sábado, 9 de março de 2013

Morar



A amizade profunda é criança que mora no sonho da vida.


A brincadeira desejada é sorriso que mora nas dunas da gratidão.

A felicidade mágica é pássaro que mora no jardim florido.


A liberdade mágica é flor que mora na boca do amigo.

A simpatia atraente é recompensa que mora no ninho de palha.

A paz sincera é sol que mora no coração da inocência.

O amor feliz é água que mora ao lado do deserto.

A saudade contagiante é tesouro que mora na corrente da vida.

A alegria infinita é brinquedo que mora no sonho da criança.

                                                                             14-02-2012

quarta-feira, 6 de março de 2013

O cavalo de Troia


Os troianos raptaram a rainha grega Helena. Este acontecimento provocou uma guerra entre os dois povos.

Os gregos cercaram Troia, com a certeza de que iria ser uma vitória fácil. Porém, isso não veio a acontecer. 

Então, Ulisses teve a ideia de construírem um cavalo de madeira e ele e alguns companheiros esconderem-se no seu bojo. Os gregos colocaram-no à porta da cidade e fingiram retirar-se.

Desconfiados e atentos, os troianos esperaram alguns dias e só depois é que abriram a porta da cidade. Viram um imponente cavalo de madeira. Inicialmente pensaram destruí-lo, mas depois resolveram ficar com ele. Arrastaram o cavalo para a praça principal e deram início aos festejos.

Ulisses e os companheiros, aproveitando a oportunidade de os troianos estarem cansados, saíram do cavalo e abriram a porta da cidade aos seus companheiros, que esperavam esta oportunidade.

Salvaram a rainha e Ulisses ficou conhecido como o “destruidor de Troia”.

28-11-2011

Resumo de: Ulisses, Maria Alberta Menéres

Ulisses


Quando chegaram à Ciclópia, os marinheiros sentiram-se como formigas perante plantas e animais tão gigantes. Além disso, também estavam aflitos, os gigantes poderiam comê-los e não saberiam como escapar-lhes.

Começaram cautelosamente a explorar a ilha e foram parar a uma gruta. Nesse preciso momento, entrou na gruta um gigante do tamanho de uma árvore e apenas com um olho no mio da testa. 
 
Logo que o vi, devorou dois marinheiros e, depois, tapou a entrada da gruta com um pedregulho.

Ulisses decidiu pôr em prática um plano para saírem dali:

- Vamos dar ao ciclope todo o vinho dos nossos cantis e cegamo-lo com as nossas espadas!

E assim fizeram.

Ao ficar cego, o gigante saiu da gruta a gritar cheio de dores e os marinheiros aproveitaram para fugir.

Correram depressa até ao seu navio e remaram a toda a velocidade em direção a Ítaca.


Conclusão do resumo de: Ulisses, Maria Alberta Menéres

24-12-2011
 

segunda-feira, 4 de março de 2013

Ida à Kidzania


Eu, a minha mãe, a minha tia, o meu tio e a minha prima fomos à Kidzania.
O meu tio não quis entrar e resolveu ficar a conhecer o espaço à volta.
Lá dentro, fui à pista da “Fórmula 1”, onde eu e a minha prima Catarina ficámos em 2º lugar. Mas para conduzir os carros, tivemos de tirar a carta de condução.
Também fui à “Olá”. Aí fiz e comi um gelado de morango muito saboroso.
O aeroporto era muito engraçado. Eu e a Catarina fomos hospedeiras de bordo.
Fui fotógrafa na Sony, que é o que eu quero ser quando for grande.
Foi muito divertido ir à Kidzania, mesmo sendo pela segunda vez.

18-10-2011  

A vindima e o vinho



Este ano, eu, a Ana, a Thayná, a minha mãe, os meus avós e alguns familiares e amigos fizemos a vindima da vinha dos meus avós, no final de Setembro.
Cortámos os cachos das uvas com uma tesoura própria e pusemo-los dentro de baldes, que, quando estavam cheios, foram despejados em poceiros. Depois, os homens que participaram na vindima transportaram-nos e despejaram-nos na tina, que estava no trator.
Entretanto, a minha avó ia apanhando os cachos mais apetitosos para comermos ou fazermos doce.
Todos nós aproveitámos para comer vários bagos de uva, enquanto as colhíamos. Também falámos uns com os outros sobre a nossa vida e o nosso país.
A seguir, a tina foi transportada até ao lagar, onde as uvas foram esmagadas para sair o seu líquido. Esse mosto ficou aí três dias. Por fim, foi colocado nas vasilhas, onde acabou de fermentar e se transformou em vinho, pela altura do S. Martinho!
                                          23/11/2011




A Raposa Azul


Título: A Raposa Azul
Autor: Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada 
Ilustrador: Ana Afonso
Editora: Caminho 

História:
Havia uma raposa manhosa, que queria ser admirada por todos. Então, decidiu pintar-se de azul para parecer um animal raro e, como ela não queria que ninguém a reconhecesse, foi para outra terra dizendo que ia ser a rainha desse lugar.
Os seus habitantes acreditaram. Por isso, ela decidiu que o elefante seria o que a transportaria e o tigre o seu mensageiro.
Tudo correria bem, se a raposa não sentisse saudades da família, o que a levou a contar ao tigre a mentira e a dizer-lhe para ir buscar a sua mãe, pois sentia saudades dela. Mas ela ficou tão envergonhada, que não quis ir.
Entretanto, o tigre contou ao elefante e este contou a muito mais gente a mentira que a raposa arranjara.
À noite, as raposas decidiram perguntar-lhe se era verdade, o que levou a raposa azul a fugir a sete pés.
11-11-2011
Comentário:
Eu gostei do livro, porque com ele aprendemos a não ser manhosos nem vaidosos.
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O que está na varanda?



O que está na varanda?
Um panda.

O que está na panela?
Uma janela.

O que está no poço?
Um osso.

O que está na pia?
Uma bela enguia.

O que está na chaminé?
Um chimpanzé.

O que está na rua?
Uma lua.

O que está atrás da porta?
Uma gata morta.

O que está no ninho?
Um caminho.
                              Um golfinho.     Um vasinho.

18-10-2011