Eu escrevi aqui as minhas histórias e os meus textos sobre as minhas leituras, pesquisas e viagens, que realizei durante o 1º e o 2º ciclo.
terça-feira, 21 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Mariana
Mariana é a personagem de “Chocolate à Chuva” que mais me
fascinou, por ser muito atenciosa para com os outros. Ela preocupa-se com os
problemas dos seus colegas e da sua irmã e empenha-se em ajudá-los, pois pensa
que “nada é o fim do mundo”.
É muito criativa, sabendo inventar histórias e brincadeiras
bem divertidas, que animam quem a rodeia. Mariana é uma verdadeira amiga, que
nos pode servir de exemplo para a vida real.
30-01-2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
A vida da Susana
A Susana tem a sua vida
dificultada, pois os seus pais obrigam-na a ser uma menina perfeita: ela tem de
estar sempre muito arranjada, ser bem educada e nunca fazer nada que a retire
do seu bem-estar. Devido a esta superproteção, ela é excluída de muitas
atividades que as suas colegas realizam naturalmente, apesar de ter interesse
em fazê-lo. Por isto, ela sente-se muito envergonhada e pensa que ninguém gosta
dela.
Na minha opinião, a Susana
não crescerá como pessoa, se os seus pais continuarem a mimá-la, não a deixando
correr riscos, aprender com os seus próprios erros e viver em liberdade.
14-10-2013
sábado, 4 de maio de 2013
A crise
A
crise económica e social é uma fase de perdas, em que se põe em causa o
equilíbrio estabelecido.
Portugal
está em crise, porque tem uma grande dívida (défice), que deixou crescer muito,
ao longo dos anos, sobretudo a partir de 2008. Investiu-se muito em obras
públicas e sociais, o que obrigou o Estado a pedir cada vez mais dinheiro aos
mercados. Mas estes ao verem que Portugal não pagava o que devia e porque
também tiveram a sua própria crise, passaram a não querer emprestar dinheiro ou
a exigir juros muito elevados.
A
situação ficou tão grave que Portugal teve de pedir ajuda à Troika
(representantes de três instituições internacionais: FMI, Banco Central Europeu
e Comissão Europeia). Para receber dinheiro através da Troika, Portugal teve de
comprometer-se a aplicar muitas medidas, que têm gerado muito desemprego,
falência de empresas e empobrecimento. Os portugueses sentiram-se assim
privados de muitos bens a que se tinham habituado, como ter casa própria, bons
carros, boas roupas, férias…Os tempos não vão para isso. Nem os tempos, nem as pessoas,
nem nada.
Para
além do Estado, também nós somos responsáveis por esta crise, porque, com
colaboração dos bancos, também nos endividámos bastante.
Portugal
já tinha recebido muito dinheiro da Comunidade Europeia, mas não soube
aproveitá-lo para criar riqueza, por exemplo, através da exploração dos
recursos do mar ou da agricultura. Por outro lado, as nossas importações foram
sempre superiores às exportações.
Apesar
de, recentemente, os mercados já estarem mais confiantes e, por isso, os juros
terem baixado, ainda temos de descobrir novas formas de combater esta situação.
21-01-2013
terça-feira, 30 de abril de 2013
Carta imaginária
Alcobaça, 10 de
novembro de 2010
Queridos pais:
Ainda bem que participei
neste passeio, porque gostei imenso!
Quando vi o castelo de
Óbidos, fiquei espantada, pois era muito maior do que eu imaginava. A seguir,
andei a passear no caminho perto das ameias e, quando espreitei nelas, observei
tudo em meu redor.
Almocei e parti logo para
Caldas da Rainha, onde comprei “Beijinhos”, na praça, e visitei as termas.
Dormi num beliche e, ontem, vim para Alcobaça. Vi marionetas e o mosteiro, onde apareceram inesperadamente duas pessoas mascaradas de Pedro e Inês, que nos fizeram uma visita guiada.
Um grande beijinho da vossa filha,
Mariana
PS.: Quando chegar a casa,
mostrar-vos-ei umas belas fotos da minha visita.
domingo, 28 de abril de 2013
Um susto alegre
Faltaria
pouco tempo para o meu aniversário e ninguém falaria dele, nem de convites, de
prendas, de comidas, nada. Pareceria que todos se tinham esquecido desse dia
tão especial para mim.
Já
um pouco desesperada, perguntaria à minha mãe o que se passava e ela, para meu
sofrimento, responder-me-ia que, devido à crise, não iríamos fazer festa;
ficaria apenas em casa com os pais.
Mas,
para meu espanto, apareceriam, em casa, os meus familiares e amigos, que fariam
uma ótima festa surpresa.
11-10-2012
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Um jogo inesperado
Um polícia andava a fazer a
sua ronda, quando se deparou com dois meninos a jogarem ao berlinde, num
passeio. Após o jogo, o polícia perseguiu um dos meninos, deixando-o muito
assustado.
No entanto, não havia razão
para tal, pois o polícia só queria que o menino ficasse ali a jogar ao berlinde
com ele.
Afinal, para brincar a idade
não importa!
27-09-2012
domingo, 14 de abril de 2013
Água, fonte de vida e de energia …
A água é um recurso natural
indispensável à vida de todos os seres vivos. Eles usam-na para se alimentarem
e até é o habitat de alguns - os peixes. Os homens também a utilizam na
agricultura, na culinária, na higiene do seu corpo, do vestuário e da casa.
Desde a antiguidade, o homem
utiliza a força da água para mover azenhas e como meio deslocação.
Mais tarde, com a descoberta
da força do vapor de água, passou a haver comboios, barcos e até máquinas
industriais movidas pela sua energia.
Atualmente, nos rios, são
construídas barragens que produzem eletricidade, a partir da energia da água em
movimento. Espero que, no futuro, todos saibamos proteger este bem tão
precioso.
31-05-2012
sábado, 13 de abril de 2013
História do pássaro que fala da árvore que canta e da água de oiro
Autor: Não está indicado
Ilustrador: Hieronimus Fromm
Editora: Círculo de Leitores
Era uma vez um sultão e uma
sultana que tinham três bebés (dois meninos e uma menina), mas tinham-nos
perdido, pois as irmãs da sultana atiraram-nas a um rio.
No entanto, um jardineiro
amável encontrou-os e cuidou bem deles.
Passado algum tempo, a
antiga bebé, agora rapariga chamada Parizada, chamou um homem a sua casa para
saber se ela estava perfeita.
Esse senhor disse que nela
faltavam três riquezas: a árvore que cantava, o pássaro que falava e a água de
oiro, os quais se encontravam junto do velho das barbas brancas.
Então, os dois rapazes
partiram à aventura, mas Parizada não, e, se a rosa que esse homem lhe deu
começasse a sangrar, eles estavam em perigo.
Os rapazes fizeram o
percurso que o velho lhes tinha dito, mas olharam para trás. Como não podiam
transformar-se em pedra, Parizada viu a flor a sangrar e então ela seguiu as
instruções que o velho lhe deu, salvando os seus irmãos e a sua casa foi
classificada como a melhor do mundo.
Um dia, o sultão descobriu
que aquelas pessoas que estavam à sua frente eram os seus filhos.
Por fim, fizeram todos uma festa,
o jardineiro recebeu uma recompensa e as irmãs da sultana foram castigadas.
A minha opinião sobre o
livro:
Eu gostei do livro porque,
mesmo com algumas maldades, as personagens ficaram sempre bem.
28-05-2012
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