terça-feira, 12 de março de 2013

D. Pedro I, o justiceiro



Túmulo de D. Pedro I, no Mosteiro de Alcobaça

Título: D. Pedro I, o justiceiro
Autor: Ana Oom
Ilustrador: André Letria
Editora: Expresso
História:
D. Pedro I tinha de casar-se com D. Constança, por ordem de seu pai, D. Afonso IV. Mas ao ver a beleza de D. Inês de Castro (que era dama de companhia de D. Constança), apaixonou-se por ela.
D. Pedro obedeceu a seu pai, mas declarou o seu amor a Inês e viu que era correspondido. No entanto, ambos não queriam trair D. Constança. Apesar disso, D. Afonso IV, logo que soube deste amor, tratou de enviar D. Inês para Castela. Mas, mesmo assim, D. Pedro não se esqueceu dela.
Quando D. Constança morreu, D. Pedro fez com que D. Inês regressasse a Portugal, e viveram aí uns tempos felizes. Mas, quando D. Afonso IV soube disso, mandou matar D. Inês e assim fizeram. Logo que D. Pedro descobriu, prometeu que honraria D. Inês e a sua morte seria vingada.
Passados alguns anos, D. Pedro tornou-se rei de Portugal. Nessa altura, mandou matar os assassinos de D. Inês e fez uma cerimónia, onde coroou a sua amada como “Rainha de Portugal”.
16-01-2012

segunda-feira, 11 de março de 2013

Uma festa saborosa


Estava o Capuchinho Vermelho a ir para casa da sua avó para lhe dar os bolinhos, quando lhe apareceu à frente a Bela Adormecida, que lhe perguntou: 
 - Vais dar esses bolinhos à tua avó. Não é?
 - Sim.
 - Então podes-me ensinar a fazê-los?
 - Se eu os soubesse fazer, eu ensinava-te, mas é a minha mãe que os sabe fazer. 
 Nesse preciso momento, o Capuchinho Vermelho teve uma ideia:
 - Amanhã, a esta hora, encontramo-nos aqui e eu dou-te a receita. E assim foi.
 A Bela Adormecida queria fazer uma festa para todas as pessoas do Palácio e ia fazer daqueles bolinhos. 
 A festa correu lindamente e todos quiseram a receita dos bolinhos.
 18-01-2012

Carrega no Capuchinho para conheceres a sua história e saborosas receitas de bolinhos. 


Lenda do Bolo Rei



Os três reis magos, Baltasar, Melchior e Gaspar, iam a caminho da gruta para visitar o Menino Jesus, quando começaram a discutir sobre quem iria dar-lhe primeiro a prenda. 
Um artesão assistiu à conversa e deu-lhes uma sugestão: ele faira um bolo e a quem saísse a fava seria o primeiro a dar a prenda. E assim fizeram.

Por esta razão, esse bolo passou a chamar-se bolo rei, porque com ele se escolheu a ordem dos reis para visitar o Menino e por isso come-se no Natal. 

Ainda hoje se pensa que a côdea do bolo simboliza o ouro, as frutas a mirra e o aroma o incenso, oferecidos pelos reis magos.
                                                                                06-01-2012

domingo, 10 de março de 2013

A vendedora de fósforos

“Num canto entre duas casas, uma mais saliente que a outra, a menina sentou-se e aninhou-se, encolhendo os pés contra o corpo. Estava gelada e tinha as mãos dormentes, devido ao frio. Não parava de nevar e as ruas começavam a ficar desertas. O frio aumentava cada vez mais…”
 
Hans Christian Andersen, A vendedora de fósforos, Everest Editora

Continuação:

Entretanto, um senhor tinha-se esquecido de comprar passas para a passagem de ano e, por isso, foi comprá-las.

Quando saiu da loja, reparou na vendedora de fósforos, teve pena dela e comprou um, mesmo não precisando dele.

Ela ficou agradecida e, como reparou que não ia passar mais ninguém por ali, foi para casa.

O seu pai não ficou furioso, mas queria que ela tivesse vendido mais fósforos, pois era só com eles que arranjavam dinheiro para comer.
04-01-2012

E temos aqui a história como Andersen a contou.

sábado, 9 de março de 2013

Morar



A amizade profunda é criança que mora no sonho da vida.


A brincadeira desejada é sorriso que mora nas dunas da gratidão.

A felicidade mágica é pássaro que mora no jardim florido.


A liberdade mágica é flor que mora na boca do amigo.

A simpatia atraente é recompensa que mora no ninho de palha.

A paz sincera é sol que mora no coração da inocência.

O amor feliz é água que mora ao lado do deserto.

A saudade contagiante é tesouro que mora na corrente da vida.

A alegria infinita é brinquedo que mora no sonho da criança.

                                                                             14-02-2012

quarta-feira, 6 de março de 2013

O cavalo de Troia


Os troianos raptaram a rainha grega Helena. Este acontecimento provocou uma guerra entre os dois povos.

Os gregos cercaram Troia, com a certeza de que iria ser uma vitória fácil. Porém, isso não veio a acontecer. 

Então, Ulisses teve a ideia de construírem um cavalo de madeira e ele e alguns companheiros esconderem-se no seu bojo. Os gregos colocaram-no à porta da cidade e fingiram retirar-se.

Desconfiados e atentos, os troianos esperaram alguns dias e só depois é que abriram a porta da cidade. Viram um imponente cavalo de madeira. Inicialmente pensaram destruí-lo, mas depois resolveram ficar com ele. Arrastaram o cavalo para a praça principal e deram início aos festejos.

Ulisses e os companheiros, aproveitando a oportunidade de os troianos estarem cansados, saíram do cavalo e abriram a porta da cidade aos seus companheiros, que esperavam esta oportunidade.

Salvaram a rainha e Ulisses ficou conhecido como o “destruidor de Troia”.

28-11-2011

Resumo de: Ulisses, Maria Alberta Menéres

Ulisses


Quando chegaram à Ciclópia, os marinheiros sentiram-se como formigas perante plantas e animais tão gigantes. Além disso, também estavam aflitos, os gigantes poderiam comê-los e não saberiam como escapar-lhes.

Começaram cautelosamente a explorar a ilha e foram parar a uma gruta. Nesse preciso momento, entrou na gruta um gigante do tamanho de uma árvore e apenas com um olho no mio da testa. 
 
Logo que o vi, devorou dois marinheiros e, depois, tapou a entrada da gruta com um pedregulho.

Ulisses decidiu pôr em prática um plano para saírem dali:

- Vamos dar ao ciclope todo o vinho dos nossos cantis e cegamo-lo com as nossas espadas!

E assim fizeram.

Ao ficar cego, o gigante saiu da gruta a gritar cheio de dores e os marinheiros aproveitaram para fugir.

Correram depressa até ao seu navio e remaram a toda a velocidade em direção a Ítaca.


Conclusão do resumo de: Ulisses, Maria Alberta Menéres

24-12-2011
 

segunda-feira, 4 de março de 2013

Ida à Kidzania


Eu, a minha mãe, a minha tia, o meu tio e a minha prima fomos à Kidzania.
O meu tio não quis entrar e resolveu ficar a conhecer o espaço à volta.
Lá dentro, fui à pista da “Fórmula 1”, onde eu e a minha prima Catarina ficámos em 2º lugar. Mas para conduzir os carros, tivemos de tirar a carta de condução.
Também fui à “Olá”. Aí fiz e comi um gelado de morango muito saboroso.
O aeroporto era muito engraçado. Eu e a Catarina fomos hospedeiras de bordo.
Fui fotógrafa na Sony, que é o que eu quero ser quando for grande.
Foi muito divertido ir à Kidzania, mesmo sendo pela segunda vez.

18-10-2011