas, muitas mais algas que outros! De seguida, fizemos forminhas com os baldes, mas, como era o primeiro de praia, fomo-nos embora. Mas antes, comemos um gelado Big milk!
O meu primeiro dia de praia foi extraordinário!
12-06-2013

quarta-feira, 12 de junho de 2013

O retrato psicológico de Phineas

Phineas é um menino perspicaz e inteligente, que ocupa as férias de verão a inventar novas diversões para se distrair, com os seus irmãos e amigos.
Ele é tão criativo que consegue construir as coisas mais fantásticas jamais inventadas, tais como: uns sapatos que permitem viajar super-rápido ou um tradutor das vozes dos animais. Ao pôr em prática os seus projetos, ele revela alguma irresponsabilidade, pois corre imensos riscos, mas também mostra que é vivo, extrovertido, trabalhador, disciplinado e rápido.
Eu gostaria de ter um amigo assim tão generoso, simpático, honesto, pacífico e brincalhão como o Phineas.
20-02-2013

domingo, 9 de junho de 2013

O meu diário do dia do trabalhador

Quarta-feira, 1 de Maio de 2013

Querido diário, como hoje é feriado por ser o dia do trabalhador, não tive aulas e, por isso pude levantar-me mais tarde. Tomei o pequeno-almoço e aproveitei para ver a SIC.
Ainda estava a dar a última dentada no queijo e no fiambre, quando comecei a fazer os TPC de Matemática, quase até à hora do almoço. Achei graça a um problema em que só restou 1/60 de sumo a um menino. Mais vala que os colegas tivessem bebido tudo.
A seguir, fui a casa da E. para saber se havia apontamentos de LP da aula em que eu faltei para passar. Não havia nada, só o cheiro do frango, que o pai da E. estava a assar, e que me abriu o apetite. Ela também me deu as muletas, que eu lhe tinha emprestado, e fui a brincar com elas até casa.
Quando cheguei, o almoço já estava na mesa e eu comi-o num instante, mas quase que não me soube bem, porque nas notícias só falavam da crise e dos problemas dos trabalhadores e dos desempregados.
Depois, fui espreitar o meu blog, para saber quantas visualizações é que tinha. Já tenho mais que 3333!
Às duas da tarde, fui com os pais distribuir, a alguns cafés, cartazes da biodanza. A mãe anda mais animada, desde que anda lá.
Como se aproxima o teste de Inglês, estudei para ele e, em seguida, lanchei pão com manteiga e leite.
Ainda acabei de pintar o desenho de EV, enquanto vi o Disney Channel.
Sem me aperceber, chegou a hora do jantar.
Depois da escrita deste diário, ainda espero fazer um joguito com os pais.
Até amanhã.

sábado, 9 de março de 2013

Morar



A amizade profunda é criança que mora no sonho da vida.


A brincadeira desejada é sorriso que mora nas dunas da gratidão.

A felicidade mágica é pássaro que mora no jardim florido.


A liberdade mágica é flor que mora na boca do amigo.

A simpatia atraente é recompensa que mora no ninho de palha.

A paz sincera é sol que mora no coração da inocência.

O amor feliz é água que mora ao lado do deserto.

A saudade contagiante é tesouro que mora na corrente da vida.

A alegria infinita é brinquedo que mora no sonho da criança.

                                                                             14-02-2012

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Férias em Sines e S. Torpes


O meu tio arranjou-nos uma casa em Sines para ficarmos lá 15 dias.

Fomos ao castelo de Sines e subimos às suas muralhas. Dentro do castelo, também havia um museu muito interessante e engraçado. Numa das salas, podíamos tocar num monitor, que tinha num mapa nomes de países relacionados com os descobrimentos, e, logo de seguida, aparecia, num ecrã gigante, a “Música do Mundo” relacionada com cada país e também uma informação histórica. Vimos ainda um filme sobre a vida de Vasco da Gama e, já perto do mar, apreciei a sua estátua.

Conhecemos os tesouros, que estão na igreja da N.ª S.ª das Salas e vimos a sua imagem a ser levada nuns barcos, para dar uma volta no oceano Atlântico.

Como havia feira de artesanato, passámos por lá e comprámos uma prenda para os avós.

Junto a Sines, há uma terra chamada S. Torpes, que tem uma praia com água morninha. Essa água é aquecida pela central termoelétrica. Como também estive com os meus avós, passeei pela beira-mar – acho que andei 3Km – e encontrei meninos com quem brincar.
As minhas férias foram deliciosas.
19-09-2011

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Uma ideia genial



“O coração do Gigante enterneceu-se, ao olhar lá para fora.
- Tenho sido tão egoísta! – reconheceu ele. – Agora percebo a razão por que a primavera não aparecia. Vou derrubar o muro. O meu jardim será para sempre o lugar de recreio das crianças.”

Wilde, Oscar, Contos, Lisboa, Lisboa Editora, 2008 (Adapt.)


Continuação da história "O Gigante Egoísta":

- Quer ajuda para derrubar o muro? – perguntou-lhe uma menina muito entusiasmada.
- Essa tarefa é mais adequada para adultos, - disse o Gigante – mas estão convidados para ajudar-me a apanhar os bocados que caírem no chão.
- Também seria mais divertido se houvesse baloiços nas árvores e escorregas. – propôs um menino muito interessado.
- E, se tivesse um lago, eu até traria o meu peixinho vermelho. – sugeriu outra menina.
- Que belas ideias! – exclamou o Gigante. E também vou colocar uma placa com a identificação das plantas.
E passado um mês, aquele jardim estava tão maravilhoso que as crianças passaram a estudar ali a natureza com um guia muito peculiar – o Gigante!

02-05-2012

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Um pátio de diversões



Naquele pátio, havia crianças muito diferentes, que brincavam com muita amizade.
Do seu “palácio”, o autor apreciava os diversos jogos tradicionais que elas faziam.
Quando subia as escadas mais alto, parecia-lhe que as crianças eram todas iguais.
Às vezes, o autor aventurava-se a ir brincar com elas. As crianças recebiam-no com simplicidade e ensinavam-lhe os seus jogos.
Apesar de, em sua casa, o proibirem de brincar com os meninos pobres, ele preferia jogar com eles a estar sozinho no seu quarto de brinquedos.
                                                                     02/12/2011