sexta-feira, 15 de março de 2013

Num dia de frio


Ainda só era dia 5 de Setembro, e já a Laura queria dar os convites para a sua festa de aniversário, que só seria em Dezembro.
A sua mãe, a Mariana, de tanto que ela insistia, lá lhe deixou entregar os convites, no primeiro dia de aulas.
Nesse dia, a Laura estava ansiosa de entrar no 4º ano e de dar os convites.
Chegou a hora do intervalo e aí Laura entregou-os, mas perguntava sempre a Mariana:
- Mãe, quantos dias faltam para a festa? Quero celebrar os meus 10 anos agora!
Passou o tempo e chegou o dia dos seus anos, dia 22 de Dezembro, Laura estava contentíssima.
Na sua festa, havia um mágico que fazia truques em que ficavam todos de boca aberta, pois percebiam alguns passos mas havia sempre algo por averiguar. 
A sua festa foi um êxito, pois ainda havia mais surpresas que a Laura adorava, mesmo sendo num dia de frio.
06-02-2012

quinta-feira, 14 de março de 2013

A nova lei


Havia uma menina que se chamava Teresa e que queria que todos os vizinhos se conhecessem, que soubessem os nomes, a profissão e sorrissem uns aos outros, no mínimo três vezes ao dia. Caso contrário, pagariam pesadas multas.

Então, enviou uma carta ao Presidente da República para ver se ele concordava e aceitava que passasse a ser uma lei. O presidente concordou e, a partir daí, todos foram obrigados a conhecer-se.

- Olá, senhora Rosa. Como está? Tem vendido muitas flores? E a sua irmã Margarida? – perguntava o senhor Eduardo sempre com um sorriso na cara.
E a partir daí, todos viveram muito mais felizes.

2012-02-08

quarta-feira, 13 de março de 2013

A História da Lua e do Marinheiro


Nesta história, há um marinheiro que, por ser muito distraído, perde o barco todos os dias, e então fica no cais a olhar a lua. Um dia, descobre que ela é um barco e resolve partir para “sítios, indistintos e distantes”
António Pina, A História da Lua e do Marinheiro


- Achas que ele terá viajado até à Antártida?- interrompi eu, muito curiosa.

- Sim, de certeza que ele viu os icebergues e os pinguins com o seu fato de cerimónia preto e branco. – concordou o escaravelho. – Mas deve ter sentido muito frio e, por isso, talvez tenha ido até ao Brasil participar no Carnaval ou conhecer a maior floresta do mundo – a Amazónia.

- Também poderia passar perto dos gigantescos embondeiros, em Madagáscar, e brincar às escondidas com aquelas meninas que gostam de andar com lémures às costas.

- Ou então, procurar uma grande catedral gótica, como a de Colónia, na Alemanha, e subir a uma das suas torres, que têm 157 metros de altura. Aposto em como o marinheiro encontraria luas nos seus vitrais e nas suas cúpulas.

- Já agora, também podia escalar as montanhas da Sibéria e depois descansar no palácio de Santa Catarina. – Sugeri eu, entusiasmada.

- Onde ele descansaria mesmo bem era numa praia da Austrália. – Defendeu o Escaravelho.

- E se se distraísse a observar os surfistas, até poderia descobrir que eles usam umas luas para furar as ondas. Acho que até se tornaria um marinheiro surfista!


26-10-2011



terça-feira, 12 de março de 2013

Beatriz e o Plátano



Título: Beatriz e o Plátano
Autor: Ilse Llosa
Ilustrador: Lisa Couwenbergh
Editora: Asa
História:
Numa cidade, havia um plátano enorme que até dava o nome a uma rua.
Dum lado dela, havia o edifício dos Correios que ia ser destruído e renovado, por estar velho.
As autoridades decidiram que iriam cortar o plátano, não ficaria bem os Correios novos em frente de um plátano velho.
Beatriz morava do outro lado da rua e considerava o plátano um amigo. Quando soube da notícia ficou alarmada e mandou uma carta a pedir que não o cortassem. Mas ninguém ligou.
Em Maio, vieram dois homens cortá-lo. Então Beatriz encostou-se ao plátano dizendo que se o cortassem também a cortavam a ela.
Decidiram chamar as autoridades e elas tentaram convencer a menina, mas ela não desistiu e já se tinha juntado e já se tinha juntado um magote à volta dela.
As autoridades combinaram que no dia seguinte o iam cortar e foram-se embora.
Beatriz desconfiou e dormiu junto ao plátano.
Os homens voltaram no dia seguinte como tinham planeado e chamaram novamente as autoridades, que decidiram que, se a Beatriz desistisse, cortavam o plátano, e se não desistisse, não o cortavam.
A menina não desistiu e então deixaram a árvore como ela estava e trataram-na como se fosse um monumento, deixando as pessoas felizes.

Opinião: Eu gostei do livro, porque ensina-nos que devemos respeitar a natureza.
30-01-2012

D. Pedro I, o justiceiro



Túmulo de D. Pedro I, no Mosteiro de Alcobaça

Título: D. Pedro I, o justiceiro
Autor: Ana Oom
Ilustrador: André Letria
Editora: Expresso
História:
D. Pedro I tinha de casar-se com D. Constança, por ordem de seu pai, D. Afonso IV. Mas ao ver a beleza de D. Inês de Castro (que era dama de companhia de D. Constança), apaixonou-se por ela.
D. Pedro obedeceu a seu pai, mas declarou o seu amor a Inês e viu que era correspondido. No entanto, ambos não queriam trair D. Constança. Apesar disso, D. Afonso IV, logo que soube deste amor, tratou de enviar D. Inês para Castela. Mas, mesmo assim, D. Pedro não se esqueceu dela.
Quando D. Constança morreu, D. Pedro fez com que D. Inês regressasse a Portugal, e viveram aí uns tempos felizes. Mas, quando D. Afonso IV soube disso, mandou matar D. Inês e assim fizeram. Logo que D. Pedro descobriu, prometeu que honraria D. Inês e a sua morte seria vingada.
Passados alguns anos, D. Pedro tornou-se rei de Portugal. Nessa altura, mandou matar os assassinos de D. Inês e fez uma cerimónia, onde coroou a sua amada como “Rainha de Portugal”.
16-01-2012

segunda-feira, 11 de março de 2013

Uma festa saborosa


Estava o Capuchinho Vermelho a ir para casa da sua avó para lhe dar os bolinhos, quando lhe apareceu à frente a Bela Adormecida, que lhe perguntou: 
 - Vais dar esses bolinhos à tua avó. Não é?
 - Sim.
 - Então podes-me ensinar a fazê-los?
 - Se eu os soubesse fazer, eu ensinava-te, mas é a minha mãe que os sabe fazer. 
 Nesse preciso momento, o Capuchinho Vermelho teve uma ideia:
 - Amanhã, a esta hora, encontramo-nos aqui e eu dou-te a receita. E assim foi.
 A Bela Adormecida queria fazer uma festa para todas as pessoas do Palácio e ia fazer daqueles bolinhos. 
 A festa correu lindamente e todos quiseram a receita dos bolinhos.
 18-01-2012

Carrega no Capuchinho para conheceres a sua história e saborosas receitas de bolinhos.