Há muitos, muitos anos, havia em
Veneza, uma condessa que todos os anos fazia um baile de máscaras, onde se
escolhia o melhor traje. Todas as mães se esforçavam para fazer o mais belo fato
para os seus filhos, mas a mãe de Arlequim era tão pobre que não tinha dinheiro
para comprar os tecidos.
Então, os seus amigos ofereceram-lhe
os restos dos seus trajes. Assim, a mãe de Arlequim juntou todos os restos e
formou um lindo fato com losangos.
No dia do baile de máscaras, Arlequim
apresentou-se à condessa e ganhou o prémio.
A condessa perguntou-lhe como é que
ele, tão pobre, conseguiu fazer um traje tão bonito. E Arlequim respondeu que
tinha sido com a gentileza dos seus amigos e a bondade da sua mãe.
Comentário:
Eu gostei do texto, porque aprecio os fatos de Carnaval.
Giotto era um pastorinho, que vivia
numa povoação, há 700 anos, mas não era atento às suas ovelhas. Desenhava com
giz nas pedras e com um pau na areia até os sinos tocarem e depois ia guardar
as ovelhas no curral.
Um dia, perdeu uma ovelha. O pai, que
o aguardava em casa, ficou zangado e não o deixou ir à festa que havia na
aldeia. O rapaz obedeceu ao pai.
No entanto, lá fora estava um quadro
em que a luz refletia. Era de um homem chamado Cimabue. Giotto entrou na casa
dele e quase não contava o seu segredo, mas contou: queria ser pintor. Então, o
homem também contou o segredo da sua pintura. Quando chegou a casa, sonhou com
o que ele lhe tinha dito.
No dia seguinte, o pai teve de o acordar
e ele experimentou fazer uma pintura como o homem lhe disse: desenhou uma ovelha.
E como o desenho ficou tão bem feito, a ovelha perdida pensou que era a sua mãe
e apareceu. Assim, Giotto conseguiu recuperá-la.
Quando o pai soube, foi dar as
saudações devidas a Cimabue, mas ele avisou-o que não tinha sido ele, mas sim
Giotto.
Cimabue perguntou se Giotto podia
trabalhar com ele. O pai aceitou, mas só o permitiu daí a alguns anos.
Quando Giotto cresceu, trabalhou com
Cimabue e fez o desenho mais bonito de sempre: um fresco na igreja.
12-01-2011
Comentário:
Eu gostei deste livro, porque aprendi por que razão há uma marca de lápis chamada Giotto.
Autor: Vanda Marques, Susana Silva e Inês
Ferreira
Ilustrador: Susana Silva
Editora: Livros Quetzal
História:
Era uma vez, no reino de Portugal, um príncipe chamado Pedro.
Os seus pais decidiram que ele se iria casar com a princesa
Constança. Pedro não a amava e queria casar-se com a sua aia, D. Inês de
Castro. Ao dar à luz um filho, D. Constança morreu.
Pedro e Inês tiveram 4 filhos e foram uma família feliz. Mas
o pai de Pedro não queria que eles se casassem e por isso mandou 3 homens
matarem Inês.
Quando Pedro chegou a casa, após a caçada, viu-a morta.
Chorou tanto que jurou que iria coroá-la rainha, colocar-lhe o túmulo mais belo
e quando ele morresse deitar-se-ia junto dela.
Cumpriu a promessa e, quando morreu, ficou junto dela, no
Mosteiro de Alcobaça.
07-02-2011
Comentário:
Eu gostei deste livro, porque fiquei a saber como foi o amor
de Pedro e Inês.
Um menino subiu ao cimo de uma montanha por curiosidade e
encontrou uma for a desabrochar mas que estava muito murcha. Como teve pena
dela, foi buscar água muito longe e fez esse percurso 20 vezes.
Com aquela água fresquinha, a flor ficou gigante e o menino
adormeceu sob a flor.
A sua mãe e o seu pai ficaram preocupados. Então pediram
ajuda aos vizinhos para os procurar.
Acabaram por encontrar o menino deitado sob uma flor gigante.
Todos pensaram que ele tinha feito um milagre e ainda iria
fazer mais.
19-01-2011
Comentário:
Eu gostei do livro, porque fiquei a saber como era o único
livro de José Saramago para crianças.
Podes conhecer esta versão da história em cinema de animação:
Numa noite, estava um casal de idosos na sua cozinha a
conversar quando, de repente, apareceu uma fada. Ela concedia três desejos, mas
muito rapidamente desapareceu pela chaminé.
Não demorou muito tempo para desatarem a discutir: a mulher
queria uns desejos e o homem outros.
A mulher olhou para as brasas ainda vivas no borralho e
achou-as apetitosas e sem querer desejou uma chouriça e, por causa disso, um
desejo ficou realizado.
O homem ficou tão chateado que desejou que a chouriça fosse
para o nariz da mulher. E foi o que aconteceu. Ela ainda pediu ajuda ao homem
para lhe tirar a chouriça, mas de nada valeu.
Deste modo, o terceiro desejo foi gasto a tirar a chouriça do
nariz da mulher.
E, assim, foram gastos os três dons sem se ter realizado
nenhum desejo.
Ele
adorava inventar coisas novas como cobras como as cores do arco-íris, pássaros
a vapor e muito mais.
As
pessoas achavam que esse rapaz só inventava inutilidades e, por isso perdeu os
amigos e ficou solitário. Mas mesmo assim continuava a inventar coisas novas. A
partir dali inventou muitos animais e metia-os no jardim.
Os
vizinhos ficaram muito preocupados e não acharam nada bem. Então foram
lamentar-se à polícia, ela ainda tinha algumas dúvidas, mas a única coisa que
podia fazer era prende-lo. E foi o que a polícia fez.
Mas
pelo contrário as crianças adoravam ver aqueles seres estranhos e acharam que
era injusto. Então decidiram fazer uma manifestação.
A
polícia decidiu libertá-lo, mas ele inventou uma máquina que passava paredes e
então passou pela parede e saiu para a rua onde estavam todas as crianças à
volta dele.
No primeiro dia, o pequeno
cosmonauta foi ao planeta com tudo ao contrário chamado “Opostos.” Nesse
planeta ele encontrou peixes a voarem, aves a habitarem no mar, pessoas a
andarem com as mãos no chão e os pés no ar, árvores e relva a dançarem o samba
que os carros cantavam e muitos mais seres fantásticos.
Ele tentou falar com as pessoas
mas elas falavam ao contrário, por exemplo, augá era água, emon era nome.
Então, ele começou a entendê-los e, quando se despediu, disse-lhes:
Sueda , suem sogima. Éta everb!
No segundo dia, passeou no
planeta “Misturado”, onde tudo era feito de duas metades diferentes. Havia: a
mesa-aquecedor, o homem-gaivota, a rosa-vidro, o piano-violino, o
helicóptero-barco…
Aqui, a comunicação fazia-se com
sílabas de várias palavras. Só ao fimde
240 minutos é que descobriu que “Oturis, láta. Bemao-vinnos dosoplatane.” Queria
dizer: “Olá, turista. Bem-vindo ao nosso planeta.”
E, finalmente, no terceiro dia,
encontrou o planeta dos óculos, o “Oculóide”. À primeira vista, parecia um
planeta só com os seus habitantes. No entanto, ele perguntou a um habitante se
não havia mais nada e ele respondeu-lhe:
- Mas nós vemos relva
fresquinha, pássaros a cantar, as nossas casas, o céu, a praia e todas as
coisas que há num planeta.
- Parece mesmo o meu planeta que
é a Terra, mas eu não vejo nada!!!
De repente, observou que todos
os habitantes usavam óculos. Então, pediu àquele cidadão para lhe emprestar os
óculos e viu que tudo era igual ao seu planeta mas só se via através deles.
Depois desta extraordinária
aventura, regressou à Terra todo contente e até saiu uma notícia no jornal que
relatava a sua viagem.
Era uma vez um menino que tinha sempre zero a Matemática.
Um dia, a professora disse-lhe que assim não ia muito longe e
ele respondeu-lhe que já tinha ido de avião para outro país.
Nessa altura, a professora perguntou-lhe o que ele queria ser
quando crescesse e ele achou que queria ser engenheiro de pontes e astronauta,
mas ela avisou-o que, se ele fosse engenheiro de pontes, a ponte cairia e, se
fosse astronauta, iria parar a outro planeta. A colega Isabel ainda lhe deu a
ideia de ser cozinheiro, mas ele fez um bolo tão amargo e tão salgado que
ninguém o conseguiu comer.
Então, decidiu ser poeta e, em casa, fez um poema a dizer mal
da Matemática. No dia seguinte, leu-o na escola e os colegas acharam que também
ia ter zero a Língua Portuguesa, mas a professora mandou-o ler outra vez e até
gostou dele.
Quando chegou o Natal, ele pediu ao Pai Natal para só receber
dinheiro e teve sorte: só uma vizinha é que lhe deu um chocolate, o resto das
pessoas deu dinheiro. Depois, decidiu pedir ajuda a alguém para comprar uma
consola. Só um colega da turma é que o ajudou a comprá-la, mas enganou-o não
lhe dando troco.
Entretanto, o avô descobriu que ele tinha zero a Matemática
e, por isso, ensinou-o no Natal.
Quando regressou à escola, foi o primeiro a oferecer-se para
fazer a conta no quadro, o que deixou os colegas boquiabertos. De repente,
descobriu que o colega que o ajudou ficara com o troco.
E a partir daqui, encontrou o valor da Matemática!
12-10-2010
Carrega na imagem para veres a história em Powerpoint!
Um escultor acabou a sua obra. Pegou no assento de uma velha
cadeira, sentou-se e ficou a olhar para as estátuas.
Com a voz embargada pela emoção, disse: - Sinto que cada uma das minhas obras é um pedaço da minha
vida. E passou toda a noite sentado a observá-las, sem conseguir
dormir.
O gato
Zorbas que é uma das personagens principais da estória ”História de uma gaivota
e do gato que a ensinou a voar” fisicamente é grande, gordo e preto.
Ele tem
saudades dos amigos quando está longe deles, preocupa-se com eles e tenta
ajudá-los com melhor possível.
Caracterização
da gaivota Kengah
Kengah
fisicamente: é excelente voadora e tem penas cor de prata.
Kengah psicologicamente:
é boa observadora, é lutadora pela vida, sabe pedir ajuda a um amigo quando não
consegue resolver um problema e é justa.
Havia uma lesma que estava permanentemente constipada com a
humidade e não parava de espirrar.
Fez várias tentativas para melhorar, mas nada resultou.
Então, decidiu comprar um atrelado o caracol japonês. Ele
disse que lhe podia arranjar um atrelado, mas a lesma respondeu-lhe que queria
um mais moderno do que o dele. O caracol ficou ofendido e decidiu que não lhe
vendia um atrelado.
Depois, ela tentou comprar ao caranguejo, mas também não o
fez.
A seguir, foi ter com a tartaruga, que lhe vendeu um enorme atrelado.
Mas, ao tentar deslocá-lo, desmaiou.
O médico que o socorreu explicou-lhe finalmente que o seu problema
não eram constipações, mas sim uma grande alergia às alfaces. Tinha de passar a
comer apenas couves.
Quanto ao atrelado, decidiu alugá-lo para casamentos e
batizados.
Como este ano concluí o Primeiro Ciclo, propus à minha turma da EBI que fizéssemos uma surpresa à nossa querida professora Isabel Sousa, que muito nos ajudou a crescer ao longo de 4 anos. Fizemos a adaptação da letra da canção do Girassol e cantámo-la na Biblioteca.
Quando estava no 2º ano, participei numa atividade sobre esta história de um Sapo, no Jardim de Infância da Foz do Arelho.
Reconto:
Havia um sapo que se sentia esquisito sem saber porquê.
Então, encontrou o porquinho, explicou-lhe a sua situação e o
porquinho achou que ele estava constipado era melhor meter-se na cama.
A seguir, passou por casa da lebre que lhe disse que o
tum-tum que ele ouvia era o seu coração. Mas como o coração batia muito acelerado,
ela foi consultar um grande livro e viu que estava apaixonado.
Nesse momento, ficou tão contente que deu um salto enorme
pela porta fora e foi parar quase em cima do porquinho.
Deu-lhe a notícia e ele quis saber por quem é que ele estava
apaixonado. O sapo, depois de pensar, descobriu que era pela patinha branca. O
porco achou que era um disparate, mas ele não se importou com isso!
Como era envergonhado, ofereceu-lhe uma pintura e um ramo de
flores sem ela ver, o que a deixou muito curiosa.
Dado que não tinha coragem para falar com ela, decidiu bateu
o recorde do salto em altura, começou a treinar e corria tudo bem, mas a pata
tinha receio que ele caísse. E foi isso que aconteceu, quando ele estava a dar
o maior salto do mundo.
A pata levou-o para cas e ratou bem dele com todo o carinho.
Foi nessa altura que ela declarou que gostava muito dele,
finalmente, o sapo teve coragem que gostava dela.
Eu, os colegas da minha turma e os do 3ºA fomos ao Centro de
Formação Profissional do Coto para aprendermos a cozinhar. Tivemos a ajuda dos
alunos do curso de cozinha.
Primeiro, lanchámos o que havia à escolha. A seguir, uns
aprenderam a fazer pão e outros a fazer massa. Eu fiz massa com farinha de
trigo, um ovo e água. Ainda cortei limões para fazer sumo.
Depois, almoçámos sopa e a comida que tínhamos preparado.
No fim, recebemos balões e biscoitos de Natal.
Eu gostei muito de ter aprendido a fazer massa, até comemos
massa feita por mim, ao jantar.
No "Parque Atelier", realizei alguns trabalhos de cerâmica, pintura e reciclagem, que me serviram de inspiração para a escrita de algumas poesias.Pelo Natal e no final do ano letivo, expus as peças e os textos na Biblioteca da EBI.
Eu estava no meio de umas bolachas, dentro de um pacote e comecei
a mexer- me.
Uma menina ficou com medo, porque me ia comer. Então, decidiu
comer outras bolachas, mas sem querer comeu-me.
A menina tentou mastigar-me inteira. Passei pela faringe,
pelo esófago e cheguei ao estômago.
Lá, encontrei as minhas colegas que tinham estado no pacote.
Elas não estavam “vivas”, mas eu, como era mágica, transformei-as
em bolachas verdadeiras.
Entretanto o estômago percebeu que eu ainda estava inteira,
deu-me uns safanões e eu transformei-me em mil pedacinhos.
Depois, fomos todas até ao intestino delgado, onde apanhámos uma
grande chuva que quase nos desfez. Ficámos tão fininhas que decidimos ir dar
uma volta ao corpo através das veias e das artérias.