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quarta-feira, 12 de junho de 2013

O retrato psicológico de Phineas

Phineas é um menino perspicaz e inteligente, que ocupa as férias de verão a inventar novas diversões para se distrair, com os seus irmãos e amigos.
Ele é tão criativo que consegue construir as coisas mais fantásticas jamais inventadas, tais como: uns sapatos que permitem viajar super-rápido ou um tradutor das vozes dos animais. Ao pôr em prática os seus projetos, ele revela alguma irresponsabilidade, pois corre imensos riscos, mas também mostra que é vivo, extrovertido, trabalhador, disciplinado e rápido.
Eu gostaria de ter um amigo assim tão generoso, simpático, honesto, pacífico e brincalhão como o Phineas.
20-02-2013

sábado, 13 de abril de 2013

História do pássaro que fala da árvore que canta e da água de oiro



Título: História do pássaro que fala da árvore que canta e da água de oiro
Autor: Não está indicado
Ilustrador: Hieronimus Fromm
Editora: Círculo de Leitores

Era uma vez um sultão e uma sultana que tinham três bebés (dois meninos e uma menina), mas tinham-nos perdido, pois as irmãs da sultana atiraram-nas a um rio.
No entanto, um jardineiro amável encontrou-os e cuidou bem deles.
Passado algum tempo, a antiga bebé, agora rapariga chamada Parizada, chamou um homem a sua casa para saber se ela estava perfeita.
Esse senhor disse que nela faltavam três riquezas: a árvore que cantava, o pássaro que falava e a água de oiro, os quais se encontravam junto do velho das barbas brancas.
Então, os dois rapazes partiram à aventura, mas Parizada não, e, se a rosa que esse homem lhe deu começasse a sangrar, eles estavam em perigo.
Os rapazes fizeram o percurso que o velho lhes tinha dito, mas olharam para trás. Como não podiam transformar-se em pedra, Parizada viu a flor a sangrar e então ela seguiu as instruções que o velho lhe deu, salvando os seus irmãos e a sua casa foi classificada como a melhor do mundo.
Um dia, o sultão descobriu que aquelas pessoas que estavam à sua frente eram os seus filhos.
Por fim, fizeram todos uma festa, o jardineiro recebeu uma recompensa e as irmãs da sultana foram castigadas.

A minha opinião sobre o livro:
Eu gostei do livro porque, mesmo com algumas maldades, as personagens ficaram sempre bem.
28-05-2012

domingo, 7 de abril de 2013

A aventura em busca de um tesouro



Era uma vez, num reino muito, muito distante, um senhor muito rico, que tinha morrido. Então, decidiu enterrar todas as riquezas antes de morrer, numa gruta, que todos diziam ser amaldiçoada.
Eu, ouvindo esta história, decidi partir à aventura.
Primeiro, fui a esse reino e nada de especial me aconteceu, mas, quando entrei na gruta, ouvi uma voz a dizer:
- Se entrares, serás comida por flores carnívoras!
Nesse momento, fiquei assustada, mas sabia que tinha uma proteção especial para elas não me comerem. Então, usei-a e cheguei a um lugar que tinha um X. Vendo-o, escavei-o e encontrei o tal tesouro.
A partir daí, todos os pobres ficaram sem dificuldades, pois partilhei as riquezas que encontrei.

Uma questão:
O que seria aquela proteção contra as plantas carnívoras?
05-2012


terça-feira, 19 de março de 2013

O relógio que se encontrou entre os entulhos de uma casa em ruínas



Título: O relógio que se encontrou entre os entulhos de uma casa em ruínas 
                                                      
Autor: José António Portilho
 
Ilustrador: Carmen Puchol

Editora: Civilização: Kalandraka 

História:
 
O autor do texto visitou uma cidade no sul de Itália. Numa casa em ruínas encontrou um relógio estranho. 

Perguntou a um polícia se tinha informações sobre ele. O polícia respondeu-lhe que uma relojoaria saberia.

O senhor da relojoaria pediu-lhe para ficar com o relógio para o investigar.

Uns dias mais tarde telefonou-lhe e disse-lhe que esse relógio era de um mestre e de uma criança que colecionavam relógios e os escondiam para que os homens cinzentos não tirassem o tempo às crianças.

Porém, um dia esses homens descobriram-nos e destruíram-nos a todos, menos a um.    

O autor do texto lembrou-se que aquele tinha sido feito por umas crianças que, quando tinham feito uma corrida, apanharam ferros para fazerem várias máquinas. 

O autor também se lembrou que esse relógio poderia servir para contar histórias.

A minha opinião sobre o livro:

Eu gostei do livro, porque fala-nos de um relógio estranho e eu gosto de coisas diferentes.       

                                                               05-03-2012  

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

quinta-feira, 14 de junho de 2012

A corrida mais louca do mundo


“O sol parecia querer dormir. A tarde ficou, de súbito, escura, a noite caiu e chegou a madrugada…”


As três equipas finais preparavam-se, agora, para começar a última etapa da “Corrida mais louca do mundo”, que se passava em Paris.

A dupla Azuis Anzóis, abrindo o primeiro envelope, descobriu que tinha de entrar numa “pirâmide transparente”. Pensaram que deviam ir para o Museu do Louvre, porque entra-se nele por uma pirâmide de vidro. Pelo caminho, foram ultrapassados pelos Amarelos Belos, que conseguiram chegar primeiro. À entrada, receberam um envelope da tarefa, que era identificar, entre 29 quadros falsificados e um verdadeiro, o original da Gioconda.

Apesar de as duas equipas se terem despachado a chegar, foram os Encarnados Ensolarados que conseguiram desvendar o mistério mais rapidamente.
Seguiram logo de barco para o “centro de Paris”. Aí tinham de construir uma maquete da catedral de Notre Dame. Entretanto, chegaram as outras equipas, mas como a tarefa tinha de ficar perfeita, foram os Amarelos Belos os primeiros a cumpri-la.
Receberam o último envelope no qual se pedia para subirem a 300m de altura. Descobriram imediatamente que deviam atravessar o Sena e apanhar o metro rumo à Torre Eiffel.

Quando chegaram, viram que os Encarnados Ensolarados saíam de um táxi e iam tirar os bilhetes. Então correram a toda a velocidade conseguindo comprar primeiro os bilhetes para o elevador.

Os Azuis Anzóis, ao chegarem, viram que a fila de espera era enorme e, por isso, decidiram subir pelas escadas. Os primeiros 500 degraus foram fáceis, mas depois parecia que as pernas pesavam toneladas. No entanto, encorajaram-se com as vistas extraordinárias de Paris, lutando para vencer o cansaço.


E assim, conseguiram ser os vencedores desta última etapa, ganhando um milhão de dólares.

Logo após, apareceram os Amarelos Belos e, por fim, os Encarnados Ensolarados, que pareciam os mais cansados por terem esperado 3 horas pelo elevador.

Mas, como todos deram o seu melhor, receberam um almoço grátis, num dos melhores restaurantes franceses.

2012-04-14