segunda-feira, 4 de março de 2013

A galinha verde



Título: A galinha verde
Autor: Ricardo Alberty
Editora: Ática

História:
Havia uma galinha verde que tinha acordado mais cedo. Decidiu pentear a crista, limpar a casa e passar a roupa a ferro, sem fazer barulho para não acordar os seus filhos.

Quando estava a varrer o chão, ouviu alguém a bater à janela e foi ver quem era. Era a galinha amarela a perguntar se queria que lhe engomasse a roupa. Ela respondeu que não, porque tinha andado numa escola onde aprendera a fazê-lo. A galinha amarela estranhou e começou a meter-se na vida da galinha verde, mas esta disse-lhe que tinha muito trabalho e não tinha tempo para conversas. Mas a galinha amarela continuou a bisbilhotar sobre a vida dos outros.

Então a galinha verde, já aborrecida, fechou-lhe a janela no bico. A galinha amarela achou que era desconsideração e continuou a parecer-lhe muito estranho ela ter andado na tal escola. Começou até a pensar que, por ela ser verde, teria alguma doença ou bruxedo e, por isso, decidiu arranjar uma solução para a expulsar do bairro…
14-10-2011
Comentário: Com esta história, aprendemos que as pessoas ou coisas diferentes não são piores que as normais.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Sonhos na palma da mão



Título: Sonhos na Palma da Mão
Autora: Luísa Dacosta
Ilustrador: Cristina Valadas
Editora: Asa
História:
Havia uma menina que tinha lido o livro “O rouxinol do imperador” de Andersen e se deitou no quarto da sua avó a divagar, enquanto ela escrevia uma carta.
Imaginou que estava nos lugares e com as personagens do livro que tinha lido.
Sonhou que estava na China junto de rios amarelos. Ela pensava que eles eram o sol que se derretia neles e, por isso, eram daquela cor. Também pensou que as cores da China lembravam aguarelas.
O problema era não conseguir tocar no rouxinol, a personagem principal do texto.
Então, a menina começou a achar que esse sonho não estava a ser parecido com o que tinha lido e, por isso, decidiu começar outro.
07-10-2011

Comentário:
Eu gostei deste livro, porque aprecio muito os rouxinóis.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Férias em Sines e S. Torpes


O meu tio arranjou-nos uma casa em Sines para ficarmos lá 15 dias.

Fomos ao castelo de Sines e subimos às suas muralhas. Dentro do castelo, também havia um museu muito interessante e engraçado. Numa das salas, podíamos tocar num monitor, que tinha num mapa nomes de países relacionados com os descobrimentos, e, logo de seguida, aparecia, num ecrã gigante, a “Música do Mundo” relacionada com cada país e também uma informação histórica. Vimos ainda um filme sobre a vida de Vasco da Gama e, já perto do mar, apreciei a sua estátua.

Conhecemos os tesouros, que estão na igreja da N.ª S.ª das Salas e vimos a sua imagem a ser levada nuns barcos, para dar uma volta no oceano Atlântico.

Como havia feira de artesanato, passámos por lá e comprámos uma prenda para os avós.

Junto a Sines, há uma terra chamada S. Torpes, que tem uma praia com água morninha. Essa água é aquecida pela central termoelétrica. Como também estive com os meus avós, passeei pela beira-mar – acho que andei 3Km – e encontrei meninos com quem brincar.
As minhas férias foram deliciosas.
19-09-2011

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Receita para uma boa casa



INGREDIENTES:
Pessoas simpáticas
Pedreiros
Senhora das limpezas
Jardineiros
Objetos: cama, sofá, fogão, lavatório…


PREPARAÇÃO:
Põem-se os pedreiros a construir a casa, especialmente uns profissionais.
Misturam-se os objetos necessários dentro da casa.
De vez em quando, mete-se uma senhora das limpezas a limpar a casa.
Deitam-se, pouco a pouco, pessoas simpáticas para viverem aí.
Para ficar ainda melhor, espalham-se jardineiros experientes à volta da casa, que ficará com um belo jardim.
Leva-se ao forno do sol e serve-se uma casa perfeita.
2011-11-25

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O chão e a estrela

Numa noite fria, uma estrela poisou num pinhal, que tinha ardido no verão, e iluminou o seu chão coberto de cinzas.

De repente, os pinheiros cresceram e tornaram-se verdejantes.

A estrela cintilava fazendo um brilho que era riso. Esse riso fazia esquecer as chamas vermelhas do fogo, os estalidos dos pinheiros a arder, os pássaros que fugiram e perderam os seus ninhos, o sofrimento dos bombeiros e a aflição do povo.

Uma menina chegou-se junto da estrela e sussurrou-lhe que ela podia ir para o céu. Porque todas as crianças iam proteger a floresta e os seus seres vivos.

Por fim, a menina caminhou pelo pinhal, a estrela sorriu e foi para o céu. Tudo ficou silencioso e as sementes, que estavam debaixo das cinzas, alegraram-se.

Matilde Rosa Araújo, O chão e a estrela
23-03-2012

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Preparativos para um casamento real



- A melhor igreja para se realizar o casamento é a do Mosteiro dos Jerónimos. Temos de encomendar rosas e camélias brancas e fitas douradas iguais às do ramos da princesa para decorá-la. – decidiu a rainha.
- Vamos convidar todas as famílias reais e avisar o alfaiate de que já está na hora de começar a costurar os nossos fatos. – afirmou o rei muito entusiasmado.
- Temos de oferecer uma ementa generosa, com os melhores pratos do reino. Quero ter o maior bolo de casamento do mundo! – disse o príncipe lambendo os lábios. – E também precisamos de duas orquestras para animarem os bailes durante pelo menos uma semana.
- Devemos recomendar aos jardineiros que os jardins devem ficar magníficos e todos servos têm de deixar o palácio a brilhar! – sugeriu o rei.
- É melhor avisar o ourives de que eu preciso de umas joias deslumbrantes e das alianças para ti, príncipe, e para a princesa. – referiu a rainha em tom sonhador.
                                                                                   04-05-2012

A vinda do escritor Carlos Alberto Silva

Hoje, dia 15 de Março, à tarde, o escritor referido veio à biblioteca da nossa escola.
Ele contou a história “O livro das palmas”, que foi inventada por ele e que, por ser a última, é a sua preferida.

Também disse que tinha escrito “O urso que perdera o coração”, onde aplicou uma técnica de ilustração com recortes e papel de embrulho, e “Ó Simão, meu trapalhão, já armaste confusão”, que foi ilustrada a tinta-da-china.

O escritor também nos deixou fazer perguntas, onde descobrimos que começou a escrever aos 13 anos e que é a sua filha que ilustra os seus livros.
Para terminar, deu alguns autógrafos.
                                                                                                          15-03-2012