domingo, 22 de junho de 2014

Loureiro

Loureiro, loureiro,
Que belo teu cheiro
No Mediterrâneo
Onde és espontâneo.

Tens folhas vistosas,
Fica a carne gostosa;
Para a digestão
Faço a infusão.

Tuas negras bagas
São muito bem pagas,
Quando em óleo feitas
Prás minhas maleitas.

Já na Grécia antiga,
Deixa que eu te diga,
As coroas de louro
Eram um tesouro!   
                                                                     2014-05-09


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