domingo, 16 de dezembro de 2012

Uma boa amizade


Vale a pena ler
A Bíblia Sagrada
Vale a pena dar o salto
P’ra dentro do barco
Rumo à maravilha
E pé ante pé desembarcar na ilha
Do amor de Deus tão infinito
Faz-nos partilhar, é tão bonito
Vou ler
Este livro sem igual

É tão bom uma amizade assim
Ai, faz tão bem saber com Quem contar
Eu quero ir ver Quem me quer assim
É bom p’ra mim, é bom p’ra Quem tão bem me quer.

Adaptado por Leonor Tomaz e pais de “É tão bom” de Sérgio Godinho
Catequese de Óbidos, 4º volume
29/01/2012
 

O balão espetacular


Estava eu a passear no parque, de manhãzinha, quando, de repente, vi uma fada, que me perguntou:
- Queres realizar um desejo?
- Sim. - Disse eu.- Quero viver num balão que existirá. Ele terá muitas diversões, uma torre Eiffel, supermercados sem ter de se pagar os produtos, escolas espetaculares e tudo mais.
- Mas, só uma pergunta: pode durar o resto da vida?
- Sim, é claro.
- Queres ir já para o balão?
- Sim!!
- Então tens de ir ao Museu Municipal e carregar num botão para entrares.
- Está bem. Vou dizer aos meus amigos e familiares, despedir-me deles e, se eles quiserem vir, também vêm. Está bem?
- Sim.
- Adeus e obrigada.
- Adeus.
Eu fui avisar os amigos e a família e quiseram todos vir para o balão!!! Entrámos nele e decidimos logo fazer uma festa, porque adorámos estar nele!!!!
Foi uma ideia espetacular.

30-09-2010

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

A Árvore de Natal

Era Natal. Todas as pessoas, animais e até as árvores estavam felizes.
Atrás do estábulo, estavam três árvores: uma palmeira, uma oliveira e um pinheiro.
Elas achavam que deviam dar uma prenda ao Menino. Então a palmeira deu a sua folha mais larga, a oliveira óleo perfumado, mas o pinheiro não tinha nada para Lhe dar e, por isso, ficou triste. Mas, quando olhou para o céu, viu um anjo carregado de estrelas. Esse anjo ofereceu-lhas e colocou-as nas suas pontas.
O Menino Jesus, nessa altura, acordou, levantou as mãos e sorriu para o pinheiro.
Foi assim que o pinheiro passou a ser a árvore de Natal.

Comentário:
Eu gostei deste livro, porque passei a saber porque é que a árvore de Natal é um pinheiro.
04-01-2011     

Sabias…
          Antigamente, as pessoas iam aos pinhais cortar um pinheiro para depois o enfeitarem em casa, mas, atualmente, sabemos que isso prejudica o ambiente e, por isso, usamos um pinheiro artificial. Assim, até podemos ser ainda mais criativos na sua construção e decoração.
          Descobri nas imagens do Google algumas árvores de Natal bem originais!   


terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O Chocolate e o Bolo-rei


Luís caminhava para a casa dos avós. Era dia de Natal.
Ia a comer um chocolate. Sem saber como, fez uma nódoa nas calças. Ficou triste e começou a chorar. O pai, sempre compreensivo, consolou-o:
- Quando chegares a casa dos avós, pedes para mudar a roupa; há lá sempre alguma de reserva.
No entanto, a criança ainda mostrava alguma pena, pois gostava mesmo das suas calças por serem novas. Então, o chocolate, que tinha a forma de Pai Natal, disse-lhe baixinho:
- Vais ver que quando chegares, já nem vais pensar mais nisso.
O Luís não esperava tal consolo, mas, após o impacto da surpresa, sentiu que o chocolate era como um amigo!
Na casa dos avós, havia sempre uma grande azáfama na preparação da ceia de Natal.
Finalmente, chegaram. O Luís foi o primeiro a entrar e a dirigir-se à sala onde todos os esperavam e não mais se lembrou da nódoa de chocolate. Depois de se abraçarem e beijarem, a avó convidou-os para se sentarem à mesa.
Recheada de iguarias, era um primor para a vista e para o paladar. Contudo, e a destoar do conjunto, sentado no seu trono no centro desta, o bolo-rei estava pensativo e a desfazer-se em tristeza. O que seria? Por certo, ciúmes do convívio que o Luís estava a ter com a família.
Pressentindo que nem tudo estava bem na mesa, a avó, a quem os anos ensinaram a conhecer os sentimentos mais íntimos das pessoas, começou a imaginar o que podia fazer para resolver aquela situação de ciúmes. Abeirou-se do Luís e segredou-lhe:
- Aproxima-te do bolo-rei e diz-lhe que não se preocupe, tudo se esclarecerá.
E este escutou-o atentamente, tendo o seu semblante voltado àquela nobreza serena e feliz, que era seu timbre.
O Luís sabia agora, com espanto, que os chocolates e os bolos-reis da época de Natal também falavam, ouviam e sentiam como as pessoas. E disse ao bolo-rei:
- Eu gosto muito de ti; no Verão, já sonho contigo, e no Inverno és a minha delícia e o meu preferido entre todos os bolos.
    O bolo-rei então sentou-se direito no seu trono, pôs na cabeça a sua coroa brilhante e no seu rosto despontou o sorriso mais lindo que podes imaginar.
E todos continuaram a festejar, com alegria, a noite de Natal.

Texto de Vasco, Leonor e Filomena
20-12-10


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

O Natal na minha localidade

Em Caldas da Rainha, no Natal, costumamos fazer a árvore de Natal, o presépio e enfeitar a casa e as ruas com: sinos, figuras de Natal, bolas, botas, fitas coloridas e luzes.

Passamos a consoada em casa dos nossos avós, onde se reúne toda a família para conviver, dar e receber presentes e comer. A ceia mais tradicional é batatas com bacalhau e couves ou peru assado no forno. Ao longo da noite, cantamos, comemos filhós, bolo-rei e os adultos bebem “café da avó”.


À meia-noite, uma pessoa da família veste-se de Pai Natal e entrega os presentes ou então vamos todos para a missa do galo e abrimos os presentes no dia de Natal.


Ao longo do Natal, enviamos mensagens a desejar Feliz Natal e Boas Festas, vemos as ruas iluminadas, presépios animados, teatros sobre o nascimento de Jesus e ajudamos os pobres.
                                                                                                                                                                                   20-12-2010