terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O Chocolate e o Bolo-rei


Luís caminhava para a casa dos avós. Era dia de Natal.
Ia a comer um chocolate. Sem saber como, fez uma nódoa nas calças. Ficou triste e começou a chorar. O pai, sempre compreensivo, consolou-o:
- Quando chegares a casa dos avós, pedes para mudar a roupa; há lá sempre alguma de reserva.
No entanto, a criança ainda mostrava alguma pena, pois gostava mesmo das suas calças por serem novas. Então, o chocolate, que tinha a forma de Pai Natal, disse-lhe baixinho:
- Vais ver que quando chegares, já nem vais pensar mais nisso.
O Luís não esperava tal consolo, mas, após o impacto da surpresa, sentiu que o chocolate era como um amigo!
Na casa dos avós, havia sempre uma grande azáfama na preparação da ceia de Natal.
Finalmente, chegaram. O Luís foi o primeiro a entrar e a dirigir-se à sala onde todos os esperavam e não mais se lembrou da nódoa de chocolate. Depois de se abraçarem e beijarem, a avó convidou-os para se sentarem à mesa.
Recheada de iguarias, era um primor para a vista e para o paladar. Contudo, e a destoar do conjunto, sentado no seu trono no centro desta, o bolo-rei estava pensativo e a desfazer-se em tristeza. O que seria? Por certo, ciúmes do convívio que o Luís estava a ter com a família.
Pressentindo que nem tudo estava bem na mesa, a avó, a quem os anos ensinaram a conhecer os sentimentos mais íntimos das pessoas, começou a imaginar o que podia fazer para resolver aquela situação de ciúmes. Abeirou-se do Luís e segredou-lhe:
- Aproxima-te do bolo-rei e diz-lhe que não se preocupe, tudo se esclarecerá.
E este escutou-o atentamente, tendo o seu semblante voltado àquela nobreza serena e feliz, que era seu timbre.
O Luís sabia agora, com espanto, que os chocolates e os bolos-reis da época de Natal também falavam, ouviam e sentiam como as pessoas. E disse ao bolo-rei:
- Eu gosto muito de ti; no Verão, já sonho contigo, e no Inverno és a minha delícia e o meu preferido entre todos os bolos.
    O bolo-rei então sentou-se direito no seu trono, pôs na cabeça a sua coroa brilhante e no seu rosto despontou o sorriso mais lindo que podes imaginar.
E todos continuaram a festejar, com alegria, a noite de Natal.

Texto de Vasco, Leonor e Filomena
20-12-10


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

O Natal na minha localidade

Em Caldas da Rainha, no Natal, costumamos fazer a árvore de Natal, o presépio e enfeitar a casa e as ruas com: sinos, figuras de Natal, bolas, botas, fitas coloridas e luzes.

Passamos a consoada em casa dos nossos avós, onde se reúne toda a família para conviver, dar e receber presentes e comer. A ceia mais tradicional é batatas com bacalhau e couves ou peru assado no forno. Ao longo da noite, cantamos, comemos filhós, bolo-rei e os adultos bebem “café da avó”.


À meia-noite, uma pessoa da família veste-se de Pai Natal e entrega os presentes ou então vamos todos para a missa do galo e abrimos os presentes no dia de Natal.


Ao longo do Natal, enviamos mensagens a desejar Feliz Natal e Boas Festas, vemos as ruas iluminadas, presépios animados, teatros sobre o nascimento de Jesus e ajudamos os pobres.
                                                                                                                                                                                   20-12-2010




É Natal

Eu e a minha avó materna inventámos uma nova versão da canção «É Natal».
Clica no sino para a conheceres.


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Uma festa de aniversário





Eu fui à festa de aniversário da tartaruga, que se realizou no dia 4 de Julho, no Jardim Zoológico.
Estavam lá todos os animais do Zoo, os seus colaboradores e a minha turma, porque tínhamos vencido um concurso em que desenhámos uma tartaruga gigante.
Havia comida de todo o tipo, pois cada animal  tem o seu tipo de alimentação. Para as pessoas havia umas saborosas sandes e sumos.
Os animais tinham preparado uma quadra a elogiar a tartaruga, os colaboradores ofereceram-lhe uma tartaruga macho para poderem ter filhos e nós demos-lhe o nosso trabalho.
A tartaruga e os golfinhos prepararam um espectáculo aquático, que todos adorámos.
Depois, cantámos-lhe os parabéns e comemos o bolo de aniversário.
Eu gostei imenso desta festa de aniversário, porque foi a primeira vez em que o aniversariante foi um animal.

23/11/2010

Voou uma folha


Voou uma folha
uma folha que era eu
eu era um diploma
um diploma importante
importante, pois era de uma senhora
senhora chamada Luísa Ducla Soares

Ela ficou desesperada
mas quando me encontrou
foi dizer
ao pai,
à mãe
e toda a gente agitou
ela cantou, cantou
e a avó até dançou
                                                                                                 
        18-10-2010
                                                                       

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

As ovelhas

A família da ovelha é formada por: ovelhas, carneiros e os filhotes borregos, que crescem dentro do ventre da mãe durante 5 meses.
Uma ovelha adulta mede cerca de 80 cm no lombo e pesa até 100kg.

Para saberes mais sobre esta pesquisa, clica na ovelha.




Em 20 de maio de 2008, vi uma curiosa atuação de umas ovelhas que foram tosquiadas no espaço exterior do CCC.



O Chico e a Lua


Era uma vez um ratinho chamado Chico que estava a passear e encontrou outro ratinho.
O ratinho perguntou-lhe:
-         Sabes de que é feita a Lua?
-         Não! – respondeu o Chico
-         A Lua é feita de queijo. – disse o ratinho.
O Chico ficou todo babado. Então decidiu construir uma nave espacial, meteu gasolina e seguiu viagem.
Quando estava quase a chegar à Lua, acabou a gasolina! Mas ele não se importou. Saiu do foguetão e foi até à Lua.
Quando ele deu a primeira dentada à Lua, descobriu que ela era feita de pedra. Então ficou a chorar.
Como a Lua não o queria ver a chorar, começou a contar-lhe histórias e ele ficou a ouvi-las.
 
Ouvi esta história, na Biblioteca Municipal, contada pelo Carlos Marques. Em casa, contei-a à mãe.

A bruxa Zanaga



Andava certo dia El-Rei a passear nos jardins do seu palácio quando ouviu o ruído de um motor. Olhou para o céu e viu a Bruxa Zanaga, que tinha um olho para cada lado, montada na sua vassoura, tentando aterrar ali mesmo nos jardins.
- Viva quem é a flor das bruxas!- disse o rei.
Porém a bruxa não vinha para graças.
- Sabes de onde venho?- perguntou ela, mal desceu da vassoura. - Acabei de fazer o meu exame final.
- Espero que tenha corrido bem...
- Tazbrenhaxa! - respondeu a bruxa piscando os olhos vesgos. - Querem chumbar-me!!! Dizem que sou a bruxa mais cábula do país! Mas eu estudo... palavrinha que estudo...
- Então o exame correu mal!
- Eu sabia... mas tive azar! Na prova da vassoura sem motor não fui capaz de meter marcha atrás! E, na prova escrita, pediram-me aquela fórmula de adormecer uma princesa durante cem anos e... eu que a tinha na cábula... mas não a pude consultar... zás! Escrevi aquela de fazer crescer as orelhas de burro!

Continuação:
O rei e a bruxa fizeram esquemas para planear o que iriam fazer. Assim estaria tudo pronto para ela um dia ainda vir a ser Rainha das Bruxas.
Arranjaram muitos livros e, como Zanaga não conseguia ler com os dois olhos, o rei leu-lhe alguns. Mas ele não podia estar sempre ocupado a ler. Então decidiram ir a um médico que avisou logo que ela teria de fazer uma operação.
Então, poucas semanas depois, a bruxa fez a operação. Assim já conseguia ver com os dois olhos.
Agora Zanaga conseguia ler e começou a estudar e estava sempre a melhorar com a cortesia do rei. Com tanto treino e esforço já era uma verdadeira bruxa e lá no firmamento voava e aterrava.
Bem, o rei achava que ela era uma excelente bruxa.
Quando já estava preparada foi falar com os professores, pedindo-lhes outra oportunidade. Eles aceitaram e como nessa prova não havia mais ninguém, eles viram que ela não era uma cábula e decidiram passá-la.
Ela agradeceu a ajuda do rei e ficou muito animada.
Hoje é a Rainha das Bruxas!

25-05-2011


terça-feira, 6 de novembro de 2012

O voo do golfinho



Título: O voo do golfinho          
Autor: Ondjahi

Ilustrador: Danuta

Editora: Caminho

História:
Havia um golfinho que gostava de voar e até tinha um bico vermelho. Os seus amigos diziam que ele tinha um bico diferente que mais parecia o de um passarinho.
Ele gostava muito de saltar e os outros golfinhos reparavam que ele já saltava como um pássaro.
Um dia, deu um salto enorme e viu-se no reflexo da água, olhou para si e observou que o seu corpo era como o de um pássaro, e também o bico e o olhar. Voltou a mergulhar e viu que tinha um corpo diferente - um corpo de pássaro. Disse adeus aos golfinhos e voou até perto das nuvens.
Quando estava no céu, perguntou a um pássaro se tinha sido sempre pássaro e ele respondeu que antes era uma serpente e a outros pássaros tinha acontecido o mesmo.
Então, todos eles formaram o bando da liberdade. O golfinho que foi pássaro ficou a olhar as cores do verão escutando a voz do seu coração. Mas ficou com um segredo: era pássaro mas se lhe apetecesse ser um golfinho, voltaria a sê-lo.
23-05-2011

sábado, 3 de novembro de 2012

Tejo, Douro e Guadiana


Tejo


Havia três rios irmãos: o Tejo, o Douro e o Guadiana. Ao verem passar as nuvens, perguntaram-lhes de onde vinham e elas responderam que vinham do Oceano Atlântico. A seguir, questionaram-nas se ele era lindo e elas responderam que sim.

Então, combinaram que, na manhã seguinte, iriam fazer uma corrida para ver quem chegaria primeiro ao oceano.

Douro

Nessa manhã, o Guadiana partiu bem cedo para observar as paisagens. O Tejo, ao sentir falta de um irmão, partiu logo, mas, ao pensar que já tinha um grande avanço, pôs-se também a observar as paisagens. O Douro, ao ver que os dois irmãos já tinham partido, foi aos trambolhões, a correr entre vales e montanhas, e mesmo todo sujo foi o primeiro a chegar!

Guadiana










     
03-05-2011


quarta-feira, 31 de outubro de 2012

O comércio no meu bairro

No bairro onde eu vivo, na zona mais baixa do Bairro das Morenas, perto da paragem do Toma e entre duas rotundas, há uma pastelaria, uma loja de bicicletas e uma frutaria que são locais de comércio tradicional.
 A pastelaria “Pau de Canela” vende pão, docinhos e bebidas. Nessa loja, os produtos vendem-se ao balcão e um empregado leva-os à mesa ou embrulha-os para os clientes os levarem para casa.
“Caldas Sport” é uma loja que vende bicicletas, motas e acessórios para as pessoas utilizarem. Ela tem os produtos expostos e o cliente escolhe-os e paga na caixa. O vendedor pode explicar como utilizá-los.
A “frutaria/charcutaria” vende frutas, legumes, hortaliças, detergentes e diversos produtos de mercearia. Essa loja tem os produtos expostos e os clientes escolhem a quantidade que querem, colocam-nos em pequenos cestos e depois pagam-nos na caixa.
Um pouco mais à frente, na direção da estrada da Foz do Arelho, perto de uma rotunda, há o hipermercado E. Leclerc, que vende produtos alimentares, artigos para o lar, vestuário, electrodomésticos, material didático e artigos para jardinagem. O modo de venda é semelhante ao da frutaria, mas há mais produtos, mais caixas para pagar e podemos transportar o que comprámos até ao carro. Também tem um cartão que acumula pontos. O E. Leclerc é uma grande superfície comercial.

2011-03-16


terça-feira, 30 de outubro de 2012

Eric


Título do livro: Contos dos Subúrbios              
Título da história: Eric
Autor: Shaun Tan       
Ilustrador: Shaun Tan  
Editora: Contraponto                                         

História:

Há uns anos, uma família teve um universitário chamado Eric a viver em sua casa num programa de intercâmbio.
O quarto de hóspedes até era muito bom, mas inexplicavelmente ele preferia a despensa da cozinha para dormir e estudar.
Como eles queriam que ele se sentisse bem, passaram a guardar as coisas da despensa da cozinha noutros armários, para não o incomodar.
O filho dessa família sempre quis ter um estrangeiro em sua casa para lhe poder mostrar como era um perito sobre a sua localidade.
No entanto, Eric, que era muito curioso, fazia-lhe perguntas às quais ele não sabia responder.
 Eles faziam juntos várias excursões para ele conhecer os locais mais bonitos da cidade, mas não se sabia se Eric gostava ou não.
Nessas viagens ele apreciava sobretudo as coisas mais pequenas que encontrava no chão.
Todos ficaram boquiabertos com a forma como ele se foi embora: só um adeus.
Até lhes custava acreditar que Eric tivesse mesmo ido embora.
Chegaram mesmo a pensar que o seu hóspede estivesse aborrecido, mas quando abriram a dispensa da cozinha descobriram que o universitário tinha deixado várias flores semeadas nas pequenas coisas que tinha recolhido nas suas viagens e um bilhete a agradecer: “Obrigado por estes dias maravilhosos”.


22-04-2011

     

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

O Galo de Barcelos

Há muitos anos havia uma família de peregrinos que tinha passado por Portugal e que se instalou numa estalagem.

Eles traziam um farnel, mas o hospedeiro, como era ganancioso, vendo que faziam pouca despesa, entregou o chefe de família à polícia, acusando-o de o ter roubado e, por isso, o pobre homem foi condenado à morte.

O honrado peregrino, sem que ninguém o defendesse, tirou o frango do farnel e disse que era mais verdade ele estar inocente do que aquele galo cantar.

E cantou mesmo!

Assim, o galo de Barcelos ficou a ser conhecido no estrangeiro e até há uma estátua de “Nosso Senhor do Galo” à saída de Barcelos.

14-03-2011


Comentário:

Eu gostei deste livro, porque conta por que é que há uma estátua de “Nosso Senhor do Galo” à saída de Barcelos.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

A minha escola

 

 

 

A E.B.I. de Santo Onofre é boa prá minha educação

com o professor Pimpão na direção.


Porém, gostava que o recreio tivesse mais jogos

e a biblioteca mais livros novos.


Queria um refeitório menos barulhento

e uma sala tranquila para descansar um momento.


Conto com o apoio dos professores interessados

que ajudam os mais irrequietos a serem ajuizados.


É aqui que me sinto acompanhada

não troco esta escola por nada!

                                                                                            20-09-2012

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

terça-feira, 21 de agosto de 2012

A lenda de Arlequim


Há muitos, muitos anos, havia em Veneza, uma condessa que todos os anos fazia um baile de máscaras, onde se escolhia o melhor traje. Todas as mães se esforçavam para fazer o mais belo fato para os seus filhos, mas a mãe de Arlequim era tão pobre que não tinha dinheiro para comprar os tecidos.

Então, os seus amigos ofereceram-lhe os restos dos seus trajes. Assim, a mãe de Arlequim juntou todos os restos e formou um lindo fato com losangos.

No dia do baile de máscaras, Arlequim apresentou-se à condessa e ganhou o prémio.

A condessa perguntou-lhe como é que ele, tão pobre, conseguiu fazer um traje tão bonito. E Arlequim respondeu que tinha sido com a gentileza dos seus amigos e a bondade da sua mãe.



Comentário:

Eu gostei do texto, porque aprecio os fatos de Carnaval.



 01-03-2011      
O Carnaval de Arlequim        Miró



segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Um rapaz chamado Giotto


Título: Um rapaz chamado Giotto

Autor: Paolo Guarnieri                                                          

Ilustrador: Bimba Landmann

Editora: Livros Horizonte

Reconto:

Giotto era um pastorinho, que vivia numa povoação, há 700 anos, mas não era atento às suas ovelhas. Desenhava com giz nas pedras e com um pau na areia até os sinos tocarem e depois ia guardar as ovelhas no curral.

Um dia, perdeu uma ovelha. O pai, que o aguardava em casa, ficou zangado e não o deixou ir à festa que havia na aldeia. O rapaz obedeceu ao pai.

No entanto, lá fora estava um quadro em que a luz refletia. Era de um homem chamado Cimabue. Giotto entrou na casa dele e quase não contava o seu segredo, mas contou: queria ser pintor. Então, o homem também contou o segredo da sua pintura. Quando chegou a casa, sonhou com o que ele lhe tinha dito.

No dia seguinte, o pai teve de o acordar e ele experimentou fazer uma pintura como o homem lhe disse: desenhou uma ovelha. E como o desenho ficou tão bem feito, a ovelha perdida pensou que era a sua mãe e apareceu. Assim, Giotto conseguiu recuperá-la.

Quando o pai soube, foi dar as saudações devidas a Cimabue, mas ele avisou-o que não tinha sido ele, mas sim Giotto.

Cimabue perguntou se Giotto podia trabalhar com ele. O pai aceitou, mas só o permitiu daí a alguns anos.

Quando Giotto cresceu, trabalhou com Cimabue e fez o desenho mais bonito de sempre: um fresco na igreja.

12-01-2011 



Comentário:

Eu gostei deste livro, porque aprendi por que razão há uma marca de lápis chamada Giotto.        

 

O amor de Pedro e Inês


Título: O amor de Pedro e Inês

Autor: Vanda Marques, Susana Silva e Inês Ferreira

Ilustrador: Susana Silva

Editora: Livros Quetzal

História:

Era uma vez, no reino de Portugal, um príncipe chamado Pedro.

Os seus pais decidiram que ele se iria casar com a princesa Constança. Pedro não a amava e queria casar-se com a sua aia, D. Inês de Castro. Ao dar à luz um filho, D. Constança morreu.

Pedro e Inês tiveram 4 filhos e foram uma família feliz. Mas o pai de Pedro não queria que eles se casassem e por isso mandou 3 homens matarem Inês.

Quando Pedro chegou a casa, após a caçada, viu-a morta. Chorou tanto que jurou que iria coroá-la rainha, colocar-lhe o túmulo mais belo e quando ele morresse deitar-se-ia junto dela.

Cumpriu a promessa e, quando morreu, ficou junto dela, no Mosteiro de Alcobaça.

07-02-2011

Comentário:

Eu gostei deste livro, porque fiquei a saber como foi o amor de Pedro e Inês.



A maior flor do mundo


Título: A maior flor do mundo

Autor: José Saramago

Ilustrador: João Caetano

Editora: Editorial caminho

História:

O livro fala de uma flor que estava para morrer.

Um menino subiu ao cimo de uma montanha por curiosidade e encontrou uma for a desabrochar mas que estava muito murcha. Como teve pena dela, foi buscar água muito longe e fez esse percurso 20 vezes.

Com aquela água fresquinha, a flor ficou gigante e o menino adormeceu sob a flor.

A sua mãe e o seu pai ficaram preocupados. Então pediram ajuda aos vizinhos para os procurar.

Acabaram por encontrar o menino deitado sob uma flor gigante.

Todos pensaram que ele tinha feito um milagre e ainda iria fazer mais.

19-01-2011

Comentário:

Eu gostei do livro, porque fiquei a saber como era o único livro de José Saramago para crianças.


Podes conhecer esta versão da história em cinema de animação:

A fada e a chouriça


Título: A fada e a chouriça

Autor: Alexandre Parafita

Editora: Texto Editores

Reconto:

Numa noite, estava um casal de idosos na sua cozinha a conversar quando, de repente, apareceu uma fada. Ela concedia três desejos, mas muito rapidamente desapareceu pela chaminé.

Não demorou muito tempo para desatarem a discutir: a mulher queria uns desejos e o homem outros.

A mulher olhou para as brasas ainda vivas no borralho e achou-as apetitosas e sem querer desejou uma chouriça e, por causa disso, um desejo ficou realizado.

O homem ficou tão chateado que desejou que a chouriça fosse para o nariz da mulher. E foi o que aconteceu. Ela ainda pediu ajuda ao homem para lhe tirar a chouriça, mas de nada valeu.

Deste modo, o terceiro desejo foi gasto a tirar a chouriça do nariz da mulher.

E, assim, foram gastos os três dons sem se ter realizado nenhum desejo.

27-10-2010

Quais seriam os teus 3 desejos?