sexta-feira, 10 de maio de 2013

A vida da Susana

A Susana tem a sua vida dificultada, pois os seus pais obrigam-na a ser uma menina perfeita: ela tem de estar sempre muito arranjada, ser bem educada e nunca fazer nada que a retire do seu bem-estar. Devido a esta superproteção, ela é excluída de muitas atividades que as suas colegas realizam naturalmente, apesar de ter interesse em fazê-lo. Por isto, ela sente-se muito envergonhada e pensa que ninguém gosta dela.

Na minha opinião, a Susana não crescerá como pessoa, se os seus pais continuarem a mimá-la, não a deixando correr riscos, aprender com os seus próprios erros e viver em liberdade.
14-10-2013

sábado, 4 de maio de 2013

A crise

A crise económica e social é uma fase de perdas, em que se põe em causa o equilíbrio estabelecido.
Portugal está em crise, porque tem uma grande dívida (défice), que deixou crescer muito, ao longo dos anos, sobretudo a partir de 2008. Investiu-se muito em obras públicas e sociais, o que obrigou o Estado a pedir cada vez mais dinheiro aos mercados. Mas estes ao verem que Portugal não pagava o que devia e porque também tiveram a sua própria crise, passaram a não querer emprestar dinheiro ou a exigir juros muito elevados.
A situação ficou tão grave que Portugal teve de pedir ajuda à Troika (representantes de três instituições internacionais: FMI, Banco Central Europeu e Comissão Europeia). Para receber dinheiro através da Troika, Portugal teve de comprometer-se a aplicar muitas medidas, que têm gerado muito desemprego, falência de empresas e empobrecimento. Os portugueses sentiram-se assim privados de muitos bens a que se tinham habituado, como ter casa própria, bons carros, boas roupas, férias…Os tempos não vão para isso. Nem os tempos, nem as pessoas, nem nada.
Para além do Estado, também nós somos responsáveis por esta crise, porque, com colaboração dos bancos, também nos endividámos bastante.
Portugal já tinha recebido muito dinheiro da Comunidade Europeia, mas não soube aproveitá-lo para criar riqueza, por exemplo, através da exploração dos recursos do mar ou da agricultura. Por outro lado, as nossas importações foram sempre superiores às exportações.
Apesar de, recentemente, os mercados já estarem mais confiantes e, por isso, os juros terem baixado, ainda temos de descobrir novas formas de combater esta situação. 
21-01-2013

terça-feira, 30 de abril de 2013

Carta imaginária

Alcobaça, 10 de novembro de 2010
Queridos pais:

Ainda bem que participei neste passeio, porque gostei imenso!

Quando vi o castelo de Óbidos, fiquei espantada, pois era muito maior do que eu imaginava. A seguir, andei a passear no caminho perto das ameias e, quando espreitei nelas, observei tudo em meu redor.

Almocei e parti logo para Caldas da Rainha, onde comprei “Beijinhos”, na praça, e visitei as termas.

Dormi num beliche e, ontem, vim para Alcobaça. Vi marionetas e o mosteiro, onde apareceram inesperadamente duas pessoas mascaradas de Pedro e Inês, que nos fizeram uma visita guiada.

Um grande beijinho da vossa filha,

Mariana

PS.: Quando chegar a casa, mostrar-vos-ei umas belas fotos da minha visita.

domingo, 28 de abril de 2013

Um susto alegre



Faltaria pouco tempo para o meu aniversário e ninguém falaria dele, nem de convites, de prendas, de comidas, nada. Pareceria que todos se tinham esquecido desse dia tão especial para mim. 

Já um pouco desesperada, perguntaria à minha mãe o que se passava e ela, para meu sofrimento, responder-me-ia que, devido à crise, não iríamos fazer festa; ficaria apenas em casa com os pais.

Mas, para meu espanto, apareceriam, em casa, os meus familiares e amigos, que fariam uma ótima festa surpresa.

11-10-2012

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Um jogo inesperado



Um polícia andava a fazer a sua ronda, quando se deparou com dois meninos a jogarem ao berlinde, num passeio. Após o jogo, o polícia perseguiu um dos meninos, deixando-o muito assustado.

No entanto, não havia razão para tal, pois o polícia só queria que o menino ficasse ali a jogar ao berlinde com ele.

Afinal, para brincar a idade não importa!
27-09-2012

domingo, 14 de abril de 2013

Água, fonte de vida e de energia …



A água é um recurso natural indispensável à vida de todos os seres vivos. Eles usam-na para se alimentarem e até é o habitat de alguns - os peixes. Os homens também a utilizam na agricultura, na culinária, na higiene do seu corpo, do vestuário e da casa.
Desde a antiguidade, o homem utiliza a força da água para mover azenhas e como meio deslocação.
Mais tarde, com a descoberta da força do vapor de água, passou a haver comboios, barcos e até máquinas industriais movidas pela sua energia.
Atualmente, nos rios, são construídas barragens que produzem eletricidade, a partir da energia da água em movimento. Espero que, no futuro, todos saibamos proteger este bem tão precioso.
31-05-2012

sábado, 13 de abril de 2013

História do pássaro que fala da árvore que canta e da água de oiro



Título: História do pássaro que fala da árvore que canta e da água de oiro
Autor: Não está indicado
Ilustrador: Hieronimus Fromm
Editora: Círculo de Leitores

Era uma vez um sultão e uma sultana que tinham três bebés (dois meninos e uma menina), mas tinham-nos perdido, pois as irmãs da sultana atiraram-nas a um rio.
No entanto, um jardineiro amável encontrou-os e cuidou bem deles.
Passado algum tempo, a antiga bebé, agora rapariga chamada Parizada, chamou um homem a sua casa para saber se ela estava perfeita.
Esse senhor disse que nela faltavam três riquezas: a árvore que cantava, o pássaro que falava e a água de oiro, os quais se encontravam junto do velho das barbas brancas.
Então, os dois rapazes partiram à aventura, mas Parizada não, e, se a rosa que esse homem lhe deu começasse a sangrar, eles estavam em perigo.
Os rapazes fizeram o percurso que o velho lhes tinha dito, mas olharam para trás. Como não podiam transformar-se em pedra, Parizada viu a flor a sangrar e então ela seguiu as instruções que o velho lhe deu, salvando os seus irmãos e a sua casa foi classificada como a melhor do mundo.
Um dia, o sultão descobriu que aquelas pessoas que estavam à sua frente eram os seus filhos.
Por fim, fizeram todos uma festa, o jardineiro recebeu uma recompensa e as irmãs da sultana foram castigadas.

A minha opinião sobre o livro:
Eu gostei do livro porque, mesmo com algumas maldades, as personagens ficaram sempre bem.
28-05-2012

terça-feira, 9 de abril de 2013

O sultão Ali Kate



O sultão Ali Kate, que era muito orgulhoso do seu farto bigode. No início do seu sonho, cruzou-se logo com o turco Mohammed Rashid, que, como já não cortava o seu bigode desde 1990, tinha 1,6 m de comprimento.
O turco contou-lhe que tinha acabado de passar mesmo perto do ovo de uma ornitorrinca. Ali Kate quis logo observá-la com os seus próprios olhos e, por isso, convidou o turco para subir ao seu tapete e guiá-lo até lá.
Quando chegaram, já o mamífero australiano corria desesperado atrás de um canguru, que lhe tinha roubado o ovo e o escondera na sua bolsa!
Nessa altura, o sultão parou o tapete com tanta brusquidão que Mohammed saltou e caiu mesmo em cima do canguru. Então, aproveitou imediatamente para enrolá-lo com o seu bigodão e assim a ornitorrinca conseguiu tirar o seu ovo e esconder-se, ficando protegida.
Rashid tentou, de seguida, libertar o canguru, mas o seu bigode estava tão enrolado que só umas palavras mágicas do sultão o soltaram. E assim acordou Ali Kate ainda a dizer:
- Alvicaritaribi Cangulacato!
30-05-2012