terça-feira, 19 de março de 2013

O relógio que se encontrou entre os entulhos de uma casa em ruínas



Título: O relógio que se encontrou entre os entulhos de uma casa em ruínas 
                                                      
Autor: José António Portilho
 
Ilustrador: Carmen Puchol

Editora: Civilização: Kalandraka 

História:
 
O autor do texto visitou uma cidade no sul de Itália. Numa casa em ruínas encontrou um relógio estranho. 

Perguntou a um polícia se tinha informações sobre ele. O polícia respondeu-lhe que uma relojoaria saberia.

O senhor da relojoaria pediu-lhe para ficar com o relógio para o investigar.

Uns dias mais tarde telefonou-lhe e disse-lhe que esse relógio era de um mestre e de uma criança que colecionavam relógios e os escondiam para que os homens cinzentos não tirassem o tempo às crianças.

Porém, um dia esses homens descobriram-nos e destruíram-nos a todos, menos a um.    

O autor do texto lembrou-se que aquele tinha sido feito por umas crianças que, quando tinham feito uma corrida, apanharam ferros para fazerem várias máquinas. 

O autor também se lembrou que esse relógio poderia servir para contar histórias.

A minha opinião sobre o livro:

Eu gostei do livro, porque fala-nos de um relógio estranho e eu gosto de coisas diferentes.       

                                                               05-03-2012  

O peixe que podia cantar



Título: O peixe que podia cantar


Autor: Ricardo Azevedo


Ilustrador: Ricardo Azevedo


Comentário:


Eu penso que o título desta história foi bem escolhido, pois não e normal um peixe cantar. Assim, ficamos logo com interesse em lê-la para saber algo sobre isso.


Nesta história, há um homem velho que retira o peixe cantor do seu habitat, que é uma árvore, e pretende levá-lo para um sítio onde esse velho vivia.


Eu penso que ele procedeu muito mal, porque não se devem tirar os seres vivos da natureza para fazer um espetáculo com eles. Assim como este peixe parou de cantar, também há um veado florido, de António Torrado, que deixou de florir. Isto é uma lição para todos nós!

3º Período, 2012

domingo, 17 de março de 2013

O pintor de sorrisos



Título: O pintor de sorrisos  
           
Autor: César Madureira 

Ilustrador: André Letria 

Editora: Civilização: Quidnovi

Havia um pintor chamado Jorge. Ele gostava de pintar paisagens, quase sempre alegres. 

Certo dia, resolveu que todos os seus desenhos tinham de ser alegres. Então teve uma ideia brilhante: a partir daí todas as suas pinturas tinham as suas personagens a sorrir. 

Um dia, na praia, quando pintava o sorriso de um barco e de uma gaivota, conheceu Sidónia, que se apaixonou pelos seus sorrisos.

Meses de pois, descobriram que iriam ser pais. Jorge, de tão contente que estava pintou mil caras imaginando qual seria a do seu filho. 

Quando o bebé nasceu, não chorou, apenas sorria, e o pai segredou-lhe, abraçando-o que deveria nunca perder esse sorriso. O bebé, com um grande sorriso, prometeu fazer-lhe a vontade.

A minha opinião sobre o livro: 

Eu gostei do livro, porque Jorge gostava de pintar quadros alegres e eu gosto de pinturas divertidas. 
   19 e 20 -03-2012

O quadro mais bonito do mundo




Título: O quadro mais bonito do mundo

Autor: Miquel Obiols

Ilustrador: Roger Oemos

Editora: Kalandraca

História:

Miró andava à caça de cinco manchas coloridas selvagens no seu estúdio.

Então bateu com o chicote e elas ficaram com outras formas. Chicotou outra vez e as manchas dançaram a dança da gelatina.

Entretanto Miró foi almoçar e as cinco cores aproveitaram para fugir: passaram pelo jardim e foram até ao cais e embarcaram num barco, deixando marcas coloridas.

Miró descobriu. Vestiu-se à marinheiro e seguiu-as até Barcelona onde pintaram tudo o que encontravam à sua volta, até as pessoas. 

Quando Miró desembarcou havia uma multidão à sua espera e, então, ele explicou que estava numa fase de criação, e todos perceberam.

Aí Miró vestiu um fato de recuperar manchas. Entrou num helicóptero e quando as cores chegaram ao ponto de vista de Miró, então raptou-as. 

Colocou-as no seu estojo de pintura pendurado pelo helicóptero.

Finalmente, chegou a casa, vestiu-se à poeta, e sonhou que tinha pintado o quadro mais bonito do mundo com aquelas cinco manchas, coloridas, selvagens.
 
A minha opinião sobre o livro:

Eu gostei tanto dele que até fui à procura de quadros de Miró, e, por acaso, pareciam que tinham sido feitos com as cinco manchas.
23-01-2012