domingo, 17 de março de 2013

O quadro mais bonito do mundo




Título: O quadro mais bonito do mundo

Autor: Miquel Obiols

Ilustrador: Roger Oemos

Editora: Kalandraca

História:

Miró andava à caça de cinco manchas coloridas selvagens no seu estúdio.

Então bateu com o chicote e elas ficaram com outras formas. Chicotou outra vez e as manchas dançaram a dança da gelatina.

Entretanto Miró foi almoçar e as cinco cores aproveitaram para fugir: passaram pelo jardim e foram até ao cais e embarcaram num barco, deixando marcas coloridas.

Miró descobriu. Vestiu-se à marinheiro e seguiu-as até Barcelona onde pintaram tudo o que encontravam à sua volta, até as pessoas. 

Quando Miró desembarcou havia uma multidão à sua espera e, então, ele explicou que estava numa fase de criação, e todos perceberam.

Aí Miró vestiu um fato de recuperar manchas. Entrou num helicóptero e quando as cores chegaram ao ponto de vista de Miró, então raptou-as. 

Colocou-as no seu estojo de pintura pendurado pelo helicóptero.

Finalmente, chegou a casa, vestiu-se à poeta, e sonhou que tinha pintado o quadro mais bonito do mundo com aquelas cinco manchas, coloridas, selvagens.
 
A minha opinião sobre o livro:

Eu gostei tanto dele que até fui à procura de quadros de Miró, e, por acaso, pareciam que tinham sido feitos com as cinco manchas.
23-01-2012




 

sexta-feira, 15 de março de 2013

Fui trocada por uma pizza?



Título: Fui trocada por uma pizza?               
Autor: Charles M. Schulz
Editora: Civilização

Estavam a fazer os treinos para o jogo de basebol, entre a equipa de Chuk e da Patty. Na equipa do Chuk, a Suey jogava mal e na outra a Marcie também não era boa jogadora.  

Os treinadores não sabiam disso e então trocaram essas jogadoras. A equipa do Chuk ainda recebeu uma pizza como extra. A Lucy não tinha gostado da troca, mas a Marcie sim, pois ia jogar junto do Chuk, mesmo não gostando de basebol.

As equipas ainda estavam pior com as trocas. Assim desfizeram as trocas, mesmo após o Chuk ter comido a pizza. Com esta troca a Marcie ficou triste, pois nem um lançamento livre fizera.

A minha opinião sobre o livro:
 Eu gostei do livro, porque gosto dos filmes do Chuk e porque gosto de basebol.
13-02-2012

Num dia de frio


Ainda só era dia 5 de Setembro, e já a Laura queria dar os convites para a sua festa de aniversário, que só seria em Dezembro.
A sua mãe, a Mariana, de tanto que ela insistia, lá lhe deixou entregar os convites, no primeiro dia de aulas.
Nesse dia, a Laura estava ansiosa de entrar no 4º ano e de dar os convites.
Chegou a hora do intervalo e aí Laura entregou-os, mas perguntava sempre a Mariana:
- Mãe, quantos dias faltam para a festa? Quero celebrar os meus 10 anos agora!
Passou o tempo e chegou o dia dos seus anos, dia 22 de Dezembro, Laura estava contentíssima.
Na sua festa, havia um mágico que fazia truques em que ficavam todos de boca aberta, pois percebiam alguns passos mas havia sempre algo por averiguar. 
A sua festa foi um êxito, pois ainda havia mais surpresas que a Laura adorava, mesmo sendo num dia de frio.
06-02-2012

quinta-feira, 14 de março de 2013

A nova lei


Havia uma menina que se chamava Teresa e que queria que todos os vizinhos se conhecessem, que soubessem os nomes, a profissão e sorrissem uns aos outros, no mínimo três vezes ao dia. Caso contrário, pagariam pesadas multas.

Então, enviou uma carta ao Presidente da República para ver se ele concordava e aceitava que passasse a ser uma lei. O presidente concordou e, a partir daí, todos foram obrigados a conhecer-se.

- Olá, senhora Rosa. Como está? Tem vendido muitas flores? E a sua irmã Margarida? – perguntava o senhor Eduardo sempre com um sorriso na cara.
E a partir daí, todos viveram muito mais felizes.

2012-02-08

quarta-feira, 13 de março de 2013

A História da Lua e do Marinheiro


Nesta história, há um marinheiro que, por ser muito distraído, perde o barco todos os dias, e então fica no cais a olhar a lua. Um dia, descobre que ela é um barco e resolve partir para “sítios, indistintos e distantes”
António Pina, A História da Lua e do Marinheiro


- Achas que ele terá viajado até à Antártida?- interrompi eu, muito curiosa.

- Sim, de certeza que ele viu os icebergues e os pinguins com o seu fato de cerimónia preto e branco. – concordou o escaravelho. – Mas deve ter sentido muito frio e, por isso, talvez tenha ido até ao Brasil participar no Carnaval ou conhecer a maior floresta do mundo – a Amazónia.

- Também poderia passar perto dos gigantescos embondeiros, em Madagáscar, e brincar às escondidas com aquelas meninas que gostam de andar com lémures às costas.

- Ou então, procurar uma grande catedral gótica, como a de Colónia, na Alemanha, e subir a uma das suas torres, que têm 157 metros de altura. Aposto em como o marinheiro encontraria luas nos seus vitrais e nas suas cúpulas.

- Já agora, também podia escalar as montanhas da Sibéria e depois descansar no palácio de Santa Catarina. – Sugeri eu, entusiasmada.

- Onde ele descansaria mesmo bem era numa praia da Austrália. – Defendeu o Escaravelho.

- E se se distraísse a observar os surfistas, até poderia descobrir que eles usam umas luas para furar as ondas. Acho que até se tornaria um marinheiro surfista!


26-10-2011



terça-feira, 12 de março de 2013

Beatriz e o Plátano



Título: Beatriz e o Plátano
Autor: Ilse Llosa
Ilustrador: Lisa Couwenbergh
Editora: Asa
História:
Numa cidade, havia um plátano enorme que até dava o nome a uma rua.
Dum lado dela, havia o edifício dos Correios que ia ser destruído e renovado, por estar velho.
As autoridades decidiram que iriam cortar o plátano, não ficaria bem os Correios novos em frente de um plátano velho.
Beatriz morava do outro lado da rua e considerava o plátano um amigo. Quando soube da notícia ficou alarmada e mandou uma carta a pedir que não o cortassem. Mas ninguém ligou.
Em Maio, vieram dois homens cortá-lo. Então Beatriz encostou-se ao plátano dizendo que se o cortassem também a cortavam a ela.
Decidiram chamar as autoridades e elas tentaram convencer a menina, mas ela não desistiu e já se tinha juntado e já se tinha juntado um magote à volta dela.
As autoridades combinaram que no dia seguinte o iam cortar e foram-se embora.
Beatriz desconfiou e dormiu junto ao plátano.
Os homens voltaram no dia seguinte como tinham planeado e chamaram novamente as autoridades, que decidiram que, se a Beatriz desistisse, cortavam o plátano, e se não desistisse, não o cortavam.
A menina não desistiu e então deixaram a árvore como ela estava e trataram-na como se fosse um monumento, deixando as pessoas felizes.

Opinião: Eu gostei do livro, porque ensina-nos que devemos respeitar a natureza.
30-01-2012