segunda-feira, 6 de agosto de 2012

A maior flor do mundo


Título: A maior flor do mundo

Autor: José Saramago

Ilustrador: João Caetano

Editora: Editorial caminho

História:

O livro fala de uma flor que estava para morrer.

Um menino subiu ao cimo de uma montanha por curiosidade e encontrou uma for a desabrochar mas que estava muito murcha. Como teve pena dela, foi buscar água muito longe e fez esse percurso 20 vezes.

Com aquela água fresquinha, a flor ficou gigante e o menino adormeceu sob a flor.

A sua mãe e o seu pai ficaram preocupados. Então pediram ajuda aos vizinhos para os procurar.

Acabaram por encontrar o menino deitado sob uma flor gigante.

Todos pensaram que ele tinha feito um milagre e ainda iria fazer mais.

19-01-2011

Comentário:

Eu gostei do livro, porque fiquei a saber como era o único livro de José Saramago para crianças.


Podes conhecer esta versão da história em cinema de animação:

A fada e a chouriça


Título: A fada e a chouriça

Autor: Alexandre Parafita

Editora: Texto Editores

Reconto:

Numa noite, estava um casal de idosos na sua cozinha a conversar quando, de repente, apareceu uma fada. Ela concedia três desejos, mas muito rapidamente desapareceu pela chaminé.

Não demorou muito tempo para desatarem a discutir: a mulher queria uns desejos e o homem outros.

A mulher olhou para as brasas ainda vivas no borralho e achou-as apetitosas e sem querer desejou uma chouriça e, por causa disso, um desejo ficou realizado.

O homem ficou tão chateado que desejou que a chouriça fosse para o nariz da mulher. E foi o que aconteceu. Ela ainda pediu ajuda ao homem para lhe tirar a chouriça, mas de nada valeu.

Deste modo, o terceiro desejo foi gasto a tirar a chouriça do nariz da mulher.

E, assim, foram gastos os três dons sem se ter realizado nenhum desejo.

27-10-2010

Quais seriam os teus 3 desejos?


domingo, 5 de agosto de 2012

Estranhões e Bizarrocos


Título: Estranhões e Bizarrocos

Autor: José Eduardo Agualusa

Ilustrador: Henrique Cayatte

Editora: Publicações Dom Quixote

Reconto:

Era uma vez um rapaz chamado Jácome.

Ele adorava inventar coisas novas como cobras como as cores do arco-íris, pássaros a vapor e muito mais.

As pessoas achavam que esse rapaz só inventava inutilidades e, por isso perdeu os amigos e ficou solitário. Mas mesmo assim continuava a inventar coisas novas. A partir dali inventou muitos animais e metia-os no jardim.

Os vizinhos ficaram muito preocupados e não acharam nada bem. Então foram lamentar-se à polícia, ela ainda tinha algumas dúvidas, mas a única coisa que podia fazer era prende-lo. E foi o que a polícia fez.

Mas pelo contrário as crianças adoravam ver aqueles seres estranhos e acharam que era injusto. Então decidiram fazer uma manifestação.

A polícia decidiu libertá-lo, mas ele inventou uma máquina que passava paredes e então passou pela parede e saiu para a rua onde estavam todas as crianças à volta dele.





2010-11-08   




quarta-feira, 1 de agosto de 2012

A viagem do pequeno cosmonauta



No primeiro dia, o pequeno cosmonauta foi ao planeta com tudo ao contrário chamado “Opostos.” Nesse planeta ele encontrou peixes a voarem, aves a habitarem no mar, pessoas a andarem com as mãos no chão e os pés no ar, árvores e relva a dançarem o samba que os carros cantavam e muitos mais seres fantásticos.
Ele tentou falar com as pessoas mas elas falavam ao contrário, por exemplo, augá era água, emon era nome. Então, ele começou a entendê-los e, quando se despediu, disse-lhes:
Sueda , suem sogima. Éta everb!
No segundo dia, passeou no planeta “Misturado”, onde tudo era feito de duas metades diferentes. Havia: a mesa-aquecedor, o homem-gaivota, a rosa-vidro, o piano-violino, o helicóptero-barco…
Aqui, a comunicação fazia-se com sílabas de várias palavras. Só ao fim  de 240 minutos é que descobriu que “Oturis, ta. Bem ao-vinnos doso platane.” Queria dizer: “Olá, turista. Bem-vindo ao nosso planeta.”
E, finalmente, no terceiro dia, encontrou o planeta dos óculos, o “Oculóide”. À primeira vista, parecia um planeta só com os seus habitantes. No entanto, ele perguntou a um habitante se não havia mais nada e ele respondeu-lhe:
- Mas nós vemos relva fresquinha, pássaros a cantar, as nossas casas, o céu, a praia e todas as coisas que há num planeta.
- Parece mesmo o meu planeta que é a Terra, mas eu não vejo nada!!!
De repente, observou que todos os habitantes usavam óculos. Então, pediu àquele cidadão para lhe emprestar os óculos e viu que tudo era igual ao seu planeta mas só se via através deles.
Depois desta extraordinária aventura, regressou à Terra todo contente e até saiu uma notícia no jornal que relatava a sua viagem.
                        2011-05-11   

sábado, 14 de julho de 2012

O Rapaz Que Tinha Zero a Matemática


TÍTULO: O Rapaz Que Tinha Zero a Matemática
AUTOR: Luísa Ducla Soares
ILUSTRADOR: Raquel Leitão
EDITORA: Civilização


Reconto

Era uma vez um menino que tinha sempre zero a Matemática.
Um dia, a professora disse-lhe que assim não ia muito longe e ele respondeu-lhe que já tinha ido de avião para outro país.
Nessa altura, a professora perguntou-lhe o que ele queria ser quando crescesse e ele achou que queria ser engenheiro de pontes e astronauta, mas ela avisou-o que, se ele fosse engenheiro de pontes, a ponte cairia e, se fosse astronauta, iria parar a outro planeta. A colega Isabel ainda lhe deu a ideia de ser cozinheiro, mas ele fez um bolo tão amargo e tão salgado que ninguém o conseguiu comer.
Então, decidiu ser poeta e, em casa, fez um poema a dizer mal da Matemática. No dia seguinte, leu-o na escola e os colegas acharam que também ia ter zero a Língua Portuguesa, mas a professora mandou-o ler outra vez e até gostou dele.
Quando chegou o Natal, ele pediu ao Pai Natal para só receber dinheiro e teve sorte: só uma vizinha é que lhe deu um chocolate, o resto das pessoas deu dinheiro. Depois, decidiu pedir ajuda a alguém para comprar uma consola. Só um colega da turma é que o ajudou a comprá-la, mas enganou-o não lhe dando troco.
Entretanto, o avô descobriu que ele tinha zero a Matemática e, por isso, ensinou-o no Natal.
Quando regressou à escola, foi o primeiro a oferecer-se para fazer a conta no quadro, o que deixou os colegas boquiabertos. De repente, descobriu que o colega que o ajudou ficara com o troco.
E a partir daqui, encontrou o valor da Matemática!

12-10-2010



Carrega na imagem para veres a história em Powerpoint!

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Definições criativas


- Uma banana: é um telefone que se come;

- Uma cama: é uma mesa confortável; 

- Um relógio: são números com ponteiros a dançar;

- O giz: é uma caneta que se derrete. Leonor

 - Um pacote de sumo: é um prédio sem janelas. Filó

- Uma mola em movimento: é um cão a ladrar em silêncio. Filó /é um cão afónico. Vasco

- Dormir: desligar o corpo. Filó/limpar a poeira do dia. Vasco

- Ressonar: é o contrabaixo em ação. Vasco


Participantes: Leonor, Filó, Vasco
22/11/2010

terça-feira, 10 de julho de 2012

O mar



O mar tem altas ondas
Ondas de espuma brilhante
Brilhante como o diadema
Diadema que adorna a cabeça
Cabeça pequenina e gira
Gira como as flores do campo
Campo que nos dá o trigo
Trigo que se mói no moinho
Moinho no cimo do monte
Monte cheio de neve branca e pura
Pura é a água do rio
Rio quando cantas com alegria
Alegria espalhada pelo mundo.


Leonor, mãe e pai

                                                                                                                          2010
                                 

sábado, 7 de julho de 2012

Um escultor


Um escultor acabou a sua obra. Pegou no assento de uma velha cadeira, sentou-se e ficou a olhar para as estátuas.
Com a voz embargada pela emoção, disse:
- Sinto que cada uma das minhas obras é um pedaço da minha vida.
E passou toda a noite sentado a observá-las, sem conseguir dormir.
maio de 2011





domingo, 1 de julho de 2012

Zorbas e Kengah

Caracterização do gato Zorbas


O gato Zorbas que é uma das personagens principais da estória ”História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar” fisicamente é grande, gordo e preto.
Ele tem saudades dos amigos quando está longe deles, preocupa-se com eles e tenta ajudá-los com melhor possível.




Caracterização da gaivota Kengah


Kengah fisicamente: é excelente voadora e tem penas cor de prata.
Kengah psicologicamente: é boa observadora, é lutadora pela vida, sabe pedir ajuda a um amigo quando não consegue resolver um problema e é justa.




maio de 2011

A lesma constipada

Havia uma lesma que estava permanentemente constipada com a humidade e não parava de espirrar.
Fez várias tentativas para melhorar, mas nada resultou.
Então, decidiu comprar um atrelado o caracol japonês. Ele disse que lhe podia arranjar um atrelado, mas a lesma respondeu-lhe que queria um mais moderno do que o dele. O caracol ficou ofendido e decidiu que não lhe vendia um atrelado.
Depois, ela tentou comprar ao caranguejo, mas também não o fez.
A seguir, foi ter com a tartaruga, que lhe vendeu um enorme atrelado. Mas, ao tentar deslocá-lo, desmaiou.
O médico que o socorreu explicou-lhe finalmente que o seu problema não eram constipações, mas sim uma grande alergia às alfaces. Tinha de passar a comer apenas couves.
Quanto ao atrelado, decidiu alugá-lo para casamentos e batizados.

10-03-2011

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Isabel a sorrir

Como este ano concluí o Primeiro Ciclo, propus à minha turma da EBI que fizéssemos uma surpresa à nossa querida professora Isabel Sousa, que muito nos ajudou a crescer ao longo de 4 anos.
Fizemos a adaptação da letra da canção do Girassol e cantámo-la na Biblioteca.




Isabel a sorrir

Viva a professora
Tão trabalhadora
Sempre a sorrir
Pois tudo o que ela ensina
Um dia há-de florir
(REFRÃO)

Olha a Isabel
Doce como o mel
Muito paciente
A s’tora é bem bonita
O 4º B que o diga

Temos histórias
P´ra recontar
E os números p’ra calcular
É tão amiga
Que a todos quer ajudar


REFRÃO

O sapo apaixonado


Quando estava no 2º ano, participei numa atividade sobre esta história de um Sapo, no Jardim de Infância da Foz do Arelho.






Reconto:

Havia um sapo que se sentia esquisito sem saber porquê.
Então, encontrou o porquinho, explicou-lhe a sua situação e o porquinho achou que ele estava constipado era melhor meter-se na cama.
A seguir, passou por casa da lebre que lhe disse que o tum-tum que ele ouvia era o seu coração. Mas como o coração batia muito acelerado, ela foi consultar um grande livro e viu que estava apaixonado.
Nesse momento, ficou tão contente que deu um salto enorme pela porta fora e foi parar quase em cima do porquinho.
Deu-lhe a notícia e ele quis saber por quem é que ele estava apaixonado. O sapo, depois de pensar, descobriu que era pela patinha branca. O porco achou que era um disparate, mas ele não se importou com isso!
Como era envergonhado, ofereceu-lhe uma pintura e um ramo de flores sem ela ver, o que a deixou muito curiosa.
Dado que não tinha coragem para falar com ela, decidiu bateu o recorde do salto em altura, começou a treinar e corria tudo bem, mas a pata tinha receio que ele caísse. E foi isso que aconteceu, quando ele estava a dar o maior salto do mundo.
A pata levou-o para cas e ratou bem dele com todo o carinho.
Foi nessa altura que ela declarou que gostava muito dele, finalmente, o sapo teve coragem que gostava dela.
Desde então, amam-se perdidamente.

22-02-2011

Um dia de culinária


Eu, os colegas da minha turma e os do 3ºA fomos ao Centro de Formação Profissional do Coto para aprendermos a cozinhar. Tivemos a ajuda dos alunos do curso de cozinha.
Primeiro, lanchámos o que havia à escolha. A seguir, uns aprenderam a fazer pão e outros a fazer massa. Eu fiz massa com farinha de trigo, um ovo e água. Ainda cortei limões para fazer sumo.
Depois, almoçámos sopa e a comida que tínhamos preparado.
No fim, recebemos balões e biscoitos de Natal.
Eu gostei muito de ter aprendido a fazer massa, até comemos massa feita por mim, ao jantar.

13-12-2010

domingo, 17 de junho de 2012

Poesias com cerâmica e pintura

No "Parque Atelier", realizei alguns trabalhos de cerâmica, pintura e reciclagem, que me serviram de inspiração para a escrita de algumas poesias.Pelo Natal e no final do ano letivo, expus as peças e os textos na Biblioteca da EBI.

Uma grande aventura


Eu estava no meio de umas bolachas, dentro de um pacote e comecei a   mexer- me.
Uma menina ficou com medo, porque me ia comer. Então, decidiu comer outras bolachas, mas sem querer comeu-me.
A menina tentou mastigar-me inteira. Passei pela faringe, pelo esófago e cheguei ao estômago.
Lá, encontrei as minhas colegas que tinham estado no pacote.
Elas não estavam “vivas”, mas eu, como era mágica, transformei-as em bolachas verdadeiras.
Entretanto o estômago percebeu que eu ainda estava inteira, deu-me uns safanões e eu transformei-me em mil pedacinhos.
Depois, fomos todas até ao intestino delgado, onde apanhámos uma grande chuva que quase nos desfez. Ficámos tão fininhas que decidimos ir dar uma volta ao corpo através das veias e das artérias.
Foi uma viagem espetacular!
                                                         
                                                                                                                      2010
                                                                                 
 

Insufláveis


Na sexta-feira às 20:00H, a Leonor decidiu telefonar à sua amiga Diana.
A Diana ouviu TLILILI-TLILILI-TLILILIIIIIII e foi logo atender:
- Sim. Quem é?
-Sou a Leonor. Gostavas de ir, amanhã à tarde, aos insufláveis? – Propôs ela.
-Vais com quem? A que horas? – Perguntou a Diana.
-Vou com a minha mãe, com o meu pai e estava apensar ir contigo. Podemos encontrarmo-nos no Vivaci, às 16:30H.-Sugeriu a Leonor.
Espera aí que eu vou perguntar à minha mãe.- Disse a Diana.
Ela perguntou à sua mãe que respondeu que sim. Então a Diana avisou logo a Leonor:
-A minha mãe aceitou. Até amanhã.
-Boa!!!Até amanhã. Despediu-se a Leonor muito entusiasmada.


                                                                                                                                   2010








quinta-feira, 14 de junho de 2012

A corrida mais louca do mundo


“O sol parecia querer dormir. A tarde ficou, de súbito, escura, a noite caiu e chegou a madrugada…”


As três equipas finais preparavam-se, agora, para começar a última etapa da “Corrida mais louca do mundo”, que se passava em Paris.

A dupla Azuis Anzóis, abrindo o primeiro envelope, descobriu que tinha de entrar numa “pirâmide transparente”. Pensaram que deviam ir para o Museu do Louvre, porque entra-se nele por uma pirâmide de vidro. Pelo caminho, foram ultrapassados pelos Amarelos Belos, que conseguiram chegar primeiro. À entrada, receberam um envelope da tarefa, que era identificar, entre 29 quadros falsificados e um verdadeiro, o original da Gioconda.

Apesar de as duas equipas se terem despachado a chegar, foram os Encarnados Ensolarados que conseguiram desvendar o mistério mais rapidamente.
Seguiram logo de barco para o “centro de Paris”. Aí tinham de construir uma maquete da catedral de Notre Dame. Entretanto, chegaram as outras equipas, mas como a tarefa tinha de ficar perfeita, foram os Amarelos Belos os primeiros a cumpri-la.
Receberam o último envelope no qual se pedia para subirem a 300m de altura. Descobriram imediatamente que deviam atravessar o Sena e apanhar o metro rumo à Torre Eiffel.

Quando chegaram, viram que os Encarnados Ensolarados saíam de um táxi e iam tirar os bilhetes. Então correram a toda a velocidade conseguindo comprar primeiro os bilhetes para o elevador.

Os Azuis Anzóis, ao chegarem, viram que a fila de espera era enorme e, por isso, decidiram subir pelas escadas. Os primeiros 500 degraus foram fáceis, mas depois parecia que as pernas pesavam toneladas. No entanto, encorajaram-se com as vistas extraordinárias de Paris, lutando para vencer o cansaço.


E assim, conseguiram ser os vencedores desta última etapa, ganhando um milhão de dólares.

Logo após, apareceram os Amarelos Belos e, por fim, os Encarnados Ensolarados, que pareciam os mais cansados por terem esperado 3 horas pelo elevador.

Mas, como todos deram o seu melhor, receberam um almoço grátis, num dos melhores restaurantes franceses.

2012-04-14             

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Elmer e o Arco-íris


Título: “Elmer e o Arco-íris”
Autor: David Mckee
Editora: Caminho


Reconto

Elmer, o elefante aos quadrados, outros elefantes e alguns pássaros estavam numa gruta, porque havia trovoada lá fora.
O Elmer achou que talvez aparecesse o arco-íris.
Quando o temporal acabou,  o Elmer e os pássaros saíram da gruta, mas ainda estava a chover.
Um pássaro pensou que o arco-íris estava a chorar, porque tinha perdido as cores por ter aparecido cedo de mais.
 O Elmer decidiu dar-lhe as cores, mas não sabia onde era o fim do arco-íris para lá lhas dar.
Então, o Elmer e os pássaros foram à sua procura.
O Elmer encontrou um leão pelo caminho que lhe perguntou  de que é que ele estava à procura. Ele respondeu que estava à procura do fim do arco-íris e explicou-lhe tudo. Um tigre que estava perto disse que isso era grave e ofereceu-se para o ir procurar e chamou também os coelhos.
Pouco depois, o Elmer encontrou uma girafa, que lhe disse que havia uma coisa estranha no céu. Elmer avisou-a de que era o arco-íris, falou-lhe das cores perdidas e depois perguntou-lhe se ela via onde ele tocava na terra, mas ela não conseguia ver.
A girafa quis saber o que acontecia se ele desse as suas cores, mas Elmer já tinha ido ter com os elefantes.
Os elefantes ainda não tinham saído da gruta, porque tinham tido medo, mas, depois de o Elmer lhes explicar o problema, eles já saíram da gruta.
Um elefante quis saber como é que o Elmer ficaria quando desse as suas cores. Outro elefante achou que ele ficaria como os outros elefantes e até disse que mais valia isso do que um arco-íris sem cores.
Quando Elmer estava com os macacos, os pássaros voltaram. Eles avisaram-no de que ainda não tinham encontrado nada e que iam continuar a procurar.Um macaco disse que ninguém pode encontrar o fim do arco-íris, mas achou que ia ser divertido tentar.
Quando Elmer chegou ao rio, todos procuravam o fim do arco-íris.
O Elmer perguntou aos peixes se eles sabiam onde acabava  o arco-íris e, por fim, eles responderam que era ao pé da cascata.
De facto, nascia da cascata um arco-íris sem cores e terminava ali a busca! O Elmer e os peixes gritaram para chamar os outros animais. Depois, o Elmer  passou para trás  da cascata, sem esperar pelos outros animais.
Quando eles chegaram, não se conseguia ver o Elmer. As cores começaram a aparecer pouco a pouco no arco-íris.
Todos os animais estavam contentes, mas um elefante perguntou onde é que estava o Elmer. Quase que em resposta o Elmer apareceu de trás da cascata. Ainda tinha as suas cores! Os animais aí ficaram contentíssimos.
Um elefante achou estranho e então perguntou ao Elmer como é que mantinha ainda as suas cores se as tinha dado. O Elmer disse rindo-se que se pode dar e voltar a dar e não perder, coisas como a amizade, a felicidade ou as cores dele!
Quando regressavam a casa, o tigre disse que ainda chegou  a pensar que o arco-íris poderia ficar aos quadrados. O leão disse que não era bom pensar nisso e que já tinham problemas que chegassem com um elefante aos quadrados!
O Elmer riu-se mesmo a  valer!
                                                                                                        28-12-2010

O coelhinho azul entra na escola

Título: “O coelhinho azul entra na escola"
Autor: J.Thomas-Bilstein
Ilustrador: C. Busquets e M. A. Batlle
Editora: Edições Asa


Reconto

            Havia um coelhinho azul chamado Florão que ia pela primeira vez à escola. Bruno, o seu amigo, explicou-lhe que lá eles divertiam-se imenso e que o professor era um velho mocho, que os deixava fazer tudo: mandar aviões de papel pelo ar, subir às carteiras, gritar como se estivessem na feira. Samuel tentava ensinar e todos estavam distraídos, saíam da sala a correr e aos trambolhões. 
Com a pressa de sair, o Florão deixou o livro na sala de aula e quando o foi buscar viu o professor a limpar a desarrumação dos alunos e uma coelhinha avisou que era sempre assim e que era uma pena.
O Florão começou a pensar e achou que eles se estavam a portar muito mal e nessa altura um passarinho aconselhou-o a ajudar o professor.
Então, ele e outra coelhinha levaram troncos secos até à sala de aula e o mocho sorriu, recompensando o seu trabalho.
No dia seguinte, o coelhinho azul disse aos seus colegas que deviam ter vergonha de fazerem aquilo ao bom professor e que tinham de parar imediatamente!
Os estudantes compreenderam a lição e alguns arranjaram a vedação e a Mimosa ocupou-se do jardim e o professor ficou encantado.
O Florão despediu-se e lembrou-os para não se esquecerem desse dia e daquela lição.

                                                                                                                                                 11/04/2011

Férias grandes 2011

As Férias Grrrrrrandes de 2011 foram fenomenais!
Podes conhecer todos os detalhes aqui.