quarta-feira, 3 de abril de 2013

Nove vezes nove? Oitenta e um. Sete macacos e tu és um


Título: Nove vezes nove? Oitenta e um. Sete macacos e tu és um  

Autor: António Torrado 

Ilustrador: Chico 

Editora: Civilização 

Era uma vez um macaco que tinha decidido ler um livro, mas não conseguia: virava-o ao contrário, punha-se a fazer o pino, … nada resultava.

Então, começou a chorar, mas apareceu-lhe um cágado que lhe disse que assim magoava mais a vista. 

De súbito, o macaco lembrou-se de que devia ir ao oftalmologista. E assim fez.

O médico pediu-lhe para ele ler umas letras, mas o macaco não conseguiu e também lhe pôs uns óculos e … nada! Lembrou-se então de lhe passar uma receita para ir ter com a Dona Madalena Paciente.

E assim começou a ir à escola. No recreio, era o melhor. Nas aulas, estava sempre muito atento: decorava contas como nove vezes nove oitenta e um, sete macacos e tu és um, ou a palavra banana. 

O autor deste texto diz que seria engraçado se o macaco conseguisse, um dia, ler esta história e perceber o que ela conta.

A minha opinião sobre o livro: 

Eu gostei deste texto porque achei muita graça às macaquices que o macaco inventou para tentar ler.
    14-05-2012

sexta-feira, 29 de março de 2013

As plantas

 Todas as plantas (ervas, arbustos e árvores) são importantes, pois fabricam oxigénio, que é necessário para os seres vivos viverem.
As árvores dão: frutos, folhas, madeira, resina, cortiça, sombra e abrigo.
Os frutos e as folhas servem de alimento aos animais.
A madeira pode ser transformada em papel, mobiliário, brinquedos, em carvão e é também usada na construção civil e naval.
A resina é usada como material para fabricar tintas e colas.
A cortiça serve para fazer diversos objetos: malas, carteiras, calçado e também para revestir paredes.
As plantas servem ainda na decoração e têm uso medicinal.
Por todas estas razões, as plantas devem ser bem tratadas: regadas, evitar a utilização de fertilizantes, trata-las das pragas, evitar os incêndios e protege-las da poluição. 

        20-04-2012

quarta-feira, 27 de março de 2013

A noite dos animais inventados



Título: A noite dos animais inventados 

Autor: David Machado 

Ilustrador: Teresa Lima 

Editora: Editorial Presença

Jonas não conseguia dormir. Então, decidiu inventar uma galinha para lhe fazer companhia. 

A galinha, ao cacarejar, acordou um irmão de Jonas, Jeremias, que decidiu inventar um leopardo.

Jeremias disse que o leopardo não fazia mal às pessoas, mas aos animais.

Então, o leopardo inventado começou a correr atrás da galinha inventada. Com esse barulho, os gémeos, Jacinto e Jaime, acordaram.

E começaram todos a inventar mais animais. Até um dinossauro que fez com que todos ficassem apertados, por ser tão grande.

Então, decidiram inventar uma floresta inventada, um comboio inventado e uma estação de comboios inventada. E assim foi. Quando a última carruagem estava a passar, os pais chegaram ao quarto para os vir acordar.

A minha opinião sobre o livro: 

Eu gostei desta história, porque me mostrou de um modo giro que as crianças resolvem os problemas inventando boas soluções para eles.

16-04-2012



O dia em que a barriga rebentou



Título: O dia em que a barriga rebentou

Autor: José Fanha 

Ilustrador: Maria João Gromicho

Editora: Gailivro

O autor, em todas as refeições, costuma comer comida saudável. Como: salada, pão, leite água, …

Mas nem toda a gente faz assim. Uns bichos pretos e comilões só comem as comidas que fazem mal: refrigerantes, hamburgers com molhos, doces, muito mel, …

Esses bichos comiam tanto, tanto que um dia o filho bisnau (que era o nome dos bichos desta espécie) tinha a barriga tão cheia que até rebentou! Quer dizer, deu um estoiro.

Então, foi para o hospital, onde o médico disse que ele tinha de parar de comer daquele modo e fazer exercício físico. E assim foi!

A minha opinião sobre o livro:
Eu gostei do livro, porque com ele eu aprendi que devo comer comida saudável.
10-04-2012

segunda-feira, 25 de março de 2013

Diálogos desencontrados

A caminho de S. Martinho do Porto…
- Estamos perto de que estação?
- Estamos a chegar à estação de S. Martinho do Porto.
- Ó José, eu queria saber qual é a próxima estação do ano!
- E eu pensei que estavas a falar da estação dos comboios.
Palavras Homónimas

No café…
- Sinto-me apertado.
- Então, desaperta o cinto.
- Preciso de outro conselho
- Não te posso dar um concelho, porque as freguesias não se dão!
- Mas o que eu te peço é uma opinião…
- Estou sem ideias.
- Cem são muitas; basta só uma!
Palavras Homófonas
  
 Ao chegar a casa da avó Emília…
- Já deste o teu cumprimento à avó Emília?
- Mas para que é que ela precisa de saber quanto é que eu meço?
- Não é o teu comprimento, mas sim se já lhe deste um beijinho?
Palavras Parónimas


Na cozinha…
- Põe o molho dentro da tua mala.
- Mas queres que eu suje a mala com molho de tomate?!
- Não! Quero que tu metas as chaves na mala.

Palavras Homógrafas

23-01-2013

domingo, 24 de março de 2013

O Faísca



O cão Faísca e o seu dono Manuel estavam tristes, pois iam separar-se.
O senhor que o ia comprar, o pai da Luísa, pensou que o melhor era desistir, pois ao rapaz custava muito separar-se do cão.
Mas a tia Júlia precisava de dinheiro, então indicou-lhe o preço e o pai da Luísa entregou-lho.
O Faísca não gostou da Luísa naquele momento: era só preciso ela pedir ou chorar para os pais lhe darem tudo o que ela queria.
O pai da Luísa, a tia Júlia e um vizinho empurraram-no para dentro de um automóvel. O cão tentou resistir, mas não conseguiu.
O Faísca ainda ganiu e o Manuel chamou-o, mas o automóvel virou e nunca mais se viram.

 24-04-2012

quinta-feira, 21 de março de 2013

O veado florido



Título: O veado florido 
          
Autor: António Torrado

Ilustrador: Leonor Praça

Editora: Civilização: Pim-Pam-Pum

Numa terra havia um senhor muito rico que espalhava, pelos quatro cantos do mundo, criados em busca de animais espantosos para, quando os visitantes fossem a sua casa, ficassem maravilhados. 

Um desses exploradores encontrou, numa floresta silenciosa, um veado florido e raptou-o.

Pelo caminho, reparou que ele não tinha flores, mas pensou que, quando fosse Primavera, as recuperaria.

Quando o criado chegou a casa do amo, ele não o aceitou.
 
Chegou a Primavera, as hastes do veado não floriram e ele e os outros animais não comiam. Todos morreram, exceto o veado. 

O amo mandou deitar abaixo as jaulas e libertar o veado. 

Quando o veado chegou à álea da floresta, já tinha flores. O criado reparou e avisou o amo, mas quando ele foi ao portão já o veado florido tinha desaparecido.

A minha opinião sobre o livro: 

Eu gostei do livro, porque gosto de veados, de flores e de animais diferentes.                                                  
27-02-2012

quarta-feira, 20 de março de 2013

Retrato de uma cozinheira


Retrato físico

A cozinheira é uma mulher gorda de 40 anos. Usa carrapito e tem as faces rosadas. As suas mãos são ásperas, rijas e habilidosas. A sua barriga parece uma abóbora e as suas pernas são como uns cones agitados.

Ela veste blusa às flores, uma saia justa, pelo joelho, um avental branco. Traz um molho de chaves pendurado à cintura e usa calçado confortável.

Retrato psicológico

A cozinheira é resmungona e tem mau génio. Mas também é meiga, simpática, perfecionista e generosa, pois oferece bolos e barras de chocolate à Isabel.
18-04-2012

terça-feira, 19 de março de 2013

Ao meu pai...

Vai comigo à biblioteca
Anda em busca de livros
Sai para se distrair
Cozinha sopas saudáveis
Olha pelo seu blogue