quarta-feira, 26 de setembro de 2012

A minha escola

 

 

 

A E.B.I. de Santo Onofre é boa prá minha educação

com o professor Pimpão na direção.


Porém, gostava que o recreio tivesse mais jogos

e a biblioteca mais livros novos.


Queria um refeitório menos barulhento

e uma sala tranquila para descansar um momento.


Conto com o apoio dos professores interessados

que ajudam os mais irrequietos a serem ajuizados.


É aqui que me sinto acompanhada

não troco esta escola por nada!

                                                                                            20-09-2012

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

terça-feira, 21 de agosto de 2012

A lenda de Arlequim


Há muitos, muitos anos, havia em Veneza, uma condessa que todos os anos fazia um baile de máscaras, onde se escolhia o melhor traje. Todas as mães se esforçavam para fazer o mais belo fato para os seus filhos, mas a mãe de Arlequim era tão pobre que não tinha dinheiro para comprar os tecidos.

Então, os seus amigos ofereceram-lhe os restos dos seus trajes. Assim, a mãe de Arlequim juntou todos os restos e formou um lindo fato com losangos.

No dia do baile de máscaras, Arlequim apresentou-se à condessa e ganhou o prémio.

A condessa perguntou-lhe como é que ele, tão pobre, conseguiu fazer um traje tão bonito. E Arlequim respondeu que tinha sido com a gentileza dos seus amigos e a bondade da sua mãe.



Comentário:

Eu gostei do texto, porque aprecio os fatos de Carnaval.



 01-03-2011      
O Carnaval de Arlequim        Miró



segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Um rapaz chamado Giotto


Título: Um rapaz chamado Giotto

Autor: Paolo Guarnieri                                                          

Ilustrador: Bimba Landmann

Editora: Livros Horizonte

Reconto:

Giotto era um pastorinho, que vivia numa povoação, há 700 anos, mas não era atento às suas ovelhas. Desenhava com giz nas pedras e com um pau na areia até os sinos tocarem e depois ia guardar as ovelhas no curral.

Um dia, perdeu uma ovelha. O pai, que o aguardava em casa, ficou zangado e não o deixou ir à festa que havia na aldeia. O rapaz obedeceu ao pai.

No entanto, lá fora estava um quadro em que a luz refletia. Era de um homem chamado Cimabue. Giotto entrou na casa dele e quase não contava o seu segredo, mas contou: queria ser pintor. Então, o homem também contou o segredo da sua pintura. Quando chegou a casa, sonhou com o que ele lhe tinha dito.

No dia seguinte, o pai teve de o acordar e ele experimentou fazer uma pintura como o homem lhe disse: desenhou uma ovelha. E como o desenho ficou tão bem feito, a ovelha perdida pensou que era a sua mãe e apareceu. Assim, Giotto conseguiu recuperá-la.

Quando o pai soube, foi dar as saudações devidas a Cimabue, mas ele avisou-o que não tinha sido ele, mas sim Giotto.

Cimabue perguntou se Giotto podia trabalhar com ele. O pai aceitou, mas só o permitiu daí a alguns anos.

Quando Giotto cresceu, trabalhou com Cimabue e fez o desenho mais bonito de sempre: um fresco na igreja.

12-01-2011 



Comentário:

Eu gostei deste livro, porque aprendi por que razão há uma marca de lápis chamada Giotto.        

 

O amor de Pedro e Inês


Título: O amor de Pedro e Inês

Autor: Vanda Marques, Susana Silva e Inês Ferreira

Ilustrador: Susana Silva

Editora: Livros Quetzal

História:

Era uma vez, no reino de Portugal, um príncipe chamado Pedro.

Os seus pais decidiram que ele se iria casar com a princesa Constança. Pedro não a amava e queria casar-se com a sua aia, D. Inês de Castro. Ao dar à luz um filho, D. Constança morreu.

Pedro e Inês tiveram 4 filhos e foram uma família feliz. Mas o pai de Pedro não queria que eles se casassem e por isso mandou 3 homens matarem Inês.

Quando Pedro chegou a casa, após a caçada, viu-a morta. Chorou tanto que jurou que iria coroá-la rainha, colocar-lhe o túmulo mais belo e quando ele morresse deitar-se-ia junto dela.

Cumpriu a promessa e, quando morreu, ficou junto dela, no Mosteiro de Alcobaça.

07-02-2011

Comentário:

Eu gostei deste livro, porque fiquei a saber como foi o amor de Pedro e Inês.



A maior flor do mundo


Título: A maior flor do mundo

Autor: José Saramago

Ilustrador: João Caetano

Editora: Editorial caminho

História:

O livro fala de uma flor que estava para morrer.

Um menino subiu ao cimo de uma montanha por curiosidade e encontrou uma for a desabrochar mas que estava muito murcha. Como teve pena dela, foi buscar água muito longe e fez esse percurso 20 vezes.

Com aquela água fresquinha, a flor ficou gigante e o menino adormeceu sob a flor.

A sua mãe e o seu pai ficaram preocupados. Então pediram ajuda aos vizinhos para os procurar.

Acabaram por encontrar o menino deitado sob uma flor gigante.

Todos pensaram que ele tinha feito um milagre e ainda iria fazer mais.

19-01-2011

Comentário:

Eu gostei do livro, porque fiquei a saber como era o único livro de José Saramago para crianças.


Podes conhecer esta versão da história em cinema de animação:

A fada e a chouriça


Título: A fada e a chouriça

Autor: Alexandre Parafita

Editora: Texto Editores

Reconto:

Numa noite, estava um casal de idosos na sua cozinha a conversar quando, de repente, apareceu uma fada. Ela concedia três desejos, mas muito rapidamente desapareceu pela chaminé.

Não demorou muito tempo para desatarem a discutir: a mulher queria uns desejos e o homem outros.

A mulher olhou para as brasas ainda vivas no borralho e achou-as apetitosas e sem querer desejou uma chouriça e, por causa disso, um desejo ficou realizado.

O homem ficou tão chateado que desejou que a chouriça fosse para o nariz da mulher. E foi o que aconteceu. Ela ainda pediu ajuda ao homem para lhe tirar a chouriça, mas de nada valeu.

Deste modo, o terceiro desejo foi gasto a tirar a chouriça do nariz da mulher.

E, assim, foram gastos os três dons sem se ter realizado nenhum desejo.

27-10-2010

Quais seriam os teus 3 desejos?


domingo, 5 de agosto de 2012

Estranhões e Bizarrocos


Título: Estranhões e Bizarrocos

Autor: José Eduardo Agualusa

Ilustrador: Henrique Cayatte

Editora: Publicações Dom Quixote

Reconto:

Era uma vez um rapaz chamado Jácome.

Ele adorava inventar coisas novas como cobras como as cores do arco-íris, pássaros a vapor e muito mais.

As pessoas achavam que esse rapaz só inventava inutilidades e, por isso perdeu os amigos e ficou solitário. Mas mesmo assim continuava a inventar coisas novas. A partir dali inventou muitos animais e metia-os no jardim.

Os vizinhos ficaram muito preocupados e não acharam nada bem. Então foram lamentar-se à polícia, ela ainda tinha algumas dúvidas, mas a única coisa que podia fazer era prende-lo. E foi o que a polícia fez.

Mas pelo contrário as crianças adoravam ver aqueles seres estranhos e acharam que era injusto. Então decidiram fazer uma manifestação.

A polícia decidiu libertá-lo, mas ele inventou uma máquina que passava paredes e então passou pela parede e saiu para a rua onde estavam todas as crianças à volta dele.





2010-11-08   




quarta-feira, 1 de agosto de 2012

A viagem do pequeno cosmonauta



No primeiro dia, o pequeno cosmonauta foi ao planeta com tudo ao contrário chamado “Opostos.” Nesse planeta ele encontrou peixes a voarem, aves a habitarem no mar, pessoas a andarem com as mãos no chão e os pés no ar, árvores e relva a dançarem o samba que os carros cantavam e muitos mais seres fantásticos.
Ele tentou falar com as pessoas mas elas falavam ao contrário, por exemplo, augá era água, emon era nome. Então, ele começou a entendê-los e, quando se despediu, disse-lhes:
Sueda , suem sogima. Éta everb!
No segundo dia, passeou no planeta “Misturado”, onde tudo era feito de duas metades diferentes. Havia: a mesa-aquecedor, o homem-gaivota, a rosa-vidro, o piano-violino, o helicóptero-barco…
Aqui, a comunicação fazia-se com sílabas de várias palavras. Só ao fim  de 240 minutos é que descobriu que “Oturis, ta. Bem ao-vinnos doso platane.” Queria dizer: “Olá, turista. Bem-vindo ao nosso planeta.”
E, finalmente, no terceiro dia, encontrou o planeta dos óculos, o “Oculóide”. À primeira vista, parecia um planeta só com os seus habitantes. No entanto, ele perguntou a um habitante se não havia mais nada e ele respondeu-lhe:
- Mas nós vemos relva fresquinha, pássaros a cantar, as nossas casas, o céu, a praia e todas as coisas que há num planeta.
- Parece mesmo o meu planeta que é a Terra, mas eu não vejo nada!!!
De repente, observou que todos os habitantes usavam óculos. Então, pediu àquele cidadão para lhe emprestar os óculos e viu que tudo era igual ao seu planeta mas só se via através deles.
Depois desta extraordinária aventura, regressou à Terra todo contente e até saiu uma notícia no jornal que relatava a sua viagem.
                        2011-05-11   

sábado, 14 de julho de 2012

O Rapaz Que Tinha Zero a Matemática


TÍTULO: O Rapaz Que Tinha Zero a Matemática
AUTOR: Luísa Ducla Soares
ILUSTRADOR: Raquel Leitão
EDITORA: Civilização


Reconto

Era uma vez um menino que tinha sempre zero a Matemática.
Um dia, a professora disse-lhe que assim não ia muito longe e ele respondeu-lhe que já tinha ido de avião para outro país.
Nessa altura, a professora perguntou-lhe o que ele queria ser quando crescesse e ele achou que queria ser engenheiro de pontes e astronauta, mas ela avisou-o que, se ele fosse engenheiro de pontes, a ponte cairia e, se fosse astronauta, iria parar a outro planeta. A colega Isabel ainda lhe deu a ideia de ser cozinheiro, mas ele fez um bolo tão amargo e tão salgado que ninguém o conseguiu comer.
Então, decidiu ser poeta e, em casa, fez um poema a dizer mal da Matemática. No dia seguinte, leu-o na escola e os colegas acharam que também ia ter zero a Língua Portuguesa, mas a professora mandou-o ler outra vez e até gostou dele.
Quando chegou o Natal, ele pediu ao Pai Natal para só receber dinheiro e teve sorte: só uma vizinha é que lhe deu um chocolate, o resto das pessoas deu dinheiro. Depois, decidiu pedir ajuda a alguém para comprar uma consola. Só um colega da turma é que o ajudou a comprá-la, mas enganou-o não lhe dando troco.
Entretanto, o avô descobriu que ele tinha zero a Matemática e, por isso, ensinou-o no Natal.
Quando regressou à escola, foi o primeiro a oferecer-se para fazer a conta no quadro, o que deixou os colegas boquiabertos. De repente, descobriu que o colega que o ajudou ficara com o troco.
E a partir daqui, encontrou o valor da Matemática!

12-10-2010



Carrega na imagem para veres a história em Powerpoint!

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Definições criativas


- Uma banana: é um telefone que se come;

- Uma cama: é uma mesa confortável; 

- Um relógio: são números com ponteiros a dançar;

- O giz: é uma caneta que se derrete. Leonor

 - Um pacote de sumo: é um prédio sem janelas. Filó

- Uma mola em movimento: é um cão a ladrar em silêncio. Filó /é um cão afónico. Vasco

- Dormir: desligar o corpo. Filó/limpar a poeira do dia. Vasco

- Ressonar: é o contrabaixo em ação. Vasco


Participantes: Leonor, Filó, Vasco
22/11/2010

terça-feira, 10 de julho de 2012

O mar



O mar tem altas ondas
Ondas de espuma brilhante
Brilhante como o diadema
Diadema que adorna a cabeça
Cabeça pequenina e gira
Gira como as flores do campo
Campo que nos dá o trigo
Trigo que se mói no moinho
Moinho no cimo do monte
Monte cheio de neve branca e pura
Pura é a água do rio
Rio quando cantas com alegria
Alegria espalhada pelo mundo.


Leonor, mãe e pai

                                                                                                                          2010
                                 

sábado, 7 de julho de 2012

Um escultor


Um escultor acabou a sua obra. Pegou no assento de uma velha cadeira, sentou-se e ficou a olhar para as estátuas.
Com a voz embargada pela emoção, disse:
- Sinto que cada uma das minhas obras é um pedaço da minha vida.
E passou toda a noite sentado a observá-las, sem conseguir dormir.
maio de 2011





domingo, 1 de julho de 2012

Zorbas e Kengah

Caracterização do gato Zorbas


O gato Zorbas que é uma das personagens principais da estória ”História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar” fisicamente é grande, gordo e preto.
Ele tem saudades dos amigos quando está longe deles, preocupa-se com eles e tenta ajudá-los com melhor possível.




Caracterização da gaivota Kengah


Kengah fisicamente: é excelente voadora e tem penas cor de prata.
Kengah psicologicamente: é boa observadora, é lutadora pela vida, sabe pedir ajuda a um amigo quando não consegue resolver um problema e é justa.




maio de 2011

A lesma constipada

Havia uma lesma que estava permanentemente constipada com a humidade e não parava de espirrar.
Fez várias tentativas para melhorar, mas nada resultou.
Então, decidiu comprar um atrelado o caracol japonês. Ele disse que lhe podia arranjar um atrelado, mas a lesma respondeu-lhe que queria um mais moderno do que o dele. O caracol ficou ofendido e decidiu que não lhe vendia um atrelado.
Depois, ela tentou comprar ao caranguejo, mas também não o fez.
A seguir, foi ter com a tartaruga, que lhe vendeu um enorme atrelado. Mas, ao tentar deslocá-lo, desmaiou.
O médico que o socorreu explicou-lhe finalmente que o seu problema não eram constipações, mas sim uma grande alergia às alfaces. Tinha de passar a comer apenas couves.
Quanto ao atrelado, decidiu alugá-lo para casamentos e batizados.

10-03-2011

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Isabel a sorrir

Como este ano concluí o Primeiro Ciclo, propus à minha turma da EBI que fizéssemos uma surpresa à nossa querida professora Isabel Sousa, que muito nos ajudou a crescer ao longo de 4 anos.
Fizemos a adaptação da letra da canção do Girassol e cantámo-la na Biblioteca.




Isabel a sorrir

Viva a professora
Tão trabalhadora
Sempre a sorrir
Pois tudo o que ela ensina
Um dia há-de florir
(REFRÃO)

Olha a Isabel
Doce como o mel
Muito paciente
A s’tora é bem bonita
O 4º B que o diga

Temos histórias
P´ra recontar
E os números p’ra calcular
É tão amiga
Que a todos quer ajudar


REFRÃO

O sapo apaixonado


Quando estava no 2º ano, participei numa atividade sobre esta história de um Sapo, no Jardim de Infância da Foz do Arelho.






Reconto:

Havia um sapo que se sentia esquisito sem saber porquê.
Então, encontrou o porquinho, explicou-lhe a sua situação e o porquinho achou que ele estava constipado era melhor meter-se na cama.
A seguir, passou por casa da lebre que lhe disse que o tum-tum que ele ouvia era o seu coração. Mas como o coração batia muito acelerado, ela foi consultar um grande livro e viu que estava apaixonado.
Nesse momento, ficou tão contente que deu um salto enorme pela porta fora e foi parar quase em cima do porquinho.
Deu-lhe a notícia e ele quis saber por quem é que ele estava apaixonado. O sapo, depois de pensar, descobriu que era pela patinha branca. O porco achou que era um disparate, mas ele não se importou com isso!
Como era envergonhado, ofereceu-lhe uma pintura e um ramo de flores sem ela ver, o que a deixou muito curiosa.
Dado que não tinha coragem para falar com ela, decidiu bateu o recorde do salto em altura, começou a treinar e corria tudo bem, mas a pata tinha receio que ele caísse. E foi isso que aconteceu, quando ele estava a dar o maior salto do mundo.
A pata levou-o para cas e ratou bem dele com todo o carinho.
Foi nessa altura que ela declarou que gostava muito dele, finalmente, o sapo teve coragem que gostava dela.
Desde então, amam-se perdidamente.

22-02-2011

Um dia de culinária


Eu, os colegas da minha turma e os do 3ºA fomos ao Centro de Formação Profissional do Coto para aprendermos a cozinhar. Tivemos a ajuda dos alunos do curso de cozinha.
Primeiro, lanchámos o que havia à escolha. A seguir, uns aprenderam a fazer pão e outros a fazer massa. Eu fiz massa com farinha de trigo, um ovo e água. Ainda cortei limões para fazer sumo.
Depois, almoçámos sopa e a comida que tínhamos preparado.
No fim, recebemos balões e biscoitos de Natal.
Eu gostei muito de ter aprendido a fazer massa, até comemos massa feita por mim, ao jantar.

13-12-2010

domingo, 17 de junho de 2012

Poesias com cerâmica e pintura

No "Parque Atelier", realizei alguns trabalhos de cerâmica, pintura e reciclagem, que me serviram de inspiração para a escrita de algumas poesias.Pelo Natal e no final do ano letivo, expus as peças e os textos na Biblioteca da EBI.

Uma grande aventura


Eu estava no meio de umas bolachas, dentro de um pacote e comecei a   mexer- me.
Uma menina ficou com medo, porque me ia comer. Então, decidiu comer outras bolachas, mas sem querer comeu-me.
A menina tentou mastigar-me inteira. Passei pela faringe, pelo esófago e cheguei ao estômago.
Lá, encontrei as minhas colegas que tinham estado no pacote.
Elas não estavam “vivas”, mas eu, como era mágica, transformei-as em bolachas verdadeiras.
Entretanto o estômago percebeu que eu ainda estava inteira, deu-me uns safanões e eu transformei-me em mil pedacinhos.
Depois, fomos todas até ao intestino delgado, onde apanhámos uma grande chuva que quase nos desfez. Ficámos tão fininhas que decidimos ir dar uma volta ao corpo através das veias e das artérias.
Foi uma viagem espetacular!
                                                         
                                                                                                                      2010