No "Parque Atelier", realizei alguns trabalhos de cerâmica, pintura e reciclagem, que me serviram de inspiração para a escrita de algumas poesias.Pelo Natal e no final do ano letivo, expus as peças e os textos na Biblioteca da EBI.
Eu escrevi aqui as minhas histórias e os meus textos sobre as minhas leituras, pesquisas e viagens, que realizei durante o 1º e o 2º ciclo.
domingo, 17 de junho de 2012
Uma grande aventura
Eu estava no meio de umas bolachas, dentro de um pacote e comecei
a mexer- me.
Uma menina ficou com medo, porque me ia comer. Então, decidiu
comer outras bolachas, mas sem querer comeu-me.
A menina tentou mastigar-me inteira. Passei pela faringe,
pelo esófago e cheguei ao estômago.
Lá, encontrei as minhas colegas que tinham estado no pacote.
Elas não estavam “vivas”, mas eu, como era mágica, transformei-as
em bolachas verdadeiras.
Entretanto o estômago percebeu que eu ainda estava inteira,
deu-me uns safanões e eu transformei-me em mil pedacinhos.
Depois, fomos todas até ao intestino delgado, onde apanhámos uma
grande chuva que quase nos desfez. Ficámos tão fininhas que decidimos ir dar
uma volta ao corpo através das veias e das artérias.
Foi uma viagem espetacular!
2010
Insufláveis
Na sexta-feira às 20:00H, a
Leonor decidiu telefonar à sua amiga Diana.
A Diana ouviu
TLILILI-TLILILI-TLILILIIIIIII e foi logo atender:
- Sim. Quem é?
-Sou a Leonor. Gostavas de ir,
amanhã à tarde, aos insufláveis? – Propôs ela.
-Vais com quem? A que horas? –
Perguntou a Diana.
-Vou com a minha mãe, com o meu
pai e estava apensar ir contigo. Podemos encontrarmo-nos no Vivaci, às
16:30H.-Sugeriu a Leonor.
Espera aí que eu vou perguntar à
minha mãe.- Disse a Diana.
Ela perguntou à sua mãe que
respondeu que sim. Então a Diana avisou logo a Leonor:
-A minha mãe aceitou. Até
amanhã.
-Boa!!!Até amanhã. Despediu-se a
Leonor muito entusiasmada.
2010
quinta-feira, 14 de junho de 2012
A corrida mais louca do mundo
“O sol
parecia querer dormir. A tarde ficou, de súbito, escura, a noite caiu e chegou
a madrugada…”

As três equipas finais preparavam-se, agora, para começar a última etapa da “Corrida mais louca do mundo”, que se passava em Paris.
A dupla
Azuis Anzóis, abrindo o primeiro envelope, descobriu que tinha de entrar numa “pirâmide
transparente”. Pensaram que deviam ir para o Museu do Louvre, porque entra-se
nele por uma pirâmide de vidro. Pelo caminho, foram ultrapassados pelos
Amarelos Belos, que conseguiram chegar primeiro. À entrada, receberam um
envelope da tarefa, que era identificar, entre 29 quadros falsificados e um
verdadeiro, o original da Gioconda.
Apesar de as
duas equipas se terem despachado a chegar, foram os Encarnados Ensolarados que conseguiram
desvendar o mistério mais rapidamente.
Seguiram logo
de barco para o “centro de Paris”. Aí tinham de construir uma maquete da
catedral de Notre Dame. Entretanto, chegaram as outras equipas, mas como a
tarefa tinha de ficar perfeita, foram os Amarelos Belos os primeiros a
cumpri-la.
Receberam o
último envelope no qual se pedia para subirem a 300m de altura. Descobriram imediatamente
que deviam atravessar o Sena e apanhar o metro rumo à Torre Eiffel.Quando chegaram, viram que os Encarnados Ensolarados saíam de um táxi e iam tirar os bilhetes. Então correram a toda a velocidade conseguindo comprar primeiro os bilhetes para o elevador.
Os Azuis
Anzóis, ao chegarem, viram que a fila de espera era enorme e, por isso,
decidiram subir pelas escadas. Os primeiros 500 degraus foram fáceis, mas
depois parecia que as pernas pesavam toneladas. No entanto, encorajaram-se com
as vistas extraordinárias de Paris, lutando para vencer o cansaço.
E assim, conseguiram ser os vencedores desta última etapa, ganhando um milhão de dólares.
Logo após, apareceram os Amarelos Belos e, por fim, os Encarnados Ensolarados, que pareciam os mais cansados por terem esperado 3 horas pelo elevador.
Mas, como todos deram o seu melhor, receberam um almoço grátis, num dos melhores restaurantes franceses.
2012-04-14
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Elmer e o Arco-íris
Editora: Caminho
Reconto
Elmer, o elefante aos quadrados, outros elefantes e alguns pássaros
estavam numa gruta, porque havia trovoada lá fora.
O Elmer achou que talvez aparecesse o arco-íris.
Quando o temporal acabou, o Elmer e
os pássaros saíram da gruta, mas ainda estava a chover.
Um pássaro pensou que o arco-íris estava a chorar, porque tinha perdido as
cores por ter aparecido cedo de mais.
O Elmer decidiu dar-lhe as cores,
mas não sabia onde era o fim do arco-íris para lá lhas dar.
Então, o Elmer e os pássaros foram à sua procura.
Pouco depois, o Elmer encontrou uma girafa, que lhe disse que havia uma
coisa estranha no céu. Elmer avisou-a de que era o arco-íris, falou-lhe das
cores perdidas e depois perguntou-lhe se ela via onde ele tocava na terra, mas
ela não conseguia ver.
A girafa quis saber o que acontecia se ele desse as suas cores, mas Elmer
já tinha ido ter com os elefantes.
Os elefantes ainda não tinham saído da gruta, porque tinham tido medo,
mas, depois de o Elmer lhes explicar o problema, eles já saíram da gruta.
Um elefante quis saber como é que o Elmer ficaria quando desse as suas
cores. Outro elefante achou que ele ficaria como os outros elefantes e até
disse que mais valia isso do que um arco-íris sem cores.
Quando Elmer estava com os macacos, os pássaros voltaram. Eles avisaram-no
de que ainda não tinham encontrado nada e que iam continuar a procurar.Um macaco
disse que ninguém pode encontrar o fim do arco-íris, mas achou que ia ser
divertido tentar.
Quando Elmer chegou ao rio, todos procuravam o fim do arco-íris.
De facto, nascia da cascata um arco-íris sem cores e terminava ali a
busca! O Elmer e os peixes gritaram para chamar os outros animais. Depois, o
Elmer passou para trás da cascata, sem esperar pelos outros animais.
Quando eles chegaram, não se conseguia ver o Elmer. As cores começaram a
aparecer pouco a pouco no arco-íris.
Todos os animais estavam contentes, mas um elefante perguntou onde é que
estava o Elmer. Quase que em resposta o Elmer apareceu de trás da cascata.
Ainda tinha as suas cores! Os animais aí ficaram contentíssimos.
Um elefante achou estranho e então perguntou ao Elmer como é que mantinha ainda
as suas cores se as tinha dado. O Elmer disse rindo-se que se pode dar e voltar
a dar e não perder, coisas como a amizade, a felicidade ou as cores dele!
Quando regressavam a casa, o tigre disse que ainda chegou a pensar que o arco-íris poderia ficar aos
quadrados. O leão disse que não era bom pensar nisso e que já tinham problemas que
chegassem com um elefante aos quadrados!
O Elmer riu-se mesmo a valer!
28-12-2010
O coelhinho azul entra na escola
Título: “O coelhinho azul entra na escola"
Autor: J.Thomas-Bilstein
Havia um coelhinho azul chamado
Florão que ia pela primeira vez à escola. Bruno, o seu amigo, explicou-lhe que lá
eles divertiam-se imenso e que o professor era um velho mocho, que os deixava
fazer tudo: mandar aviões de papel pelo ar, subir às carteiras, gritar como se estivessem
na feira. Samuel tentava ensinar e todos estavam distraídos, saíam da sala a
correr e aos trambolhões.
Autor: J.Thomas-Bilstein
Ilustrador: C. Busquets e M. A. Batlle
Editora: Edições Asa
Reconto
Com
a pressa de sair, o Florão deixou o livro na sala de aula e quando o foi buscar
viu o professor a limpar a desarrumação dos alunos e uma coelhinha avisou que
era sempre assim e que era uma pena.
O
Florão começou a pensar e achou que eles se estavam a portar muito mal e nessa
altura um passarinho aconselhou-o a ajudar o professor.
Então,
ele e outra coelhinha levaram troncos secos até à sala de aula e o mocho sorriu,
recompensando o seu trabalho.
No
dia seguinte, o coelhinho azul disse aos seus colegas que deviam ter vergonha
de fazerem aquilo ao bom professor e que tinham de parar imediatamente!
Os
estudantes compreenderam a lição e alguns arranjaram a vedação e a Mimosa
ocupou-se do jardim e o professor ficou encantado.
O
Florão despediu-se e lembrou-os para não se esquecerem desse dia e daquela
lição.
11/04/2011
11/04/2011
Férias grandes 2011
Marcadores:
2011,
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Salir do Porto,
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terça-feira, 12 de junho de 2012
Biografia de Pasteur
Louis Pasteur nasceu em Dole (França), a 27 de Dezembro de
1822, e morreu em Marnes-la-Coquette, a 8 de Setembro de 1895.
Quando estudava a cólera das galinhas, descobriu a vacinação preventiva da doença.
Inventou um método para impedir que o leite e o vinho se estragassem ou causassem doenças: a pasteurização, que é a eliminação das bactérias.
Ele foi um professor de química e investigador francês que
compreendeu que muitas doenças eram provocadas por micróbios e vírus
pequeníssimos (só vistos ao
microscópio), sendo um dos fundadores da microbiologia.
Uma das suas maiores descobertas foi a vacina contra raiva,
que salvou a vida a milhares de pessoas. Quando estudava a cólera das galinhas, descobriu a vacinação preventiva da doença.
Inventou um método para impedir que o leite e o vinho se estragassem ou causassem doenças: a pasteurização, que é a eliminação das bactérias.
Desenvolveu formas de combater e evitar as infeções,
passando as operações a serem mais higiénicas.
Foi ainda conhecido pelos estudos que fez com cristais.
Em 1888, foi fundador e nomeado Diretor do Instituto Pasteur
de Paris.
16-05-2011
16-05-2011
Os Índios
Os índios são
um povo que vive em vários países da América, tais como: Estados Unidos da
América, Brasil, Canadá, Perú, México, Colômbia…
Eles têm a
pele avermelhada, o cabelo preto e liso, os olhos amendoados. Quase não usam
roupa e enfeitam-se com colares, pulseiras e tornozeleiras feitas à mão pelas
mulheres índias.
Habitam em
ocas feitas de troncos de árvores, galhos, palha, barro e folhas secas.
São os homens
que costumam caçar, enquanto as mulheres cuidam dos filhos e da aldeia.
Curam as
doenças com remédios caseiros feitos de plantas. Só comem os alimentos caçados
e os que a natureza lhes dá.
Gostam de
tomar vários banhos por dia em rios ou lagos e acreditam que nessa altura
também lavam a alma.
Fazem
cerimónias onde se pintam de modo diferente do nosso, dançam, cantam e usam
coroas de penas.
Os índios
repartem tudo o que têm entre si e acreditam nos espíritos da natureza.
Eu penso que
os índios têm direito a viver de acordo com as suas tradições e que devem lutar
para haver leis que as mantenham no futuro.
24-05-2011
24-05-2011
A história da minha família
Os meus avós
maternos nasceram e casaram-se no concelho de Alcobaça e viveram em Peniche, Angola e Pedralhos.
A avó trabalhou
numa quinta, criou animais e cuidou da minha mãe e dos meus tios maternos.
O avô foi
polícia na Guiné, em Angola, onde tirou o curso de Subchefe, em Caldas da
Rainha, onde deu aulas, na Marinha Grande e em Alcobaça.
Actualmente, os
avós estão reformados, mas têm, em casa, um pequeno escritório de documentação
automóvel e passeiam muito na sua caravana, até já foram a Itália e à Hungria.
Eles cultivaram sempre alguns terrenos e dão-nos fruta muito saborosa. Quando é
Natal, costumamos reunir-nos em casa dos meus avós e o avô veste-se de Pai
Natal.
O meu avô foi à
tropa a Lisboa e era carpinteiro.
A minha avó
esteve sempre junto dos seus pais e foi sempre agricultora, para além de cuidar
do meu pai e dos meus tios paternos.
Os meus avós
casaram-se quando o meu pai já tinha 7 anos, o que foi muito estranho para ele.
Eles nunca fizeram férias, apenas deram, uma vez, um passeio de autocarro, ao
Norte de Portugal.
O meu avô
paterno morreu em 1986.
Os meus pais
conheceram-se, casaram-se e têm vivido em Caldas da Rainha.
A mãe nasceu e
estudou no concelho de Alcobaça. Depois, tirou o curso de Professora do 1º
Ciclo, em Caldas da Rainha, e deu aulas em muitas localidades do distrito de
Leiria. Ela ainda estudou mais em Leiria, onde ficou com a Licenciatura. Ela
aprendeu a tocar saxofone aos 15 anos e a fazer peças de barro aos 20, numa
fábrica de cerâmica.
O pai nasceu e
estudou no concelho de Caldas da Rainha. Aos 17 anos, foi para o Seminário,
pois queria ser padre, mas desistiu. Aos 20 anos, foi estudar Filosofia para
Braga e depois para Lisboa. Ele trabalhou numa fábrica na Alemanha e noutra em
Caldas para ter dinheiro para estudar e também trabalhou na estatística em
Braga e em Lisboa.
Há 15 anos, ele
concluiu o curso e tirou o Mestrado em Lisboa.
Os meus pais
têm sido professores. Eles gostam muito de estudar, de programas culturais e já
foram de carro até França.
Eles ficaram
muito felizes com o meu nascimento, em 2001, no Dia de Natal, e fazem tudo o
que podem para eu ser feliz.
13-11-2010
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