quinta-feira, 21 de março de 2013

O veado florido



Título: O veado florido 
          
Autor: António Torrado

Ilustrador: Leonor Praça

Editora: Civilização: Pim-Pam-Pum

Numa terra havia um senhor muito rico que espalhava, pelos quatro cantos do mundo, criados em busca de animais espantosos para, quando os visitantes fossem a sua casa, ficassem maravilhados. 

Um desses exploradores encontrou, numa floresta silenciosa, um veado florido e raptou-o.

Pelo caminho, reparou que ele não tinha flores, mas pensou que, quando fosse Primavera, as recuperaria.

Quando o criado chegou a casa do amo, ele não o aceitou.
 
Chegou a Primavera, as hastes do veado não floriram e ele e os outros animais não comiam. Todos morreram, exceto o veado. 

O amo mandou deitar abaixo as jaulas e libertar o veado. 

Quando o veado chegou à álea da floresta, já tinha flores. O criado reparou e avisou o amo, mas quando ele foi ao portão já o veado florido tinha desaparecido.

A minha opinião sobre o livro: 

Eu gostei do livro, porque gosto de veados, de flores e de animais diferentes.                                                  
27-02-2012

quarta-feira, 20 de março de 2013

Retrato de uma cozinheira


Retrato físico

A cozinheira é uma mulher gorda de 40 anos. Usa carrapito e tem as faces rosadas. As suas mãos são ásperas, rijas e habilidosas. A sua barriga parece uma abóbora e as suas pernas são como uns cones agitados.

Ela veste blusa às flores, uma saia justa, pelo joelho, um avental branco. Traz um molho de chaves pendurado à cintura e usa calçado confortável.

Retrato psicológico

A cozinheira é resmungona e tem mau génio. Mas também é meiga, simpática, perfecionista e generosa, pois oferece bolos e barras de chocolate à Isabel.
18-04-2012

terça-feira, 19 de março de 2013

Ao meu pai...

Vai comigo à biblioteca
Anda em busca de livros
Sai para se distrair
Cozinha sopas saudáveis
Olha pelo seu blogue

Frei João sem cuidados

Havia um frade que era gabarolas, não se atrapalhava com nada.
Um dia, o rei mandou chamar o frade por ouvir tanto falar dele e deu-lhe a sugestão de, em três dias, responder a três perguntas que ele lhe faria e, se não respondesse, assim iria para a prisão a pão-e-água.
As perguntas eram: ”quanto pesava a Lua?”;“quanta água tem o mar?”; e “o que é que o rei pensava naquele momento?”
Frei João foi para casa muito atrapalhado, mas antes de lá chegar encontrou o seu amigo moleiro que lhe disse que havia solução.
Então vestiu o hábito do frade, pensando o rei que o frade estava envergonhado, e respondeu às perguntas dizendo que a Lua não pesava mais do que um quilo, para calcular as águas tinham de as parar e que ele estava a pensar que estava a falar com Frei João e não era bem assim, o rei estava a falar com o moleiro, amigo dele, e tirou o capucho.
O rei achou tanta graça à sua esperteza que os convidou para um belo jantar.

 03-02-2012

O relógio que se encontrou entre os entulhos de uma casa em ruínas



Título: O relógio que se encontrou entre os entulhos de uma casa em ruínas 
                                                      
Autor: José António Portilho
 
Ilustrador: Carmen Puchol

Editora: Civilização: Kalandraka 

História:
 
O autor do texto visitou uma cidade no sul de Itália. Numa casa em ruínas encontrou um relógio estranho. 

Perguntou a um polícia se tinha informações sobre ele. O polícia respondeu-lhe que uma relojoaria saberia.

O senhor da relojoaria pediu-lhe para ficar com o relógio para o investigar.

Uns dias mais tarde telefonou-lhe e disse-lhe que esse relógio era de um mestre e de uma criança que colecionavam relógios e os escondiam para que os homens cinzentos não tirassem o tempo às crianças.

Porém, um dia esses homens descobriram-nos e destruíram-nos a todos, menos a um.    

O autor do texto lembrou-se que aquele tinha sido feito por umas crianças que, quando tinham feito uma corrida, apanharam ferros para fazerem várias máquinas. 

O autor também se lembrou que esse relógio poderia servir para contar histórias.

A minha opinião sobre o livro:

Eu gostei do livro, porque fala-nos de um relógio estranho e eu gosto de coisas diferentes.       

                                                               05-03-2012  

O peixe que podia cantar



Título: O peixe que podia cantar


Autor: Ricardo Azevedo


Ilustrador: Ricardo Azevedo


Comentário:


Eu penso que o título desta história foi bem escolhido, pois não e normal um peixe cantar. Assim, ficamos logo com interesse em lê-la para saber algo sobre isso.


Nesta história, há um homem velho que retira o peixe cantor do seu habitat, que é uma árvore, e pretende levá-lo para um sítio onde esse velho vivia.


Eu penso que ele procedeu muito mal, porque não se devem tirar os seres vivos da natureza para fazer um espetáculo com eles. Assim como este peixe parou de cantar, também há um veado florido, de António Torrado, que deixou de florir. Isto é uma lição para todos nós!

3º Período, 2012

domingo, 17 de março de 2013

O pintor de sorrisos



Título: O pintor de sorrisos  
           
Autor: César Madureira 

Ilustrador: André Letria 

Editora: Civilização: Quidnovi

Havia um pintor chamado Jorge. Ele gostava de pintar paisagens, quase sempre alegres. 

Certo dia, resolveu que todos os seus desenhos tinham de ser alegres. Então teve uma ideia brilhante: a partir daí todas as suas pinturas tinham as suas personagens a sorrir. 

Um dia, na praia, quando pintava o sorriso de um barco e de uma gaivota, conheceu Sidónia, que se apaixonou pelos seus sorrisos.

Meses de pois, descobriram que iriam ser pais. Jorge, de tão contente que estava pintou mil caras imaginando qual seria a do seu filho. 

Quando o bebé nasceu, não chorou, apenas sorria, e o pai segredou-lhe, abraçando-o que deveria nunca perder esse sorriso. O bebé, com um grande sorriso, prometeu fazer-lhe a vontade.

A minha opinião sobre o livro: 

Eu gostei do livro, porque Jorge gostava de pintar quadros alegres e eu gosto de pinturas divertidas. 
   19 e 20 -03-2012