terça-feira, 12 de março de 2013

Beatriz e o Plátano



Título: Beatriz e o Plátano
Autor: Ilse Llosa
Ilustrador: Lisa Couwenbergh
Editora: Asa
História:
Numa cidade, havia um plátano enorme que até dava o nome a uma rua.
Dum lado dela, havia o edifício dos Correios que ia ser destruído e renovado, por estar velho.
As autoridades decidiram que iriam cortar o plátano, não ficaria bem os Correios novos em frente de um plátano velho.
Beatriz morava do outro lado da rua e considerava o plátano um amigo. Quando soube da notícia ficou alarmada e mandou uma carta a pedir que não o cortassem. Mas ninguém ligou.
Em Maio, vieram dois homens cortá-lo. Então Beatriz encostou-se ao plátano dizendo que se o cortassem também a cortavam a ela.
Decidiram chamar as autoridades e elas tentaram convencer a menina, mas ela não desistiu e já se tinha juntado e já se tinha juntado um magote à volta dela.
As autoridades combinaram que no dia seguinte o iam cortar e foram-se embora.
Beatriz desconfiou e dormiu junto ao plátano.
Os homens voltaram no dia seguinte como tinham planeado e chamaram novamente as autoridades, que decidiram que, se a Beatriz desistisse, cortavam o plátano, e se não desistisse, não o cortavam.
A menina não desistiu e então deixaram a árvore como ela estava e trataram-na como se fosse um monumento, deixando as pessoas felizes.

Opinião: Eu gostei do livro, porque ensina-nos que devemos respeitar a natureza.
30-01-2012

D. Pedro I, o justiceiro



Túmulo de D. Pedro I, no Mosteiro de Alcobaça

Título: D. Pedro I, o justiceiro
Autor: Ana Oom
Ilustrador: André Letria
Editora: Expresso
História:
D. Pedro I tinha de casar-se com D. Constança, por ordem de seu pai, D. Afonso IV. Mas ao ver a beleza de D. Inês de Castro (que era dama de companhia de D. Constança), apaixonou-se por ela.
D. Pedro obedeceu a seu pai, mas declarou o seu amor a Inês e viu que era correspondido. No entanto, ambos não queriam trair D. Constança. Apesar disso, D. Afonso IV, logo que soube deste amor, tratou de enviar D. Inês para Castela. Mas, mesmo assim, D. Pedro não se esqueceu dela.
Quando D. Constança morreu, D. Pedro fez com que D. Inês regressasse a Portugal, e viveram aí uns tempos felizes. Mas, quando D. Afonso IV soube disso, mandou matar D. Inês e assim fizeram. Logo que D. Pedro descobriu, prometeu que honraria D. Inês e a sua morte seria vingada.
Passados alguns anos, D. Pedro tornou-se rei de Portugal. Nessa altura, mandou matar os assassinos de D. Inês e fez uma cerimónia, onde coroou a sua amada como “Rainha de Portugal”.
16-01-2012

segunda-feira, 11 de março de 2013

Uma festa saborosa


Estava o Capuchinho Vermelho a ir para casa da sua avó para lhe dar os bolinhos, quando lhe apareceu à frente a Bela Adormecida, que lhe perguntou: 
 - Vais dar esses bolinhos à tua avó. Não é?
 - Sim.
 - Então podes-me ensinar a fazê-los?
 - Se eu os soubesse fazer, eu ensinava-te, mas é a minha mãe que os sabe fazer. 
 Nesse preciso momento, o Capuchinho Vermelho teve uma ideia:
 - Amanhã, a esta hora, encontramo-nos aqui e eu dou-te a receita. E assim foi.
 A Bela Adormecida queria fazer uma festa para todas as pessoas do Palácio e ia fazer daqueles bolinhos. 
 A festa correu lindamente e todos quiseram a receita dos bolinhos.
 18-01-2012

Carrega no Capuchinho para conheceres a sua história e saborosas receitas de bolinhos. 


Lenda do Bolo Rei



Os três reis magos, Baltasar, Melchior e Gaspar, iam a caminho da gruta para visitar o Menino Jesus, quando começaram a discutir sobre quem iria dar-lhe primeiro a prenda. 
Um artesão assistiu à conversa e deu-lhes uma sugestão: ele faira um bolo e a quem saísse a fava seria o primeiro a dar a prenda. E assim fizeram.

Por esta razão, esse bolo passou a chamar-se bolo rei, porque com ele se escolheu a ordem dos reis para visitar o Menino e por isso come-se no Natal. 

Ainda hoje se pensa que a côdea do bolo simboliza o ouro, as frutas a mirra e o aroma o incenso, oferecidos pelos reis magos.
                                                                                06-01-2012

domingo, 10 de março de 2013

A vendedora de fósforos

“Num canto entre duas casas, uma mais saliente que a outra, a menina sentou-se e aninhou-se, encolhendo os pés contra o corpo. Estava gelada e tinha as mãos dormentes, devido ao frio. Não parava de nevar e as ruas começavam a ficar desertas. O frio aumentava cada vez mais…”
 
Hans Christian Andersen, A vendedora de fósforos, Everest Editora

Continuação:

Entretanto, um senhor tinha-se esquecido de comprar passas para a passagem de ano e, por isso, foi comprá-las.

Quando saiu da loja, reparou na vendedora de fósforos, teve pena dela e comprou um, mesmo não precisando dele.

Ela ficou agradecida e, como reparou que não ia passar mais ninguém por ali, foi para casa.

O seu pai não ficou furioso, mas queria que ela tivesse vendido mais fósforos, pois era só com eles que arranjavam dinheiro para comer.
04-01-2012

E temos aqui a história como Andersen a contou.

sábado, 9 de março de 2013

Morar



A amizade profunda é criança que mora no sonho da vida.


A brincadeira desejada é sorriso que mora nas dunas da gratidão.

A felicidade mágica é pássaro que mora no jardim florido.


A liberdade mágica é flor que mora na boca do amigo.

A simpatia atraente é recompensa que mora no ninho de palha.

A paz sincera é sol que mora no coração da inocência.

O amor feliz é água que mora ao lado do deserto.

A saudade contagiante é tesouro que mora na corrente da vida.

A alegria infinita é brinquedo que mora no sonho da criança.

                                                                             14-02-2012