domingo, 9 de junho de 2013

O meu diário do dia do trabalhador

Quarta-feira, 1 de Maio de 2013

Querido diário, como hoje é feriado por ser o dia do trabalhador, não tive aulas e, por isso pude levantar-me mais tarde. Tomei o pequeno-almoço e aproveitei para ver a SIC.
Ainda estava a dar a última dentada no queijo e no fiambre, quando comecei a fazer os TPC de Matemática, quase até à hora do almoço. Achei graça a um problema em que só restou 1/60 de sumo a um menino. Mais vala que os colegas tivessem bebido tudo.
A seguir, fui a casa da E. para saber se havia apontamentos de LP da aula em que eu faltei para passar. Não havia nada, só o cheiro do frango, que o pai da E. estava a assar, e que me abriu o apetite. Ela também me deu as muletas, que eu lhe tinha emprestado, e fui a brincar com elas até casa.
Quando cheguei, o almoço já estava na mesa e eu comi-o num instante, mas quase que não me soube bem, porque nas notícias só falavam da crise e dos problemas dos trabalhadores e dos desempregados.
Depois, fui espreitar o meu blog, para saber quantas visualizações é que tinha. Já tenho mais que 3333!
Às duas da tarde, fui com os pais distribuir, a alguns cafés, cartazes da biodanza. A mãe anda mais animada, desde que anda lá.
Como se aproxima o teste de Inglês, estudei para ele e, em seguida, lanchei pão com manteiga e leite.
Ainda acabei de pintar o desenho de EV, enquanto vi o Disney Channel.
Sem me aperceber, chegou a hora do jantar.
Depois da escrita deste diário, ainda espero fazer um joguito com os pais.
Até amanhã.

sábado, 8 de junho de 2013

Voar

Voar era o meu sonho. É um desejo difícil de realizar, pois, como sou pessoa, não tenho essa probabilidade, pois o meu corpo não o permite. Mas nunca vou desistir e já arranjei uma solução. Aqui vai:
Vou num avião, até lá acima, ter com os pássaros e, quando for a hora, faço como os paraquedistas.
O problema, o grande problema, é que eu tenho vertigens. Mas, se for muitas vezes a sítios altos, deixo de ter esse medo e, assim, posso realizar o meu sonho, sempre desejado desde que sou pequenina. Depois, hei de adorar e fazer paraquedismo várias vezes até ser uma profissional.
18-02-2013

terça-feira, 21 de maio de 2013

Lontra: um animal em vias de extinção



Nome científico: Lutra lutra
Dimensões: 60/90cm
Peso: 6/10 Kg
Área geográfica: Europa, Ásia, América
Habitat: Zonas húmidas, águas continentais
Alimentação: peixes, crustáceos, anfíbios, aves…
Reprodução: gestação 63 dias, 1-5 crias 
Tempo médio de vida: 6/8 anos

A Lontra é um animal carnívoro com um modo de vida semiaquático. O seu corpo é fusiforme, com membros curtos e uma cauda longa (de comprimento superior a mais de metade do tamanho do corpo). O pescoço, embora largo, é reduzido, a cabeça é achatada e larga e tem umas orelhas pequenas. Os olhos são pequenos e encontram-se deslocados para a parte superior da cabeça. Tem uma visão perfeita debaixo de água. A pelagem é castanho-escura sendo progressivamente mais clara ao atingir a região ventral. Tem o mesmo peso molhada ou seca.
 A lontra é um dos animais mais brincalhões. Os seus jogos, que podem ter lugar dentro ou fora da água, chegam a incluir o uso de objetos (como frutos, paus ou pedras) ou o escorregar na neve ou em encostas enlameadas.
É um dos mais belos, interessantes e ameaçados mamíferos.
A população Portuguesa desta espécie é, ainda, uma das mais saudáveis do continente europeu. No entanto, devido à deterioração dos habitats aquáticos, à perturbação pelo homem, à mortalidade acidental e à caça ilegal, este ser vivo está em vias de extinção.
De todos os fatores da sua extinção, a caça é o que me parece mais inacreditável, pois está relacionado com a vaidade.
A caça da lontra é feita no seu habitat e ocorre sempre no inverno, quando o pelo é mais longo, brilhante e abundante.
Elas podem ser mortas à paulada, estranguladas, ou eletrocutadas para não estragar a sua pele.
Para se fazer um casaco de pele de comprimento médio matam-se 14 lontras.
Todos nós devemos lutar para que isto não volte a acontecer, fazendo escolhas mais ecológicas.

Bibliografia:
20/10/12

Borboleta


segunda-feira, 13 de maio de 2013

Mariana



Mariana é a personagem de “Chocolate à Chuva” que mais me fascinou, por ser muito atenciosa para com os outros. Ela preocupa-se com os problemas dos seus colegas e da sua irmã e empenha-se em ajudá-los, pois pensa que “nada é o fim do mundo”. 

É muito criativa, sabendo inventar histórias e brincadeiras bem divertidas, que animam quem a rodeia. Mariana é uma verdadeira amiga, que nos pode servir de exemplo para a vida real.
30-01-2013

sexta-feira, 10 de maio de 2013

A vida da Susana

A Susana tem a sua vida dificultada, pois os seus pais obrigam-na a ser uma menina perfeita: ela tem de estar sempre muito arranjada, ser bem educada e nunca fazer nada que a retire do seu bem-estar. Devido a esta superproteção, ela é excluída de muitas atividades que as suas colegas realizam naturalmente, apesar de ter interesse em fazê-lo. Por isto, ela sente-se muito envergonhada e pensa que ninguém gosta dela.

Na minha opinião, a Susana não crescerá como pessoa, se os seus pais continuarem a mimá-la, não a deixando correr riscos, aprender com os seus próprios erros e viver em liberdade.
14-10-2013

sábado, 4 de maio de 2013

A crise

A crise económica e social é uma fase de perdas, em que se põe em causa o equilíbrio estabelecido.
Portugal está em crise, porque tem uma grande dívida (défice), que deixou crescer muito, ao longo dos anos, sobretudo a partir de 2008. Investiu-se muito em obras públicas e sociais, o que obrigou o Estado a pedir cada vez mais dinheiro aos mercados. Mas estes ao verem que Portugal não pagava o que devia e porque também tiveram a sua própria crise, passaram a não querer emprestar dinheiro ou a exigir juros muito elevados.
A situação ficou tão grave que Portugal teve de pedir ajuda à Troika (representantes de três instituições internacionais: FMI, Banco Central Europeu e Comissão Europeia). Para receber dinheiro através da Troika, Portugal teve de comprometer-se a aplicar muitas medidas, que têm gerado muito desemprego, falência de empresas e empobrecimento. Os portugueses sentiram-se assim privados de muitos bens a que se tinham habituado, como ter casa própria, bons carros, boas roupas, férias…Os tempos não vão para isso. Nem os tempos, nem as pessoas, nem nada.
Para além do Estado, também nós somos responsáveis por esta crise, porque, com colaboração dos bancos, também nos endividámos bastante.
Portugal já tinha recebido muito dinheiro da Comunidade Europeia, mas não soube aproveitá-lo para criar riqueza, por exemplo, através da exploração dos recursos do mar ou da agricultura. Por outro lado, as nossas importações foram sempre superiores às exportações.
Apesar de, recentemente, os mercados já estarem mais confiantes e, por isso, os juros terem baixado, ainda temos de descobrir novas formas de combater esta situação. 
21-01-2013

terça-feira, 30 de abril de 2013

Carta imaginária

Alcobaça, 10 de novembro de 2010
Queridos pais:

Ainda bem que participei neste passeio, porque gostei imenso!

Quando vi o castelo de Óbidos, fiquei espantada, pois era muito maior do que eu imaginava. A seguir, andei a passear no caminho perto das ameias e, quando espreitei nelas, observei tudo em meu redor.

Almocei e parti logo para Caldas da Rainha, onde comprei “Beijinhos”, na praça, e visitei as termas.

Dormi num beliche e, ontem, vim para Alcobaça. Vi marionetas e o mosteiro, onde apareceram inesperadamente duas pessoas mascaradas de Pedro e Inês, que nos fizeram uma visita guiada.

Um grande beijinho da vossa filha,

Mariana

PS.: Quando chegar a casa, mostrar-vos-ei umas belas fotos da minha visita.

domingo, 28 de abril de 2013

Um susto alegre



Faltaria pouco tempo para o meu aniversário e ninguém falaria dele, nem de convites, de prendas, de comidas, nada. Pareceria que todos se tinham esquecido desse dia tão especial para mim. 

Já um pouco desesperada, perguntaria à minha mãe o que se passava e ela, para meu sofrimento, responder-me-ia que, devido à crise, não iríamos fazer festa; ficaria apenas em casa com os pais.

Mas, para meu espanto, apareceriam, em casa, os meus familiares e amigos, que fariam uma ótima festa surpresa.

11-10-2012

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Um jogo inesperado



Um polícia andava a fazer a sua ronda, quando se deparou com dois meninos a jogarem ao berlinde, num passeio. Após o jogo, o polícia perseguiu um dos meninos, deixando-o muito assustado.

No entanto, não havia razão para tal, pois o polícia só queria que o menino ficasse ali a jogar ao berlinde com ele.

Afinal, para brincar a idade não importa!
27-09-2012